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3.6.20

Diagnósticos em saúde: só os médicos é que o fazem?


Diagnóstico. Quando lêem esta palavra, aposto que a maior parte de vocês associam logo aos médicos, não é? Afinal são os médicos que fazem os diagnósticos, os outros profissionais trabalham a partir daí, não é, porque é que iriam associar a outra coisa, pensam vocês? Ora, porque esta ideia é errada, meus caros amigos. Os médicos não são as únicas pessoas que podem diagnosticar uma pessoa. Agora se me disserem que são os únicos profissionais que podem fazer diagnósticos médicos assim sim, já estamos a conversar. Isto porque existem diferentes tipos de diagnósticos muito específicos à sua respetiva área, desconhecidas pela população em geral, uma vez que a primeira tendência que têm é pensar logo em "médico, consultório". 

Dando uma de escrita de tese (porque eu fiz uma investigação direitinha, não brinco em serviço), conceito de diagnóstico tem origem  na palavra grega diagnõstikós, que significa discernimento, faculdade de conhecer, de ver através de. Na forma como é usado, na atualidade, significa estudo aprofundado realizado com o objetivo de conhecer determinado fenómeno ou realidade, por meio de um conjunto de conhecimentos teóricos, técnicos e metodológicos. O que significa que, apesar de ser tradicionalmente usado na Medicina, entretanto este termo já foi incorporado aos discursos e práticas profissionais de diferentes áreas da saúde. Com base na minha própria profissão, com a ajuda de outros profissionais da blogosfera e com alguma pesquisa no estatuto das referidas profissões, consegui reunir alguns exemplos para mostrar todo o mundo de diagnósticos que existem para além dos médicos, e como eles se complementam uns aos outros.


1. Diagnósticos médicos: Começando pelos diagnósticos mais conhecidos, os diagnósticos médicos, ao contrário das crenças populares, foca-se essencialmente nas patologias. Um diagnóstico médico trata a doença ou a condição médica da pessoa, e é orientado para a cura da mesma.  Um exemplo de diagnóstico médico é Acidente Vascular Cerebral. Os médicos seguem fundamentalmente uma perspetiva biomédica, muito embora estejam a mudar agora para uma perspetiva biopsicossocial. 

2. Diagnósticos de enfermagem: Por outro lado, um diagnóstico de enfermagem concentra-se na pessoa de uma forma holística, ou seja, na pessoa como um todo. É como se fosse a resposta humana aos diagnósticos médicos. Pegando no exemplo acima, se o diagnóstico médico de uma pessoa for um AVC, o enfermeiro centra-se na pessoa em uma transição saúde-doença, em que colabora com a pessoa neste processo de transição. Face ao diagnóstico médico de AVC, o enfermeiro autonomamente antevê as necessidades específicas da pessoa face a este doença - e os diagnósticos de Enfermagem serão algo como risco de queda, dependência para vestir-se/despir-se em grau elevado ou comunicação comprometida. Fora do hospital, na maior parte das vezes os enfermeiros fazem diagnósticos sem a pessoa ter sequer alguma doença subjacente. 

3. Diagnósticos nutricionais: Ainda menos conhecidos do que os dois primeiros, existem os diagnósticos nutricionais, da competência e exclusiva responsabilidade dos nutricionistas. O estado nutricional é um dos componentes de saúde, que é influenciado pelo consumo e utilização de nutrientes e, claro pelas necessidades individuais, sendo estas informações obtidas a partir de exames clínicos, dietéticos, físicos e antropométricos. Um diagnóstico nutricional resulta da análise final de todos estes exames de avaliação do estado nutricional. Os nutricionistas não têm uma CIPE como, por exemplo, os enfermeiros, mas empregam termos que se traduzem em diagnósticos, como desnutrição. 

4. Diagnósticos psicológicos: Os diagnósticos psicológicos, realizados pelos psicólogos, são muito menos lineares do que os três primeiros devido, principalmente, à própria complexidade da mente humana e ao desconhecimento que temos desta área em relação ao nosso corpo. Os psicólogos, para diagnosticarem uma pessoa, têm por base a compreensão da estrutura da personalidade e funcionamento mental do indivíduo, considerando a sua realidade biopsicossocial, estudando traços de personalidade, competências cognitivas e de memória, entre outras dimensões. O diagnósticos psicológicos dependem da área (psicologia clínica, forense, etc.), porém, trocando por miúdos, têm como objetivo a pessoa tomar consciência do próprio problema e auxiliar na sua tomada de decisão. Não confundir com os psiquiatras, cuja atuação se baseia nos sintomas físicos dos transtornos mentais e na prescrição de medicamentos.

5. Diagnóstico fisioterapêutico: Sou sincera, foi o único no qual eu não falei com o respetivo profissional da área, porque não encontrei ninguém até à data de publicar este post, pelo que me baseei apenas naquilo que pesquisei. Assim, se alguém da área me corrija nos comentários se eu estiver errada. Avançando este disclaimer, o diagnóstico fisioterapêutico, realizado pelo fisioterapeuta, tem como finalidade identificar, quantificar e qualificar o distúrbio cinético-funcional de orgãos e sistemas, sensíveis à abordagem fisioterapêutica, direta ou sinergicamente. Continuando com o exemplo do AVC (por esta altura, já deu para perceber o quão conectados estão todos pontos, né?), sendo esta doença caracterizada pela perda rápida de função neurológica, um diagnóstico fisioterapêutico seria algum tipo de discinesia muscular, como uma hipocinesia (que é uma diminuição redução do movimento).


Em saúde, todos os profissionais são colegas autónomos, e ninguém manda em ninguém. Complementam-se, mas cada um atua de acordo com a sua área de saber. Naturalmente, este é um resumo simplista daquilo que são os vários diagnósticos em saúde - que, com o passar do tempo, vão evoluindo ainda mais - pelo que vos convido agora nos comentários a escrever aquilo que ficou por dizer , o que acrescentariam noutros pontos ou até que outros diagnósticos em saúde conhecem, estou curiosa para ler. 

20.11.17

10 mitos sobre a vacinação

10 mitos sobre a vacinação

A vacinação é a maior conquista da medicina e da saúde pública de todos os tempos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, evita a morte de 2 a 3 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo. Porém, a memória é curta, e as novas gerações já não se recordam das doenças horríveis, evitadas agora pela vacinação, que desfiguravam e matavam pessoas no tempo dos nossos avós.

Por isso, agora muitas doenças estão a voltar a surgir, e estão a morrer crianças sem necessidade. Lembram-se do surto de sarampo em Portugal, que aconteceu no início deste ano? Poderia ter sido evitado se não existissem pais a recusarem-se a vacinar os seus filhos.

Recentemente, numa das minhas cadeiras da faculdade, estudei este tema, e fiquei a pensar nas ideias erradas que muita gente, mesmo com elevados níveis de escolaridade, têm. Quero sempre acreditar que as pessoas informam-se sempre antes de tomar decisões importantes como vacinar os filhos ou vacinarem-se, mas depois leio coisas como estas e já não tenho tanta certeza. A verdade é que, apesar de toda a informação disponível hoje em dia, os movimentos antivacinação estão a ganhar cada vez mais dimensão. Acho que é importante sensibilizar a população, e desfazer alguns mitos para que, na hora de irem ao centro de saúde, tomarem decisões mais conscientes.


1. As doenças começaram a diminuir antes das vacinas, devido às melhores condições de higiene: Obviamente que ter boas condições sanitárias ( água potável, saneamento básico, controlo da cadeia alimentar...) contribuiu imenso para o controlo de muitas doenças infecciosas, nomeadamente aqueles que estão relacionados com a qualidade da água. Porém, isso não evita a circulação dos microorganismos causadores. Só a vacinação em larga escala consegue evitar as doenças alvo da vacinação.

2. As vacinas têm imensos efeitos secundários, que podem levar à morte: As vacinas, antes de irem para o mercado, são alvo de imensos estudos, análises e ensaios clínicos pelo que, quando são disponibilizadas para a população, são extremamente seguras. Comparadas com os medicamentos em geral, são ainda mais seguras. Além disso, o risco de uma criança ter uma reação adversa a uma vacina é muito inferior ao risco de uma complicação grave da doença que essa vacina previne.

3. Gastar tempo e dinheiro com vacinas para doenças que já não existem é um bocado idiota: As doenças evitáveis pela vacinação estão controladas e são cada vez mais raras. No entanto, salvo a varíola ( que já foi erradicada, e cuja vacina já é dispensável), todas as outras doenças ainda podem surgir ( mesmo em Portugal,onde têm pouca expressão). Principalmente, quando uma pessoa não protegida pela vacinação viaja para outros sítios onde certas doenças ainda não estão controladas e/ou se contactar com pessoas provenientes dessas regiões.

