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16.12.17

5 formas inconscientes de encorajar hábitos alimentares poucos saudáveis durante o natal

5 formas inconscientes de encorajar hábitos alimentares poucos saudáveis durante o natal

Durante a época natalícia e o Ano Novo, são muitos os comportamentos pouco saudáveis que as pessoas têm. Porém, alguns destes comportamentos, apesar de parecerem inofensivos, podem incentivar outras pessoas a ter hábitos alimentares pouco saudáveis ou mesmo a terem uma pior relação com o seu próprio corpo, além de poderem piorar a recuperação de quem está a sofrer de algum tipo de distúrbio alimentar.

Estas são algumas formas através das quais, não intencionalmente, encorajamos os outros a adquirir hábitos alimentares pouco saudáveis.


1. Encorajar uma pessoa que já está cheia a comer mais: "Come só mais uma fatia deste bolo", " espera até provares os outros bolos", " Estás pronto/a para a segunda ronda?". Embora estas frases possam parecer muito simpáticas e convidativas, estão a incentivar-nos a ignorar os sinais do nosso próprio corpo. Embora não nos devamos sentir mal por comer demais de vez em quando ( todos nós temos direito às nossas indulgências), incentivar este comportamento é completamente diferente. Além disso, o natal não significa comer até mais não. Embora o natal também envolva tradições gastronómicas, nem tudo gira à volta da comida. É possível comer de forma consciente, dando mais importância a fatores internos do que externos e, mesmo assim, apreciar esta época.

2. Tornar a comida uma obrigação social: Outra das razões que levam as pessoas a comer mesmo depois de estar cheias é por obrigação social/moral. Quando participamos numa atividade de grupo, como é o caso dos jantares de natal, sentimos frequentemente necessidade de mostrar apreciação e agradecimento por quem fez os bolos todos, os que nos leva a comer mesmo não tendo fome e/ou sem nos apetecer. Isto é uma expetativa injusta para colocar nas pessoas, principalmente se elas estiverem numa dieta ou tiverem alguma condição de saúde que agrave com a ingestão de certos alimentos. Lá por não estarmos a comer o mesmo que as outras pessoas não quer dizer que não estejamos a socializar com elas.

3. Reclamar sobre o quanto comeram demais: Muitas pessoas, após terem exagerado na comida durante a época natalícia, sentem-se enojadas em relação ao seu próprio corpo e reclamam sobre o quanto comeram. Este tipo de conversas pode parecer inofensivo ( até porque todos nós caímos na tentação de abusar de vez em quando), mas se estas conversas ocorrerem perto de pessoas que se sentem inseguras em relação ao seu corpo, pode aumentar ainda mais as suas inseguranças. Por exemplo, se uma pessoa que se sente mal com o seu corpo comeu o mesmo que tu, e tu fazes um comentário assim, ela vai sentir-se ainda mais culpada do que o que já se costuma sentir. Expressar vergonha ou arrependimento de comer demais pode passar a mensagem que é algo negativo, imoral, quando na verdade é apenas um comportamento pouco saudável mas que, apesar disso, não deve ter conotações morais.

4. Comentar o que as outras pessoas comeram e/ou o seu corpo: Entre cumprimentos e elogios sobre a perda/ganho de peso, comentários sobre a aparência de uma pessoa ou avaliar o que as outras pessoas estão a comer ( especialmente se sofrerem de algum distúrbio alimentar), o jantares de natal podem ser stressantes. Elogiar a aparência das pessoas não tem mal nenhum, mas é melhor manter os comentários sobre ganhos/perda de peso para nós próprios se não conhecemos bem a pessoa ou se temos conhecimento que ela está a sofrer ou a recuperar de algum distúrbio alimentar. Perder/ganhar peso pode ser bom do nosso ponto de vista, mas pode ser mau no ponto de vista da outra pessoa. Outra coisa que eu não acho muito correto é comentar o que as outras pessoas estão a comer, como se o jantar fosse uma espécie de avaliação de quem come menos/mais. Cada um come aquilo que quer, e não tem de ser julgado por isso.