4. É melhor ter a doença do que vacinar com vírus atenuados: A doença causa imunidade, mas pode levar a complicações desastrosas ou até mesmo à morte. Por outro lado, a vacina desenvolve essa mesma imunidade, mas sem as complicações que a doença acarreta. Sim, é como se tivéssemos a introduzir um vírus no organismo, mas que foi atenuado através de passagens sucessivas em meios de cultura celulares.

5.  As vacinas têm mercúrio, que pode fazer muito mal à saúde: As vacinas contém, de facto, mercúrio ( mais precisamente um composto, o tiomersal, que é um conservante do princípio ativo), mas em doses demasiado pequenas para constituírem risco para a saúde.

6.Ter gripe é uma coisa normal e, além disso, a vacina é fraca: A gripe pode ser algo leve que passa, mas também pode ser mesmo muito grave. Em alguns casos, pode levar a uma série de complicações, como pneumonia, sobretudo em idosos com a imunidade diminuída e a abortos ou partos prematuros no caso das grávidas.

8. A administração simultânea de vacinas pode sobrecarregar o sistema imunitário: A administração simultânea de várias vacinas não aumenta o as reações adversas, dado que a imunidade que cada uma estimula é independente. Além disso, no dia a dia, a imunidade dos bebés e das crianças já é estimulada por inúmeros vírus e bactérias com as quais elas contactam. O objetivo de administrar várias vacinas juntas é diminuir o número de "picadas", contribuindo para uma humanização e melhor adesão aos esquemas vacinais.

9. As grávidas não podem ser vacinadas: As grávidas podem ser vacinadas, mas apenas com vacinas com vírus inativado. Todas as vacinas com vírus vivos atenuados, como a VASPR ( que é a vacina contra o sarampo, parotidite e e rubéola) ,  e BCG,  não devem ser administradas

10. A vacina causa autismo: O autismo é uma doença em que a idade do diagnóstico coincide, geralmente, com a idade de administração das vacinas. Em 1988, surgiu um estudo que inquietou muitas pessoas, por considerar uma possível relação entre a vacina VASPR e o autismo. Contudo, acabou-se por provar que não existi autor deste estudo foi obrigado a deixar de exercer Medicina, por graves irregularidades metodológicas e conflitos de interesses provados juridicamente. Apesar da coincidência temporal, não existe qualquer relação entre a vacinação e o autismo.

E vocês? Acreditavam em algum destes mitos? 

9.11.17

Os 10 estados emocionais de pesquisar sintomas no Google

10 estados emocionais de pesquisares os teus sintomas no Google

Nós sabemos que pesquisar sintomas no Google não é correto, mas todos nós já o fizemos. Até eu, que sou estudante de Enfermagem e devia saber disto melhor do que ninguém, já o fiz. Começamos a sentir mais dores de cabeça que o normal, ou então mais cansaço do que é habitual, e não resistimos em dar uma olhadela rápida ao Google. Porém, aquilo que supostamente devia ser uma olhadela rápida transforma-se numa pesquisa de 3 horas e, quando damos conta, temos dois cancros, insuficiência cardíaca e duas semanas de vida.

Tentar fazer um diagnóstico a nós próprios pela Internet pode causar-nos ansiedade e stress, fazendo-nos passar por estas 10 coisas.


1. Pesquisar no Google ou não, eis a questão: Isto não vai acabar bem, mas eu não quero saber. Eu preciso de respostas.

2. Preparas-te para o pior: Se calhar devia começar a planear o meu funeral.

3. Ok, vamos a isto: Vou pesquisar x sintoma no google.

4. Entras em negação quando lês o primeiro sintoma: Lá por ter um não quer dizer que tenha a doença.

5. Começas a stressar quando lês o segundo e terceiro sintoma: Não acredito que isto me está a acontecer!

6.  Entras em pânico quando percebes que podes ter a doença descrita: Mas eu sou demasiado jovem para morrer!

7. Quando lês a frase " pode causar morte": Porquê eu? Porque não antes o estúpido do meu vizinho?

8. Tentas convencer-te que provavelmente não é nada: Mas ao mesmo tempo pensas que estás a morrer.

9. Não consegues adormecer de nessa noite: Nem queres, porque tens medo de adormecer e nunca mais acordar.

10. Quando tu finalmente visitas o médico e ele confirma que não se passa nada: Que alívio! Nunca mais vou pesquisar nada no Google ( * uma semana depois já estás outra vez no mesmo*). 


E vocês? Já pesquisaram os vossos sintomas no Google? Passaram por isto?

27.10.17

25 pensamentos que tens quando não consegues dormir

25 pensamentos que tens quando não consegues dormir

Dormir é algo essencial para o ser humano, tanto para ser saudável como para ser produtivo. No entanto, uma boa noite de sono não é algo garantido para todos. Há quem durma sempre que nem um anjinho, há quem tenha mais dificuldades em adormecer e há quem tenha mesmo  insónias. Independentemente  de tudo, todos nós já tivemos aquelas noites em claro, em que o sono não quer nada connosco, e é simplesmente terrível.

E o que é que nós fazemos nessas alturas? Ficamos quietinhos à espera que o sono decida aparecer? Não, andamos às voltas na cama, a levantarmo-nos e a acender as luzes a meio da noite, enquanto temos estes pensamentos.


1. Oh não! Estou tão cansado(a) e não consigo dormir.

2. Porque é que, de repente, a minha cama parece o sítio mais desconfortável do planeta?

3. Porque é que eu não consigo ficar confortável?

4. Que barulho foi aquele?

5. Quantas horas de sono vou ter se adormecer agora?

6. Preciso de ir fazer xixi.

7. Não me apetece levantar-me, vou tentar aguentar e adormecer.

8. Não, tenho mesmo que ir fazer xixi.

9. Se eu parasse de pensar que não consigo dormir adormecia mais rápido... Mas é a única coisa em que consigo pensar!

10. Devia experimentar contar ovelhas? Será que isso funciona mesmo? Não, comigo não funciona, definitivamente!

11. Quantas chávenas de café bebi hoje?

12. Quando é que tomei a última chávena de café?

13. Será que eu me devia levantar e ir dar uma volta?

14. Mas vai estar tanto frio lá fora...

15. Está acontecer, finalmente, vou adormecer... Nop, ainda estou acordado(a).

16. Esqueci-me de pôr o despertador.

17. Como é que as pessoas acordavam a horas antes de existirem despertadores?

18. O que é que eu vou escrever naquele capítulo do relatório?

19. Eu tenho que estar a pé daqui a 4 horas.

20. Pára cérebro, eu não quero recordar todas as coisas estúpidas que já fiz na minha vida.

21. Como é que é possível ainda não ter adormecido?

22. Quantas pessoas do planeta estarão acordadas neste momento?

23. Nunca mais vou conseguir dormir na vida.

24. Vou estar tão cansado(a) amanhã.

25. Não dormi nada... Isto é a pior coisa de sempre.


E vocês? Têm estes pensamentos quando não conseguem dormir? Em que é que pensam?

9.10.17

7 coisas com que precisas de te parar de preocupar numa ida ao ginecologista

 7 coisas com que precisas de te parar de preocupar numa ida ao ginecologista

A ideia de marcar uma ida ao ginecologista não é a coisa mais entusiasmante na nossa lista de tarefas. Mas é necessária, e muito importante para a nossa saúde e bem estar. Para muitas mulheres, uma ida ao ginecologista ainda significa vergonha e momentos constrangedores, mas não tem que ser assim. Afinal, os médicos estão ali para nos examinarem, garantirem a nossa saúde e esclarecer as nossas dúvidas. Temos que ter à vontade com o nosso ginecologista para isso. Se não temos, significa que estamos no consultório errado, ou então que temos demasiadas coisas na nossa cabeça a preocuparmo-nos ( como estas ahahahah, quem nunca?)

Como aluna de Enfermagem, já tive a oportunidade de estar trabalhar com médicos, e perceber realmente quais são os seus verdadeiros objetivos. Acho que, se toda a gente tivesse esta experiência, teria muitos menos preconceitos e crenças.


1. Depilares-te antes de ires para uma consulta: Os ginecologistas já viram, literalmente, de tudo. Portanto, escusas de estar aí a depilar as pernas ou a remover os pêlos púbicos só por causa de uma consulta médica. Os médicos não querem realmente saber. Eu, nos meus estágios, já vi muitos pacientes nus, e também não estava nem para aí virada. Os médicos estão mais preocupados com a saúde dos pacientes, em fazer os exames corretamente e em fazer perguntas que levem a diagnósticos corretos. Portanto, escusas de estar a arranjar-te para ir ao ginecologista, a pintar as unhas dos pés ou sabe-se mais o quê, como se de um encontro se tratasse.

2. Ires à consulta com menstruação: Ao contrário do que muitas mulheres pensam, não é preciso faltar a uma consulta no ginecologista por causa da menstruação. Muitas vezes, marcas esta consulta com meses de antecedência, portanto não tens maneira de adivinhar que o teu período ia aparecer mesmo naquele preciso dia. No entanto, não é razão para faltares. Os ginecologistas também estão habituados a lidar com sangue. A única coisa que precisas de ter em mente é a possibilidade de teres que voltar lá, uma vez que o sangue afeta alguns exames e pode dar falsos positivos.

3. Teres de dizer a tua orientação sexual:  O teu ginecologista não te pergunta isto para te julgar. Pergunta isto apenas para te dar a informação correta e adequada a ti. Não vão estar a perder tempo a falar de gravidez se as tuas probabilidades de engravidar forem nulas.

4. Teres de dizer o teu número de parceiros sexuais: O teu ginecologista também não te julga por causa do número de parceiros sexuais que já tiveste.Só te pergunta isto para saber as tuas hipóteses de vir a contrair uma DST. Quantos mais parceiros sexuais tiveres, maior é esse risco.

5. Teres de dizer se usas tampão ou penso higiénico: Os médicos não querem saber se usas tampão ou penso higiénico, só precisam desta informação para saber o risco que tens de contrair algumas doenças. Por exemplo, se usares tampões, tens maior probabilidade de vires a sofrer de síndrome de choque tóxico, uma doença causada por uma bactéria ( Straphyloccus Aureus). Por outro lado, se usares pensos higiénicos, não há essa preocupação.

6. Pedires para ser testada para ver se tens DSTs: Fazer esta pergunta não vai fazer com que pareces uma vadia ou promíscua. Todas as mulheres, aliás, deviam fazer estes testes, de vez em quando. Se tens medo de ter contraído alguma DST ou se simplesmente queres fazer, não tenhas vergonha de pedir.

7. Falar sobre as tuas dúvidas e preocupações: A coisa mais importante que deves fazer numa consulta de um ginecologista é falares sobre as tuas preocupações e tirar as tuas dúvidas. Não tenhas vergonha de admitir que tens falta de conhecimentos em alguns aspetos. Se estás preocupada com a irregularidade do teu ciclo menstrual, fala sobre isso. Se queres trocar de método contracetivo, diz. Pergunta aquilo que quiseres. Não há melhor lugar do que um consultório médico para esclarecer as tuas dúvidas ( e não ,o Drº Google não substitui idas ao médico). O teu ginecologista não está ali para te julgar. Afinal, é um especialista, e está ali para esclarecer-te sobre aquilo que quiseres. Se quiseres, aponta as tuas dúvidas num papel, para se ficares nervosa não te esqueceres daquilo que queres falar.


14.9.17

Porque é que estás a ganhar peso mesmo com uma dieta saudável


Infelizmente, estar a comer saudável nem sempre se traduz numa perda automática de peso. Existem muitos fatores que também entram na equação. Muitas pessoas ficam frustradas, porque simplesmente não percebem aquilo que estão a fazer errado. " Eu não como doces, não como fritos,... Porque é que não estou a emagrecer?", questionam-se frequentemente. Pode ser bastante frustrante, porque sentes que estás a fazer tudo correto, e não estás a ver resultados.

O problema de muitos programas de televisão, livros e outros programas de emagrecimento é que estes raramente falam dos hábitos saudáveis que têm que acompanhar uma alimentação saudável. É por isso que eu defendo que, sempre que possível, as pessoas devem ser seguidas por nutricionistas. Anyway, estes são os erros comuns que podem fazer com que as pessoas engordem, mesmo que estejam a fazer uma dieta saudável.


1. Não estás a contar as calorias: É muito fácil subestimar as calorias que uma salada, um iogurte, uma peça de fruta ou de qualquer outro alimento saudável. Muitas pessoas pensam que, ao estar a comer snacks saudáveis, já não precisam de se preocupar com as calorias, podem ingerir o que quiserem. A verdade é que não é bem assim. É muito importante contar calorias, mesmo que só estejamos a consumir refeições saudáveis. Existem muitos alimentos saudáveis que, apesar de todos os nutrientes e benefícios para a saúde que contem, são bastantes calóricos, como é o caso, por exemplo, da banana.

2. Ainda estás a beber açúcar: E não, não estou a falar de refrigerantes como Iced Tea ou Coca-Cola. Existem muito sumos naturais ditos " saudáveis" no mercado que, na verdade, têm imensos açúcares escondidos. O melhor mesmo é preferir comer peças de fruta em vez de consumi-las em sumos, e beber bebidas como água ou chá.

3. Estás a comer comida demasiado processada: Comidas pré-preparadas ou enlatadas, mesmo que consideradas saudáveis, não são tão equilibradas nutricionalmente como as outras. Sempre que possível, é preferível fazeres a tua própria refeição porque, desta forma, estarás a controlar a quantidade e a qualidade da refeição que irás ingerir.

4. Não estás a fazer exercício físico suficiente: Meus caros amigos, perder peso não se trata só de " fechar a boca" como muitas pessoas gostam de dizer. Até podes estar a seguir uma alimentação correta e saudável mas, se não fizeres exercício físico, os resultados que obterás serão menos satisfatórios. Fazer exercício físico é uma grande ajuda na altura de emagrecer ( embora devas fazê-lo sempre, mesmo quando não queres perder peso).

5. Estás a comer demasiadas vezes ao dia: Existe um mito  de que toda a gente deve comer pequenas refeições várias vezes ao dia, para acelerar o metabolismo e perder peso mais depressa. Isto não podia ser mais falso. Na verdade, ao estarmos a comer mais vezes ao dia, mesmo que sejam refeições com poucas calorias, acabaremos sempre por consumir mais calorias do que aquelas que realmente necessitamos. O ideal mesmo é fazermos apenas seis refeições equilibradas por dia ( abro aqui exceção para os atletas de alta competição ou para pessoas a sua condição de saúde exija que se façam mais refeições).

6.9.17

7 coisas que nunca deves dizer a uma pessoa hipocondríaca


Eu não gosto de me referir a esta doença como hipocondria, acho que é um nome demasiado forte. Prefiro chamar-lhe ansiedade em relação ao estado de saúde. Anyway, a hipocondria é um estado de hipervigilância em relação à nossa condição de saúde. É, basicamente, uma doença que provoca muita ansiedade às pessoas, que acreditam que têm algum tipo de doença que as pode levar à morte. Este tipo de pessoas são, geralmente, vistas como malucas ou com a mania de fazerem-se de vítimas, mas a verdade é que isto é um distúrbio como a depressão ou a ansiedade, pelo que deve ser levado a sério. Confesso que, eu própria, devido a estar a frequentar um curso de saúde, tenho alguma ansiedade em relação à minha saúde ( estudamos imensas doenças, por isso, dá nisto ahahahah), contudo em nada se compara ao que as pessoas que têm esta doença sofrem. Pessoas que sofrem de hipocondria, em casos mais extremos podem ter problemas de coração como AVC por causa deste estado de ansieade permanente.

Nos meus estágios de Enfermagem, já me cruzei com algumas pessoas assim. Infelizmente, é uma perturbação que lhes afeta imenso a sua qualidade de vida, que as deixa sempre em estado de alerta permanente e, quando encontram mesmo uma doença ( como é o caso das pessoas com quem lidei), a ansiedade atinge picos assustadores. A sociedade não compreende estas pessoas que, portanto, são frequentemente marginalizadas.

Portanto, o que é que podemos fazer para mudar isto? Em primeiro lugar, à semelhança de muitas outras situações, devemos ouvi-las e tentar compreendê-las. Em segundo lugar, devemos evitar ao máximo dizer estas frases.


1. Preocupares-te não vai ajudar! : Esta frase tem o mesmo efeito da frase " Acalma-te", a pessoa em vez de se acalmar, fica mais nervosa. Uma pessoa que está preocupada com algo não vai ficar menos preocupada por tu lhe dizeres isso. Em vez disso, tenta ouvi-la e compreender o motivo pelo qual ela está preocupada e, a partir daí, tentar ajudá-la a ultrapassar essa preocupação.


2. Estás maluco/a: Queres saber um segredo? Muitos hipocondríacos, provavelmente, já sabem disso. Quando estás ansioso e super preocupado/a com um detalhe, certamente que também percebes que estás a ser um pouco maluco/a, contudo não consegues evitar. Com eles é a mesma coisa. Portanto, chamares-lhe isso não ajuda, é apenas mau.

3. Sabias que x alimento causa cancro?: Uma pessoa hipocondríaca já panica quando vê notícias dessas nas redes sociais, mas tu ainda atiras mais lenha para o fogo? Está certo...

4. Eu acho que estás a exagerar: Nunca se devia dizer isto a ninguém, aliás. Cada problema tem o tamanho que cada pessoa acha que tem. Muitas vezes, não adianta dizer que alguém está a sofrer mais que nós, o nosso problema não fica mais pequeno por isso, continua a estar ali, a assustar-nos.