5. Falar de "fazer dieta" depois da época festiva: Em primeiro lugar, o "fazer dieta" é algo que não existe. A dieta são os nossos hábitos alimentares, uma rotina que criamos, permanente, e que não dura apenas duas semanas. O termo mais correto para nos referirmos a uma mudança de hábitos alimentares é reeducação alimentar. Continuando, a resolução de Ano Novo mais comum é " perder peso". Todos os anos é a mesma coisa, as pessoas abusam no Natal e Ano Novo, e depois começam dietas malucas em janeiro. Isto cria ideias erradas sobre o que são hábitos de vida saudáveis, principalmente nos jovens.

15.12.17

25 pensamentos que toda a gente tem no aeroporto

 25 pensamentos que toda a gente tem no aeroporto

Ah, férias! É uma boa altura para fazer as malas e ir viajar para locais de sonho, como Paris, Londres,... Mas antes disso, ainda temos que ir para o aeroporto. E desengane-se quem pensa que é só levar o BI/passaporte e as malinhas, passar na segurança e já está. É muito mais complexo do que isso, envolve esperar em filas longas, passar fome, ver lojas caríssimas nas quais nunca poderemos comprar nada e aguentar a bexiga até ao último minuto antes do embarque.


1. Ok, cheguei aqui e ainda falta muito tempo para apanhar o voo, vou comprar alguma coisa para comer.

2. Onde é que é o meu terminal?

3. Olhem para aqueles parolos a esperarem naquele fila longa?

4. Espera, eu também tenho que esperar nessa fila?!

5. Muitas destas pessoas não percebem o conceito de uma fila.

6. Será que eu vou ter que dar um seminário sobre como fazer filas?

7. Eu só estou aqui há 15 minutos, e já preciso de um escravo que me carregue as coisas por mim.

8. Olha para as hospedeiras, todas arranjadinhas, de batom vermelho, com as malinhas a acharem-se as maiores.

9. E os pilotos, todos com ar muito importante... Vocês acham-se os maiores só porque sabem pilotar um avião? Poupem-me...

10. Ah, finalmente, chegou a minha vez de passar pela segurança.

11. Tenho que tirar o cinto... O aeroporto é o único lugar onde ficas literalmente com as calças na mão.

12. Devo fazer contacto visual? Sorrir? O que é que é menos suspeito aqui? Eu não tenho nada a esconder, mas ainda assim...

13. *BEEP* *BEEP*.

14. Merda, isto está a apitar, eu não tenho nada, não me prendam... Espera, esqueci-me de tirar as pulseiras.

15. Tenho que deitar fora a água? Isto é estúpido, é mesmo para me obrigarem a gastar 3 euros com uma garrafa de água depois de passar pela segurança.

16. Posso passar agora? Muito obrigada, estava a ver que não.

17. Tenho que pegar nos meus pertences todos depressa para não atrasar a fila... Oh meu Deus, está tanta gente a olhar para mim à espera que me despache... e já me estão a ultrapassar... Bolas!

18. Afinal nem demorou assim tanto. Vamos ver lojas.

19. Tenho fome, vou comprar um chocolate... 6 euros?!

20. Oh, olha ali a Victoria Secret, tenho que ir à Victoria Secret!

21. Porque é que tudo é tão caro?!

22. Eu só compro revistas em aeroportos, é impressionante!

23. Faltam 20 minutos para o embarque... Tenho que esperar até ao último segundo para fazer xixi ( porque não vou fazê-lo a 35 000 pés do chão).

24. Sim, podes ver o meu bilhete de identidade/passaporte. Já o mostrei 1000 vezes hoje, por isso mais uma vez já não faz diferença.

25. Ah, finalmente vou sentar-me no avião. Estou no lugar do meio, eu queria ir à janela...


E vocês? Que pensamentos é que têm quando estão no aeroporto?

14.12.17

10 razões pelas quais a Universidade é igual ao Jardim de Infância

10 razões pelas quais a Universidade é igual ao Jardim de Infância

Universidade. É aquela altura da vida em que tu finalmente ganhas " liberdade" e te tornas num "adulto". Porém, no meio de tantas mudanças, apercebeste-te que, afinal, já passaste por uma fase semelhante. Querem ver que isto afinal é o Jardim de Infância parte 2?