5. Vê os sintomas online: E depois vê que, de acordo com a Internet, tem um cancro e seis doenças crónicas.

6. Vai a um médico se estás tão preocupado/a: Isto parece uma boa ideia em teoria, mas a verdade é que ter ansiedade em relação ao nosso estado de saúde também implica qualquer situação que nos possa levar a descobrir uma doença grave. É certo que muitos hipocondríacos andam por aí à caça dos médicos, mas outros fogem a sete pés, pelo que dizer-lhes para irem a um médico é a mesma coisa que atirá-los aos leões.

7. A minha irmã tinha os mesmo sintomas. "Teve que ir ao hospital e descobriram-lhe um aneurisma". A sério? Dizer isto é pura maldade! Quantas vezes eu já vi mulheres no autocarro a assustarem outras assim. Até metia pena. Quer dizer, uma pessoa está ansiosa, e vocês ainda a põem mais? Não se faz.


E vocês? Sofrem de ansiedade em relação ao vosso estado de saúde? Conhecem alguém que sofre deste distúrbio?

22.8.17

5 sinais que revelam que não estás a lavar bem os teus dentes

 5 sinais que revelam que não estás a lavar bem os teus dentes

Era de esperar que a maior parte das pessoas, em adultos, soubessem lavar os dentes, mas a verdade é que isso não acontece. Ainda existe muitas pessoas que não dominam esta capacidade tão mundana do quotidiano, e acreditam em alguns mitos que contribuem para uma pior higiene oral.

Confesso, nem sempre soube lavar bem os meus dentes, o que me resultou em muitas gengivas sangrantes e algumas cáries quando era mais nova. Contudo, aprendi com os meus erros, e espero que este post ajude outras pessoas a corrigir também os seus  erros.


1. Não lavas os dentes vezes suficientes: A recomendação dos dentistas é que laves os dentes, no mínimo, duas vezes ao dia, depois do pequeno-almoço e antes de ir para a cama. O ideal seria até 3 vezes mas, sejamos honestos, não é lá muito prático lavar os dentes na escola ou no trabalho. Lavar os dentes menos que duas vezes ao dia irá fazer com que as bactérias se espalhem muito mais depressa.

2. Consegues ver placa bacteriana a formar-se nos teus dentes: Se alguns dos teus dentes estão a ficar amarelados, significa que está-se a forma placa bacteriana, o que pode causar estragos nos teus dentes.

3. As tuas gengivas sangram frequentemente: A maior parte das pessoas têm a ideia errada de que, quando as suas gengivas sangram muito, significa que estão a escovar demais mas, na verdade, significa exatamente o contrário. Não lavar bem região dos dentes próximas das gengivas pode fazer com que se acumule aí bactérias, que irritam as gengivas e as fazem sangrar.

4. Tens mau hálito: Tens mau hálito e não consegues fazer com que este desapareça, mesmo tendo sprays, pastilhas elásticas e comer comida que não a cause? Ter mau hálito pode ser sinal de que não estás a lavar os dentes corretamente há já imenso tempo, pelo que o melhor é ires a um dentista fazer uma limpeza nos dentes.

5. Estás a usar a escova de dentes errada: Se a tua escova é grande e tem pêlos muito rijos, pode estar a danificar as tuas gengivas e a deixar escapar a sujidade que aparece entre os dentes. Uma escova mais pequena e mais maleável é um grande aliado para uma boa higiene oral.


E vocês? Estavam a cometer estes erros ao lavar os dentes?

15.8.17

10 problemas que só os adultos que têm acne compreendem


Quando eu tinha 13 anos, a minha cara era maravilhosamente limpa. Enquanto os meus amigos se debatiam com o acne, eu anunciava aos quatro cantos do mundo que não sofria de tal problema e que nunca iria sofrer. Como eu me enganei! Por volta dos meus 16 anos, o acne apareceu-me em força e, desde aí, nunca mais me largou. Nem mesmo agora, nos meus 20 anos. Há fases melhores e outras piores, mas é algo com que tenho que lidar ( agora tem andado controladinho, quase que tenho a pele limpa).

Ter acne é algo que está muito associado à adolescência, por isso os adultos ficam em estado de choque quando percebem que ainda têm borbulhas. Nunca imaginaram que continuariam a ter borbulhas nos seus 20 anos, 30 ou até 40. A única coisa que podemos fazer é aceitar e seguir o tratamento receitado pelo nosso dermatologista à risca. Estes são alguns  problemas que só os adultos com acne compreendem.


1. A surpresa e o choque que tiveste quando descobriste que também se pode ter acne em adultos: E eu a pensar que só tínhamos borbulhas na adolescência...

2. Gastar fortunas em produtos para tratamento e limpeza da cara: Meus caros amigos, os produtos para rotinas faciais são extremamente caros. São capazes de nos levar à falência! Se eu tivesse uma cara perfeita, dispensava-os facilmente mas, infelizmente, tenho que ter muitos cuidados com a minha cara e seguir rigorosamente as instruções da minha dermatologista. E isso implica gastar dinheiro em creme hidratante, em gel facial, em exfoliante, em creme de borbulhas e maquilhagem própria para o meu tipo de pele. Ter acne sai caro!

3. Ouvir " eu só lavo a minha cara com água ou sabão": Se eu fizesse isso a minha cara, aconteceria uma erupção de borbulhas!

4. A agonia de nunca poderes tocar na tua cara: Quem tem acne sabe que a pior coisa que podemos fazer é tocar na nossa cara. E, no entanto, é também a mais tentadora. Apetecia-nos espremer as borbulhas todas, até não restar nenhuma mas, infelizmente, isso não só não as impede de voltar a aparecer, como prejudica a nossa pele, porque as nossas mãos estão cheias de bactérias.

5. Nenhum dia é igual: Às vezes, acordao linda e maravilhosa, com uma cara de modelo, e noutros dias pareço uma bruxa.

6. Tens inveja dos teus amigos que não sofrem acne: Quem me dera também poder andar aí com a cara sempre limpinha, sem preoucupações.

7. A semana antes do teu período é devastadora para a tua cara: Já não basta estar a sofrer com a TPM e de ter de me esvaiar em sangue a semana inteira, ainda tenho que ter um monte de borbulhas. Mãe Natureza, mas que mal é que eu te fiz?

8. Quando as pessoas te dizem " isso é só stress, isso passa": Porque é que as pessoas desvalorizam sempre as doenças das outras dizendo que é só stress? O acne também é causado pelo stress, é verdade, mas existem muitos outros fatores que não estão no nosso controlo que o desencadeiam.

9. Sentires-te para sempre com 13 anos: Podes estar a usar salto alto e um fato muito profissional, parecer muito adulta, mas a tua cara parece que ficou presa nos 13 anos. É frustrante!

10. Perceberes que o acne é uma doença crónica: A verdade dura e crua no meio disto tudo é que, se sofrem com o acne em adultos, vão sofrer com este para toda a vida. Terão que ter sempre imenso cuidado com a vossa cara e seguir os tratamentos à risca. É algo com que se tem que lidar, como qualquer outro problema de saúde. Este é apenas mais constrangedor.


E vocês? Também têm acne, mesmo em adultos? Quais é que são as vossas maiores dificuldades?

Ler também: Maus hábitos que te podem estar a causar acne.

22.7.17

5 zonas do corpo onde nos esquecemos de aplicar protetor solar

 5 zonas do corpo onde nos esquecemos de aplicar protetor solar

O cancro da pele é um dos cancros mais frequentes. A maior parte dos casos seriam evitados se não nos expuséssemos ao sol a más horas ( das 12 h às 16 h) e, sobretudo, se usássemos protetor solar.

Muitos julgam estar a tomar todas as medidas necessárias para se protegerem do sol, e julgam que o protetor solar os está a proteger de problemas futuros, mas esquecem-se de o aplicar em zonas pequenas, aparentemente insignificantes, mas que podem ser suficientes para desencadear cancro.


1. Orelhas: É um sítio que eu me esquecia  frequentemente, até me aperceber que estava sempre a sair da praia com estas queimadas. A verdade é que este é, provavelmente, o sítio em que a maior parte das pessoas se esquece de meter creme. Metemos na cara, nas bochechas, testa e nariz, mas esta zona passa-nos completamente ao lado. De acordo com estudo, as orelhas são o terceiro lugar onde aparecem mais carcionomas, pelo que devemos aplicar sempre protetor solar.

2. Couro cabeludo: Até podes nem dar por isso, mas o nosso cabelo também queima com o sol. Para o protegeres, usa sempre um chapéu e aplica protetores solares próprios para o couro cabeludo.

3. Pálpebras: Nunca ninguém se lembra desta zona. Por algum motivo misterioso, achámos que a nossa pele junto aos olhos está imune, quando é precisamente o contrário. Na verdade, esta é mais sensível do que qualquer parte do corpo, pelo que não nos devemos esquecer desta e, se possível, usar óculos de sol com protecção UV.

4. Peito dos pés: É uma zona que é também frequentemente esquecida, e que apanha muito sol. Uma vez apanhei uma queimadura nesta zona, e nos dias seguintes era doloroso usar qualquer tipo de calçado.

5. Dobra do joelhos: É uma zona que ninguém vê mas que, quando se apanha um escaldão, não deixa ninguém andar ou sentar em condições.


E vocês? Lembram-se destas zonas na hora de pôr protetor solar?

13.6.17

7 tiques que fazem mal à saúde


Não vale a pena negar, todos nós temos tiques. A verdade é que uns mais que outros, mas todos temos. São respostas involuntárias, automáticas e, muitas vezes, completamente inconscientes. Alguns são completamente inócuos, mas outros podem ser bastante prejudiciais para a nossa saúde.

Eu também tenho a minha dose de tiques. Já tive mais mas, à medida que me fui apercebendo do quanto estes prejudicavam a minha saúde, fui combatendo-os e acabando com estes. Estes foram alguns que eu já tive ( de momento, só mantenho um destes), e que aprendi que são inimigos da nossa saúde.


1. Roer as unhas: Este é um clássico sinal de ansiedade e nervosismo mas, para muitos, já se tornou um vício. Já foi um vício para mim ( tal como já disse aqui), mas agora orgulho-me de dizer que já não me lembro da última vez que roí as unhas. É um mau hábito que já ultrapassei. No entanto, ainda há muita gente com este tique, que é bastante prejudicial para a saúde. Além de fragilizarem as unhas, podem correr o risco de desenvolver infeções, uma vez que as bactérias da boca passam para as unhas e pele envolvente.

2. Estalar o pescoço: Faz-me sempre bastante impressão quando as pessoas estalam o pescoço, mas a verdade é que muita gente tem este tique ( sobretudo homens). Uma vez, um professor de Ortopedia meu explicou que o barulho característico do pescoço vem da libertação de "gases" das articulações. Contudo, apesar da sensação de alívio, a longo prazo este mau hábito pode enfraquecer as articulações e, em casos mais graves, causar lesões.

3. Tocar na cara: Num post que fiz sobre a acne, já tinha dito que estar sempre a tocar na cara pode agravar a acne, uma vez que as nossas mãos estão cheias de bactérias que, quando transportadas para a cara, causam o aparecimento de ainda mais borbulhas.

4. Ranger os dentes: Confesso, ganhei este tique há pouco tempo ( parece que, como já não roía às unhas há imenso tempo, tive que substituir o vício, infelizmente), e já percebi porque é que as pessoas que sofrem do mesmo problema se queixam, é mesmo terrível! Com o nervosismo e ansiedade, fazemos tanta pressão nos dentes que, a certa altura, nos dói os maxilares e, pior ainda, ficamos com dores de cabeça ( que é um mal com que eu já sofro muito, e não preciso que outros fatores as agravem). Aquilo que é mais grave, no meio disto tudo, é que ao rangermos os dentes constantemente, podemos estar a dar cabo dos nossos dentes.

5. Estar sempre a mastigar pastilhas elásticas: Sim, as pastilhas elásticas são ótimas para disfarçar o mau hálito e para aliviar o nervosismo em momentos mais stressantes porém, quando usadas em excesso, são muito prejudiciais. Estar sempre a mastigar chicletes pode criar disfunções mandibulares, além de causar danos no sistema digestivo. Podia-se dizer que o mal é o açúcar das pastilhas elásticas, mas agora, como a maior parte delas são sem açúcar, o problema está noutro lado. Sabiam que, quando consumidas em excesso, podem causar diarreia? Pois, eu cá não sabia, mas a verdade é que, se consumirmos de 18 a 20, é mais que certo. Mas mesmo que não cheguemos a consumir tanto ( o que, para mim, me parece um número absurdo, eu no máximo conseguia 5), pode causar vários problemas gastrointestinais, uma vez que estar sempre a mastigar algo engana o nosso estômago, faz com que este ache que ainda estamos a comer, afetando assim a nossa digestão.

6. Comer rebuçados: Comer rebuçados, por muito prazeroso que seja na altura, também não é solução para o stress. É certo que 2 ou 3 nunca fizeram mal a ninguém ( até dá energia), mas quando excesso são muito mais prejudiciais que pastilhas elásticas. Se comerem demais, ficam com os dentes cheios de açúcar, podem ganhar cáries e, na pior das hipóteses, diabetes. Portanto, o ideal é consumir com moderação ou optar por aqueles sem açúcar.

7. Roer a ponta das canetas e lápis: Admito, tinha muito este tique quando andava na primária, e até ao meu 7º ano. Era um vício realmente nojento, mas isso não me impedia de continuar com ele. Andei com este vício até ao dia em que tive um pouco de bom senso, e comecei a perceber a quantidade de bactérias que consumia inconscientemente. Os lápis e canetas andam literalmente por todo lado, por mesas, nas mesas dos nossos colegas, em estojos, bem em todo lado. E, em resultado disso, contêm muitas bactérias e germes, que nos podem expôr a vírus e doenças. Além disso, mesmo que estas bactérias não existissem, não é lá muito saudável para os nossos dentes estarem a morder e a roer coisas duras.


E vocês? Têm algum destes tiques? Quais são os outros tiques que têm e que podem ser prejudiciais à vossa saúde?

8.3.17

10 erros que podes estar a cometer no banho


Tomar banho parece ser muito fácil. Despes a roupa, ligas a torneira, ensaboas-te todo/a e já está! Mas, na verdade, é possível que estejas a cometer muitos erros que nem sequer te apercebes, erros esses que podem estar a prejudicar a tua pele, a tua saúde, o teu bem-estar, e que podem estar a promover o aparecimento de infeções.

Eu sei que mudar a forma como tomas banho, após tanto tempo, pode parecer chato e uma perda de tempo, mas prometo que vale a pena! Aqui estão alguns erros que podes estar a cometer ( e como corrigi-los).


1. Usas sabonete: Eu não uso sabonetes quando tomo banho por duas razões. Em primeiro lugar, não é lá muito higiénico esfregá-lo no nosso corpo, uma vez que há uma maior probabilidade de bactérias ficarem "coladas" neste. Em segundo lugar, a não ser que o sabonete diga especificamente que é hidratante, não os devemos usar, porque estes secam muito a pele. Eu prefiro sempre usar gel de banho.

2. Pões a água o mais quente possível: Claro que no inverno é muito agradável tomar banho de água quente, mas precisas mesmo de pôr a temperatura no máximo? Água demasiado quente seca muito a tua pele, causa-lhe irritações, e danifica o teu cabelo. Depois de ler estes factos, não precisas de começar a tomar banhos gelados, calma. O ideal é tomares banhos de água morna.

3. Não tirar a maquilhagem antes do banho: Eu sei que tirar a maquilhagem custa, mas se não a tirares antes do banho, coisas TERRÍVEIS irão acontecer! Em vez de saíres toda linda e pronta para outra, vais parecer uma zombie. Já para não falar dos danos que causarás à tua pele. Por isso, nunca te esqueças de remover a maquilhagem antes.

4. Depilas-te logo a seguir ao banho: Eu nunca cometi este erro, porque eu nunca me depilei com gilletes, eu depilo-me sempre com cera quente. No entanto, conheço muitas pessoas que têm por hábito depilar-se logo a seguir ao banho, principalmente quando esqueceram-se de se depilar e estão com pressa para algum compromisso ou saída. O objetivo de te depilares no banho é que a água "abre" os poros , "amolece" a pele, e é mais fácil de retirar os pêlos. Se te depilas logo a seguir ao banho, sem preparares a pele com  nenhum creme, aí estás a fazer com que esta fique irritada ou mesmo ferida.

5. Usas produto a mais: Não, tu não ficas melhor lavado/a se usares mais gel de banho ou champô. Muito pelo contrário, irás irritar a tua pele e fazer com que esta perca os óleos naturais que tem. Se terminas o teu champô ou gel de banho mais rápido do que aquilo que desejarias, pode ser sinal que estás a usar de mais.

6. Esperas demasiado tempo para colocares creme hidratante ( ou não o colocas de todo): Primeiro de tudo, se não estás a colocar creme hidratante logo após o banho, tens que repensar toda a tua rotina de beleza. Hidratar a pele é muito importante, sobretudo após o banho. Porque é que deves colocar creme logo a seguir ao banho? A tua pele está saturada de água, pelo que estará mais recetiva ao hidratante, logo irá absorvê-lo melhor.