1. Precisamos de sestas regulares para funcionar: Para os estudantes  pode ser antes das aulas, depois de um teste, ou antes de começar uma grande maratona de estudo. Para as crianças da pré-escolar pode ser antes ou depois da escola. Mas, independentemente da idade, quando ou onde, os universitários e as crianças precisam de sestas para funcionarem.

2. Precisamos de doces: Tanto os universitários como as crianças fazem a mesma pergunta, com os meus olhos ternurentos e persuasores " Tens doces?".

3. Ou comida: Em crianças são papas, e enquanto universitários são tupperwares. Mas às vezes também são papas heheheh.

4. Às vezes choramos sem razão aparente, tipo do nada: Às vezes, é comum as crianças começarem a chorar do nada. Também é comum nos universitários. Estamos a meio da aula e, do nada, começamos a chorar baba e ranho, porque a vida é demasiado insuportável e nós só queremos voltar para o colo das nossas mamãs.

5. E, por falar nisso, às vezes só queremos a nossa mãe: Quando fomos para o infantário, certamente que todos nós choramos, porque só queríamos ficar em casa com as nossas mães. Quando fomos para a faculdade, festejámos mais do que devíamos a ausência delas. Mas, apesar de tudo, mesmo como jovens adultos, por vezes a única coisa que queremos é a nossa mamã.

6. Toda a gente usa roupa confortável: Na Universidade ninguém quer saber a roupa que estás a usar. Até podes ir para as aulas de pijama. O mesmo se aplica no Jardim de Infância. Desde que estejam confortáveis e se possam mover à vontade, tanto as crianças como os estudantes não querem saber da moda para nada.

7. Não temos dinheiro: O dinheiro é algo que não existe nos bolsos das crianças nem nos bolsos dos universitários. Portanto, as nossas opções são implorar por dinheiro aos nossos pais, esperar que os nossos avós nos ofereçam dinheiro ou então esperar pelas notas que nos dão no aniversário e no natal.

8. Pedimos aos nossos pais tudo aquilo que queremos: Quer sejam doces no supermercado ou, no caso dos universitários, compras em geral no supermercado, as crianças e os estudantes universitários estão sempre a pedir coisas aos pais.

9. A vida não faz sentido nenhum: Quando és crianças não sabes nada sobre a vida. À medida que vias crescendo, vais ganhando experiência e novos conhecimentos, mas entras na faculdade e chegas à conclusão que afinal não sabes nada da vida e não sabes o que andas a fazer.

10. Gostamos de brincar: As crianças gostam de brincar com brinquedos e os universitários, bem, gostam de brincar com outras coisas ( if you know what I mean).

13.12.17

Wish Concept Store: Uma loja de sonho!

Wish Concept Store: Uma loja de sonho!

Sabem aquelas lojas em que entramos e dizemos " Comprava tudo desta loja!" ? Bem, esta é uma delas. Comprava literalmente todos os artigos de lá, se pudesse. Há uma semana, estava eu e os meus primos a passear pela LX Factory quando nos cruzámos com esta loja, que me sussurrou "entra" e eu tive que o fazer imediatamente. É uma verdadeira perdição, quem me dera ser rica para comprar aquilo tudo!

Nas palavras de Margarida Eusébio, a criadora da loja, a Wish Concept Store é " o lugar onde mundo aterra, onde a paixão tem sabor a alegria, onde a vida é feita de sorrisos". E de uma forma tão simples, a Margarida resumiu aquilo que eu senti quando entrei lá. É mesmo um lugar de sonho, onde a tristeza fica fora da porta, e só conseguimos ter olhos para os produtos incríveis que lá vendem. Tudo é bonito, cada detalhe é pensado ao pormenor, objetos selecionados como se uma bela coleção se tratasse.


A Wish apresenta uma série de produtos, como cadernos, lápis, canetas, porta-velas, chávenas e bules, entre muitas outras coisas maravilhosas. É também um excelente sítio para procurar material para DIYs, já que vendem materiais como cordeis, carimbos de biscoitos e papéis de estampados. 

A felicidade está nas pequenas coisas, nos pormenores mais simples, em rodearmo-nos de coisas boas. E a Wish é o lugar ideal para encontrar objetos que representam tudo isso.


E vocês? Já conheciam a Wish Concept Store?