7. Não usas o banho para obter a manicure de banho perfeita: Eu não sei como é com as outras mulheres, mas eu não sou propriamente uma artista no que respeita a pintar as unhas. A mão esquerda sai sempre perfeitinha, porém a mão direita sai sempre uma desgraça, com verniz fora da unha, que não sai nem por nada deste mundo! A única coisa que me soluciona este problema é tomar um banho logo que o verniz seque. As minha mãos saem de lá sempre perfeitinhas!

8.  Esfregas a tua toalha no corpo em vez de te limpares suavemente:  Há pessoas que, ao limparem-se, parece que estão a esfregar panelas! Isso faz mesmo mal à pele! Para te limpares, não precisas de andar aí a esfregares-te toda, basta passares suavemente a toalha pelo teu corpo.

9. Lavas os dentes no banho: Eu não sei porque é que tanta gente faz isto! A vossa vida é assim tão ocupada para não poderem gastar 2 minutos a lavar os doentes como deve ser? É que lavar os dentes no banho é multitasking, e acabam por nem fazer uma coisa bem nem outra.

10. Não lavas o teu pescoço: Por alguma razão desconhecida, as pessoas tendem a esquecer-se de lavar o pescoço. Uma pessoa tem sempre mil e um cuidados com as outras partes do corpo, mas varre-se por completo da nossa mente o pescoço. Desde que li uma vez num artigo que estava a cometer esse erro que, mal lavo a cara, lavo logo o pescoço para não me esquecer.


E vocês? Cometiam algum destes erros?

23.2.17

Como sobreviver quando estás doente na Universidade


Estar doente, por si só, já é suficientemente mau, e é uma grande chatice. Mas quando estamos na Universidade, em que damos calhamaços de matéria a cada semana, em que os professores muitas vezes nem sequer sabem o nosso nome, em que a pressão e a exigência chegam a atingir níveis astronómicos, é ainda mais difícil. Sejamos sinceros, os universitários não têm tempo para estar doentes, com tantos compromissos, testes, projetos, trabalhos para entregar...

Há uns tempos atrás, falei da maior probabilidade que os caloiros têm em ficar doentes porém, infelizmente, os outros estudantes universitários também não se safam.

Eu não fiquei doente no meu ano de caloira, mas fiquei este ano. Desde meios de outubro que andava com problemas de estômago horríveis, diarreia, e não conseguia comer nada sem ficar mal disposta. O problema foi piorando cada vez mais e eu, obviamente, comecei a recorrer a vários médicos, mas nenhum deles conseguia descobrir o que eu tinha. Só recentemente é que fui a uma endrocrinologista e descobri que tinha hipotiroidismo, daí os meus problemas de estômago. Não sei bem o que desencadeou o problema, mas muito provavelmente foi o stress que o causou.

Infelizmente, o nosso sistema imunitário desilude-nos de vez em quando, e "brinda-nos" com alguma doença. No entanto, é possível sobreviver ao facto de estar doente e estar na Universidade, seguindo estas dicas.


1. Não faltes às aulas, apenas em casos extremos: Embora estar com uma constipação, por exemplo, seja uma boa desculpa para faltares, quando melhorares vais-te arrepender. Na Universidade, a matéria é dada a uma velocidade alucinante, por isso é provável que, se faltares apenas dois dias, percas logo o fio à meada. Vai ser mais difícil estar atento/a e concentrado/a nas aulas assim, obviamente, mas é um esforço que certamente será recompensado. Guarda as faltas das aulas para situações mais graves, em que estejas muito pior.

2. Se faltares, pede apontamentos aos teus colegas: No caso de não teres conseguido mesmo ir às aulas ( o que é perfeitamente aceitável, até melhoras mais depressa se estiveres em casa) pede os apontamentos que os teus colegas tiraram durante estas.

3. Quer faltes ou não, assegura-te de que descansas bastante: Quer vás ou não às aulas, assegura-te que dormes e descansas o suficiente. É fácil estudar horas seguidas quando estás bem, mas quando estás doente o melhor é estudar menos horas e concentrado/a, do que muitas e cansado/a.

4. Mantêm-te hidratado/a: Beber água é muito importante quando estás bem, porém quando estás doente é ainda mais importante. Desta forma, melhorarás mais depressa.

5. Come muitos legumes e fruta: Lá por estares doente e triste por isso, não quer dizer que devas compensar-te a comer doces e fritos. Isso só te vai fazer piorar. Come muitos legumes, fruta e sopa, para assegurares que estás a fornecer as vitaminas essenciais ao teu organismo, que vão fortalecer o teu sistema imunitário e fazer com que melhores mais depressa.

6. Anda com o teu kit: Cria um kit com todos os medicamentos que necessitas para melhorares, e certifica-te que os tomas sempre às horas certas. Inclui coisas como Brufen, Benuron, Ilvico, Strepfen caso andes com dores de garganta...

7. Caso não melhorares ou tenhas algo grave, vai ao médico: Não esperes que algo de grave te aconteça para ires ao médico. Eu sei que os horários na Universidade são muito apertados e há muito que estudar, mas se não melhorares ou se sentires que tens algo grave, o melhor é consultar um médico o mais rápido possível.



E vocês? Têm algumas dicas para sobreviver ao facto de se estar doente na Universidade?

8.2.17

Porque não devemos eliminar o glúten da nossa alimentação


Nos dias de hoje, perder peso e fazer dietas está cada vez mais na moda.  Dietas Detox, sem hidratos de carbono, dieta vegetariana são apenas alguns exemplos de dietas a que as pessoas recorrem para perder peso. É muito bom trabalharmos para termos uma vida mais saudável mas, infelizmente, acho que esta moda já se está a tornar uma obsessão, que pode ser até prejudicial para muitas pessoas.

Uma das das grandes modas a que as pessoas estão a aderir são aos alimentos sem glúten. O glúten é uma proteína que se encontra principalmente em alimentos como pão, cereais, arroz, etc. Muitos acreditam que, ao removerem esta proteína da sua alimentação, obterão o peso que querem e uma barriga mais lisa.

Graças a esta tendência com cada vez mais dimensão, são muitos os supermercados que já disponibilizam os mais variados produtos sem glúten, como bolachas, arroz, cereais, pão, até gomas,...

O glúten é uma preocupação para quem é celíaco, uma doença auto-imune, que estima-se que afeta 1 a 3% dos portugueses. Para estes doentes, a proteína desencadeia uma reação inflamatória no corpo, podendo causar complicações gastrointestinais, como sensação de enfartamento e diarreia. É uma doença muito complicada, que limita muito a alimentação dessas pessoas, mas penso que hoje em dia seja um pouco mais fácil para elas, com a variedade de produtos sem glúten que já é possível comprar.

No entanto, será que a alimentação sem glúten beneficia pessoas que não sofram desta doença? Se me fizessem esta pergunta há uns tempos atrás eu diria que não, que quem faz isto estaria a privar-se, mas que não iria ter muitas complicações de saúde. No entanto, recentemente a minha prima, que é nutricionista, referiu que sim, é bastante prejudicial, e eu fiquei bastante surpresa com a resposta. Segundo o que ela me explicou, as enzimas de digestão do glúten são criadas por estimulação. Isto significa que, se não consumirmos glúten, essas enzimas não serão criadas, logo o nosso corpo vai se desabituar à proteína. Assim, quando formos, por exemplo, a uma festa de aniversário, e comermos bolo, o nosso corpo poderá reagir muito mal.

Portanto, a não ser que sofram de doença celíaca, não é aconselhável que larguem o glúten. Existem muitas formas de perderem peso e serem mais saudáveis ( como já falei aqui), pelo que não há necessidade de prejudicarem a vossa saúde por uns quilinhos a menos.


E vocês ? Sabiam deste facto?

2.2.17

Como o stress te pode fazer ganhar peso


Todos nós temos alguma noção dos efeitos devastadores que o stress pode ter no nosso organismo. Causa-nos insónias, deixa-nos maldispostos, pode causar-nos dores de cabeça, depressão... Mas, para além destes sintomas nada agradáveis, também pode fazer-nos ganhar peso.  Todos os nossos esforços de perder/manter peso podem ir por água abaixo se não soubermos acalmar-nos e não evitarmos que as seguintes coisas aconteçam.


1. Comer por causa de fome emocional: Muitas vezes nós não temos verdadeiramente fome, mas estamos tão stressados e/ou chateados com algo, que temos aquilo a que muitas especialistas chamam de fome emocional, que é ter necessidade de comer para combater emoções negativas. Quantas vezes já tivemos stressados com um teste, por exemplo, e fomos ao McDonalds fazer uma pausa, e comer todos os fritos e porcarias que lá havia? Embora isso saiba bem na hora, não será bom, a longo prazo, para a nossa saúde, sobretudo se for algo que façamos frequentemente. Por isso, se achas que estás com fome e estás muita stressada, bebe um copo de água, faz uma pausa e faz algo que te dê prazer. Se isto não resultar, come um snack saudável, como fruta ou umas tortilhas de milho.