( Fotos: Wish Concept Store)

12.12.17

Como escrever bom conteúdo sazonal

Como escrever bom conteúdo sazonal

O conteúdo sazonal, associado a certas épocas específicas do ano, é algo que podes publicar vezes sem conta no teu blog, sem aborrecer os teus leitores nem repetires-te. Toda a gente adora ler este tipo de publicações, associadas ao inverno, natal, verão, etc. , porque aprende-se sempre umas dicas novas, lêem-se histórias engraçadas ou ganham-se novas ideias. Contudo, aquilo que eu tenho aprendido é que nem sempre este conteúdo é bem recebido, por isso temos de ter cuidado com a forma como o estruturamos para estes continuarem a ser úteis e relevantes e não se tornarem aborrecidos.


1. Pensa nas melhores alturas para publicar determinados posts: Parece uma dica um bocado óbvia, mas é importante relembrar. Obviamente que não vais começar a publicar posts sobre o natal em pleno verão, nem vais estar a falar de verão em meses de inverno. Dependendo da época do ano associada a determinado tipo de conteúdo, o tempo que tens para publicar esse conteúdo pode variar. Por exemplo, o Natal é uma época mais longa do que a Páscoa para publicares determinados posts e a Páscoa é uma época mais longa que o Carnaval para outro tipo de publicações.

2. Não publiques só posts sazonais, vai variando: O conteúdo sazonal tem muitos benefícios, mas também tem as suas desvantagens. Para começar, se tens leitores estrangeiros ( como os do Brasil), eles estarão numa estação do ano diferente da tua, pelo que não se interessarão por esses tipos de posts. Além do mais, há eventos específicos que só ocorrem em certas regiões, pelo que quem vive noutras cidades perde o interesse. Ou, simplesmente, existem pessoas que não estão para perder tempo a ler estes posts específico, e preferem ler posts que se podem aplicar durante todo o ano. É por isso que é muito importante criar um equilíbrio entre os teus posts habituais e o teu conteúdo sazonal. Eu agora no natal vou publicar muitos posts natalícios, mas também vou publicar posts "normais", porque sei que existem leitores meus que não gostam e/ou não ligam nenhuma ao natal, e um mês inteiro com estas publicações iria aborrecê-los.

3. Escrever algo útil e/relevante: O conteúdo sazonal pode tornar-se irrelevante se não oferecer algo específico ou útil aos teus leitores. Eu gosto de posts a relatar passeios no Outono ou uma manhã passada a ler um livro com mantinhas ( claro que depende de quem o escreve, há bloggers com talento para escrever sobre momentos mundanos), mas se só escrevem posts assim fico aborrecida. Por isso, se gostas de escrever posts assim tenta equilibrá-los com publicações mais relevantes e específicas para os teus leitores, como dicas ou DIYs.


E vocês? Quais é que acham que devem ser os ingredientes de um bom post sazonal?

11.12.17

7 coisas que acontecem em todos os filmes natalícios

 7 coisas que acontecem em todos os filmes natalícios

Não me interpretem mal, eu gosto de filmes natalícios. É uma das coisas que mais gosto de fazer nesta época tão especial. Gosto de reservar um dia ou dois para me deitar no sofá, com mantinhas e um bom chá, enquanto vejo os meus filmes favoritos. 

Porém, ao longo do tempo, já vi tantos mas tantos filmes natalícios que comecei a detetar um padrão. Há coisas que acontecem sempre em todos os filmes, é que não falha, e estas são apenas alguns exemplos.


1. Existe um cena muito importante no aeroporto: Como muitos dos filmes natalícios giram à volta de uma família apanhar um avião para se juntar a outros familiares, as cenas no aeroporto são algo muito comum. Quer seja uma criança a perder-se no aeroporto, correria para apanhar o avião ou abraços, é mais que certo que haverá sempre algum cena emocionante no aeroporto.

2. Há sempre um Grinch: Obviamente que no filme "Grinch" há um Grinch, mas desengane-se quem acha que essa personagem só existe aí. Todos os filmes têm a sua versão do Grinch, aquela pessoa que não gosta do natal, e recusa qualquer tentativa de o festejar. No final, como não poderia deixar de ser, acabam sempre por ficar emocionados e abrir o seu coração para esta época tão especial.