2. Esqueceres-te de comer: Muitas pessoas muito stressadas e atarefadas dizem frequentemente " não tenho tempo para comer, tenho muito que fazer". Pode parecer que estão a perder calorias ao comer menos mas, na verdade, estas pessoas, ao final do dia, têm mais fome, e têm tendência a comer mais ao jantar e a petiscar mais, o que acaba por fazê-las engordar. Quando não tens muito tempo para comer, tenta ter sempre um ou dois pacotes de bolachas contigo, para não saltar lanches.

3. Não fazer exercício físico: Quando estamos muito stressados e um mil e uma coisas para fazer, a última coisa que nos apetece é fazer exercício físico, a atividade que elminaria grande parte do stress. Faltar a um ou dois treinos, de vez em quando, não tem mal, mas se avanças treinas frequentemente, é provável que comeces a ganhar peso.

4. Secreções de hormonas que te fazem engordar: Quando estamos stressados, libertamos muito cortisol, uma hormona que contribuí para ganhar peso. Além disso, o nosso oganismo também liberta grelina, uma hormona responsável pelo ganho de apetite.

5. Fazer más escolhas alimentares: É mais difícil tomar qualquer tipo de decisões quando estamos nervosos, sobretudo decisões alimentares. Quando damos conta, estamos na secção de bolachas do supermercado, em vez de estar na secção dos legumes ou fruta! Por isso, certifica-te que tens refeições saudáveis preparadas para as alturas em que tiveres mais stressado/a, para evitares de fazer más escolhas.


21.1.17

5 problemas que enfrentas após perder peso


Até ao meu Secundário, sempre fui uma pessoa muito magra, com um metabolismo invejável que me permitia comer de tudo sem engordar um único grama. Contudo, no meu 12º ano, a sorte inverteu-se e, quando dei conta, tinha engordado 5 quilos, o que para muitos não é nada, mas para mim foi algo que teve grande impacto, porque vi na balança o número mais elevado que já alguma vez tinha visto em mim. Após o choque inicial, pedi ajuda à minha prima ( na altura estudante de nutrição, agora já é nutricionista), que me fez uma dieta adequada às minhas necessidades ( e em que eu não passasse fome e pudesse comer doces na mesma, de vez em quando) e perdi peso de maneira bem sucedida. Desde então, apesar de algumas pequenas oscilações ( como é normal), mantive-me no meu peso ideal e, principalmente, mantive a minha dieta e um estilo de vida saudável.

Apesar de não ser nenhuma especialista em perder peso ( porque perder 5 quilos não é nada, comparado com pessoas que perderam 20 ou 30 quilos), enfrentei alguns problemas nos meses a seguir à minha perda de peso, alguns dos quais ainda enfrento. Na verdade, quer tenhas perdido 2 quilos ou 20 quilos, certamente que enfrentarás alguns destes problemas que vou falar a seguir.


1. Continuar a comer de forma saudável: Quando querias perder peso, sabias que a melhor maneira de o fazeres era através de uma alimentação saudável, por isso acabavas por estar muito mais motivado/a para isso. No entanto, mal atinges o teu peso ideal, descobres que é bastante difícil continuar a fazer uma alimentação direitinha sem teres aquele objetivo de consumires poucas calorias para perder peso. De vez em quando, vais ter uma "recaída" e abusar nas gorduras e doces. São desejos normais mas que, se não controlados, podes voltar a ter que perder peso e depois a comer mal novamente, e entras num ciclo vicioso que nunca mais acaba. Tudo isto pode ser evitado se te comprometeres agora a seguir o teu plano alimentar, e cometer erros muito de vez em quando ( sim, porque todos nós temos direito a gulosices de vez em quando).

2. Começar a faltar a treinos: Lá porque atingiste o teu objetivo de peso, não quer dizer que agora possas abandonar o exercício físico e voltar às tardes no sofá. Deves continuar a fazer exercício para manteres o teu peso e, principalmente, te manteres saudável. Portanto, não avances treinos! Avançar treinos não só faz com que ganhes todo o peso perdido, como também posteriormente com que te sintas mais em baixo e culpada.

3. Tentações em todo o lado: Jantares de família, almoços/jantares com os amigos, festas de aniversário, jantares de emprego,... Parece que existem tentações em todo o lado!  De vez em quando, podes e deves até comer aquilo que te apetece, sem olhar a calorias, porém se quiseres manter o teu peso deves resistir às tentações e lembrar-te que tens objetivos maiores do que um almoço calórico. Portanto, na maior parte das vezes, tenta optar pela opção mais saudável dos restaurantes, leva o teu almoço para o trabalho, e recusa mais comida nos jantares de família.

4. Olhar para fotografias antigas e ficar horrorizado/a ou com nojo: Depois de todos os elogios que recebes e a tua fase inicial de alegria extrema, começas a pensar no passado e no que vias ao espelho anteriormente. E como se estes pensamentos negativos já não bastassem, vais ver fotos do passado, do teu "eu" com mais uns quilos. E ficas horrorizado/a e com nojo de ti próprio/a, por já te teres permitido pesar tanto!  Muitas vezes, tu nem sequer tinhas assim tantos quilos, mas a tua mente tem tendência a exagerar, o que faz com que te sintas horrível. Mas não há nenhuma razão para te sentires horrível. Afinal, já atingiste o teu peso ideal! Por isso, para de te preocupar com o passado, e aproveita o presente.

5. Manteres um estilo de vida saudável: Manter um estilo de vida saudável após perder peso não é tão fácil como parece. A maior parte das pessoas pensa que, depois de perder todo aquele peso, será tudo mais fácil. A verdade, é que ter um estilo de vida saudável exige que faças escolhas todos os dias, que penses sempre na opção mais saudável dos restaurantes, a forma mais barata e prática de cozinhar refeições saudáveis em casa, gerir o tempo para fazer exercício físico,... É preciso muita força de vontade, motivação e criatividade para manter um estilo de vida saudável.


E vocês? Já tiveram que passar pelo processo de perder peso? Quais foram os problemas que enfrentaram após perder peso?

Lê também: 7 pensamentos que estão a sabotar a tua perda de peso.

19.1.17

7 erros que cometes ao lavar a tua cara


Lavar a cara parece o passo mais fácil na tua rotina de cuidados de beleza e higiene. Contudo, é possível que estejas a cometer alguns erros sem que te apercebas.

Antes de sofrer de acne, eu não ligava nenhuma ao processo de lavar a cara. Eu lavava a cara como calhava, e pronto, já estava. Contudo, quando fui a uma dermatologista, e esta deu-me uma série de produtos e instruções, percebi que temos que ter mais cuidados com o rosto do que pensamos. Obviamente, não é preciso mil e um produtos nem mil e um passos, mas há que ter alguns cuidados para não cometer estes erros.


1. Não lavas as mãos primeiro: Pensa em todas as portas que abriste, superfícies e coisas que as tuas mãos tocaram todo o dia. Todos esses sítios estão cheios de bactérias e germes não visíveis a olho nu e tu, muito provavelmente, não queres todos esses micróbios na tua cara. Por isso, antes de lavares a tua cara, certifica-te que lavas as mãos primeiro.

2. Não retiras a maquilhagem antes de lavar a cara: Ao contrário do que a tua avó te diz, a maquilhagem não sai com água e sabão. Muito menos nos dias de hoje, em que muitos dos produtos já são à prova de água. Assim, se queres que a tua cara fique 100 % limpa, tens que tirar a maquilhagem com desmaquilhantes ou tónicos próprios para isso, caso contrário a única coisa que estarás a fazer é sujar ainda mais a tua cara.

3. Estás a lavar a cara vezes demais: Nem 8 nem 80! Quando fiz um post sobre o acne, já tinha dito que este era um mau hábito que piorava o problema. Lavar o rosto demasiadas vezes não prejudica apenas as pessoas com acne, mas todas as pessoas que queiram ter a pele saudável. Lavá-la vezes demais retira os seus óleos naturais, que são essenciais. O ideal é lavar a cara apenas de manhã e à noite.

4. Não estás a usar o produto de limpeza correto: Não sei como é com vocês, mas eu não lavo a cara só com água. Há uns tempos atrás, a minha dermatologista receitou-me um produto de limpeza adequado à minha pele mista, e que não prejudica a minha acne. Parece bastante óbvio escolher o produto de limpeza correto mas, na verdade, é mais difícil do que parece. Existem mil e um produtos no mercado, com os mais variados ingredientes e efeitos. Escolher o errado pode prejudicar gravemente a tua pele. Na dúvida, escolhe um que seja neutro, adequado a todos os tipos de pele, ou então fala com um dermatologista.