3. Os pais não acreditam no espírito natalício: Não seria um filme natalício se não houvesse pelo menos uma criança a tentar convencer os seus pais que o homem de barbas brancas é real. Os pais são sempre retratados como pessoas stressadas, demasiado ocupadas com o trabalho e com as compras de natal para acreditar no verdadeiro espírito natalício. Mas no fim acabam sempre por acreditar e dar razão aos seus pequenos.

4. O Pai Natal está em apuros e todo o natal está em perigo: Quando aparece algum filme com o Pai Natal, ele está sempre em apuros, é impressionante. Em resultado disso, todo o natal está em perigo e as crianças correm o risco de não receber presentes. Eu bem digo que o homem já é demasiado velho para o cargo, ninguém me liga e depois dá nisto.

5. Existe sempre uma criança que não percebe o verdadeiro significado do natal: Existe sempre uma criança que só quer saber das prendas e não percebe qual é o verdadeiro significado do natal, o amor e a família. Só depois de passar por algum evento traumático ( como o Kevin do " Sozinho em Casa"), é que percebe o quanto a sua família é importante.

6. Neva sempre no dia de natal: Na vida real, a probabilidade de nevar no natal é quase nula. Contudo, nos filmes neva sempre todos os natais, é tudo muito lindo e maravilhoso. Não há natais com chuva, com sol nem simplesmente com tempo nublado. É sempre neve. Mas ainda bem, nós não aceitaríamos de outra forma. Já que não pode existir neve na vida real ao menos que exista nas histórias.

7. O espírito natalício resolve tudo: Não importa que tenham existido 182920 assassinatos na vizinhança, que tenham sido roubadas grandes fortunas ou que crianças estejam desaparecidas, o espírito natalício resolve sempre tudo. Assim que chega o dia de natal, tudo resolve-se magicamente. 


E vocês? Quais é que são, na vossa opinião, os maiores clichés nos filmes natalícios?

10.12.17

LX Factory: O cantinho criativo de Lisboa

Lx Factory: O cantinho criativo de Lisboa

Quem me acompanha pelo Instagram sabe que no dia 7 e 8 deste mês eu e os meus primos fizemos uma mini viagem a Lisboa. Foram apenas dois dias, mas ainda deu para passear bastante. Vi tanta coisa gira por lá que decidi fazer algumas publicações a falar sobre o assunto, e esta é a primeira.

Uma dos lugares que mais tinha curiosidade de visitar em Lisboa era o LX Factory. Já tinha visto algumas fotos deste sítio e estava morta para ver tudo com os meus próprios. Não saí de lá desiludida, muito pelo contrário.

O LX Factory ocupa uma antiga área industrial com cerca de 23 000 m2 na zona de Alcântara onde antigamente estava instalada a Companhia de Fiação e Tecidos Lisboenses e, posteriormente, a Companhia Industrial de Portugal e Colónias, a tipografia Anuário Comercial de Portugal e ainda a Gráfica Mirandela. Este local permaneceu alguns anos ao abandono até ser transformado no LX Factory, um ponto turístico obrigatório, pela sua irreverência, criatividade e sofisticação.


Aquilo que eu mais gosto no LX Factory é o facto de parecer uma cidade dentro de uma cidade. É uma mini-cidade criativa, com um ar vintage mas ao mesmo tempo irreverente, com inúmeros restaurantes, lojas, com um mercado, cinema e até um hostel. 


Outras das coisas que também gosto neste local é que existem pinturas um pouco por todo lado. Cada parede é uma expressão artística, e encontrei lá algumas pinturas bastante engraçadas.


Todos os cantinhos estão pensados ao pormenor e têm um ar alternativo. Até a casa de banho tinha que ser diferente!


Não tive tempo para explorar tudo aquilo que o LX Factory tinha para oferecer, mas passeei por algumas lojas e spots bastante agradáveis, como a livraria Ler Devagar , a loja Wish Concept Store ( que adorei e falarei noutra publicação) e a Retroshop.

O LX Factory é um lugar que vale a pena visitar. É um ambiente único, muito boa onda e com muito para oferecer.


E vocês? Já visitaram o LX Factory? O que acharam?

(Fotos: da minha autoria)