5. Lavas com água demasiado quente: Só me apercebi que isto era um erro quando a minha dermatologista mo disse. Lavar com água quente pode ser muito tentador, principalmente no inverno, contudo é muito prejudicial para a pele, pois pode queimar os capilares da cara, resultando muitas vezes naqueles pontinhos vermelhos que vês na cara. Se não gostas de lavar com água fria, tenta ao menos lavar com água morna ligeiramente para o fria.

6. Usar a mesa toalha com que limpas as mãos: Como já referi, as nossas mãos andam em contacto com muitas bactérias, pelo que usar a mesma toalha com que limpamos as mãos para limpar a cara não é boa ideia. Usa uma toalha própria para o rosto, de preferência com um tecido pouco irritante.

7. Não hidratares a tua pele: Se lavares sempre a cara sem colocares creme hidratante a seguir, a tua pele começará a ficar muito seca e/ou irritada. O creme hidratante que usares deve ser adequado às características da mesma.


E vocês? Cometiam algum destes erros? Que cuidados têm quando lavam a cara?

16.1.17

10 coisas que deves fazer após uma má noite de sono


Já nos aconteceu a todos... Ou porque fizemos uma direta para estudar, ou porque ver mais dois episódios da nossa série era mais apetecível, ou porque simplesmente não conseguíamos esquecer os problemas e, por conseguinte adormecer. É do senso comum que devemos dormir 7/8 horas por noite, contudo, nem sempre é possível.

A manhã seguinte é sempre uma tragédia. Estamos completamente exaustos, mal nos conseguimos levantar da cama, temos olheiras até à China, e parece que o nosso corpo pesa chumbo. Como enfrentar o dia que temos pela frente, com poucas horas de sono? Hoje partilho umas dicas para tornar dias assim um pouco mais fáceis.


1. Não cliques no botão snooze: Não vale a pena adiar o inevitável. Por muito má que a tua noite tenha sido, tens horários e compromissos a cumprir, por isso mais vale levantares-te mal o despertador toque. Se estiveres sempre a pô-lo para mais 10 minutos, além de exausto/a, ficas atrasado/a e stressado.

2. Deixa o sol entrar no teu quarto: Eu sei, eu sei, quando estamos cansados, a última coisa que queremos é luz a ferir-nos os olhos mal acordamos, mas acredita que é isso que te vai ajudar a acordar e sair mais facilmente da cama. Se estiver um dia de sol, ergue as persianas, abre as cortinas, e deixa os raios de sol entrarem no teu quarto.

3. Muda a tua atitude: Qualquer quer que tenha sido a razão pela qual não dormiste bem, tendes sempre a sentir-te culpado/a... Culpado/a porque te deitaste tarde, ou fizeste uma direta, ou não conseguiste adormecer depressa.... De qualquer das formas, andares a sentir-te culpado/a e angustiado/a por não teres tido uma boa noite de sono não te vai ajudar a enfrentar o dia que tens pela frente. Portanto, perdoa-te por não teres tido uma boa noite de sono, põe um sorriso na cara, e finge que dormiste bem e estás pronto para tudo/a ( fingir que dormiste bem ajuda muito, acabas por enganar o teu cérebro e sentires menos o cansaço).

4. Bebe café ( mas em excesso não!): Em dias em que dormimos pouco, o café é sempre uma grande ajuda, para nos dar forças! No entanto, cuidado, não abuses do café porque, para além de ficares muito agitado/a, impede-te de dormir bem nessa noite ( e, depois de uma noite mal dormida, a última coisa que tu precisas é de dormir mal outra vez).

5. Come com sabedoria: A tentação é comeres todos os doces que podes quando dormes mal, para teres energia extra. No entanto, o açúcar, apesar de dar energia, é por pouco tempo, depois os seus efeitos são semelhantes a uma ressaca. Além disso, não comas refeições muito pesadas, porque podes correr o risco de ficar com ainda mais sono.

6. Bebe muita, mas muita água: É muito importante beberes água todos os dias, mas quando dormes mal é ainda mais importante. Beber muita água, especialmente se for fria, vai aumentar o teu estado de alerta.

7. Completa a tua lista de tarefas o mais cedo possível: Se tiveste uma má noite de sono, o mais provável é que pela tarde estejas exausto/a. Por isso, quanto mais depressa despachares as tuas tarefas, mais depressa podes descansar. Não adies as tarefas, porque é provável que não as consigas cumprir ao final do dia.

8. Está com o dobro do alerta e cuidado que estás nos outros dias: Não é segredo para ninguém que dormir pouco afeta-nos mentalmente e fisicamente, e afeta principalmente a nossa atenção e concentração. Por isso, se dormiste pouco num dia, deves estar mesmo alerta nesse dia, especialmente se tiveres que conduzir ou trabalhar com maquinaria pesada.

9. Não durmas em demasia na noite seguinte: Tal como já falei neste post, esta cena de compensar uma noite mal dormida a dormir 14 horas na noite seguinte não existe. O nosso organismo não funciona assim, não acumula nem tem débitos de sono. Assim, se dormiste mal numa noite, dorme na mesma as 7/8 horas de sono que costumas dormir, e vais ver que vais te sentir como novo/a no dia a seguir.

10. Não ponhas demasiado pressão na noite seguinte: Quando não dormes numa noite, seja qual for o motivo, sentes sempre muita pressão para repores a energia na noite seguinte. No entanto, demasiada pressão pode fazer com que também não durmas bem nessa noite. É importante que relaxes e que penses que o mais provável é que adormeças rápido, afinal tiveste todo o dia cansado/a, só precisas de relaxar e, certamente adormecerás com facilidade.


E vocês? O que fazem quando têm uma má noite de sono?

Ler também: Como dormir melhor.

9.1.17

7 pensamentos que estão a sabotar a tua perda de peso


A nossa mente pode ser o nosso maior inimigo, principalmente quando a questão se trata de perder peso. Se não controlares os teus pensamentos, estes irão deitar-te abaixo, desanimar-te e, sobretudo, impedir que os teus esforços para seres mais saudável recompensem.

Estes são os pensamentos mais comuns que impedem as pessoas de perder peso.


1. Já falhei demasiadas vezes: Estes é um dos pensamentos que mais destrói os objetivos de peso das pessoas. Já tentaste perder peso várias vezes, e falhaste em todas. Por isso, "é muito provável que me aconteça o mesmo outra vez" pensas tu. Este tipo de pensamento negativo é o primeiro passo para, precisamente, falhares outra vez. Escolhe pensar antes que cada dia é uma nova oportunidade para fazeres mais e melhor.

2. Um doce não me irá fazer mal: Este é o pensamento de grande parte das pessoas quando estão em dieta. De facto, não é um doce que te irá fazer engordar, mas o facto de pensares assim continuamente e de ser sempre mais um doce é que te irá impedir de perder peso. Um doce de vez em quando não faz mal, mas se não consegues resistir de todo aos doces, e depois de um, vão sempre mais dois ou três, o melhor é não comer de todo.

3. Não me devia estar a privar: Quantas vezes já tiveste este pensamento, quando estavas num restaurante ou grande jantar, e toda a gente estava a comer sobremesa menos tu? Obviamente que estás a perder alguns prazeres da vida, comida boa, porém, não podes dizer que te estás a privar de algo. Privar significa " falta de satisfação de alguma necessidade" e, sejamos sinceros, uma fatia de bolo de chocolate não é propriamente uma necessidade, é uma gulosice.

4. Começo amanhã: Este é o pensamento mais famoso de sempre. Todos nós temos uma tendência natural para deixar para amanhã o que pode ser feito hoje, mas é algo que temos que contrariar, e que exige força de vontade. Não é preciso começar a dieta no primeiro dia do mês ou no primeiro dia da semana, qualquer dia ou hora é bom para começar a mudar a nossa vida para melhor.

5. Já estraguei tudo hoje: Lá porque comeste um almoço muito calórico ou lanchaste três fatias de bolo, não quer dizer que tenhas que dar tudo como perdido, desistir e continuar a comer comida calórica. Sim, podias começar a comer bem outra vez amanhã, mas também podes começar hoje a compensar.

6. Não tenho tempo para isto: Todos nós nos queixamos de falta de tempo, que " o dia só têm 24 horas, não há tempo para tudo", mas será que estamos mesmo a gerir esse tempo como deve ser? Secalhar, em vez de fazer exercício, passamos esse tempo a ver televisão. A verdade é que o dia nunca terá mais que 24 horas, somos nós que temos que criar tempo para atingir os nossos objetivos.

7. Perder peso é muito caro: Sim, é verdade. Comer uma pizza é muito mais barato do que ir ao supermercado comprar produtos frescos, legumes e fruta, mas se não cuidares agora da tua saúde, a longo prazo vais gastar muito mais dinheiro em médicos e medicamentos, por não teres cuidado bem de ti.


E vocês? Quais é que acham que são os pensamentos que impedem as pessoas de perder peso?