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3.9.18

6 razões pelas quais o Peter Kavinsky do filme é melhor do que o do livro



(Atenção: Esta publicação contém spoilers. Se não viram ou leram " To All The Boys I Loved Before",  não leiam esta publicação.)

"To All The Boys I Loved Before" é a melhor comédia romântica adolescente que eu já vi nos últimos tempos. Eu não consigo parar de ver o filme, estou obcecada! Está a gerar uma hype enorme, e obviamente que eu não ia ficar calada, também quero dar a minha opinião.

Tenho uma unpopular opinion para dar nesta publicação: eu gostei mais da versão cinematográfica de "To All The Boys I Loved Before". Eu sei, é chocante, sobretudo tendo em conta que eu sou uma devoradora de livros, e passo a vida a reclamar com as adaptações cinematográficas! Eu sei que muitos de vocês não irão concordar comigo mas, para mim, este superou o livro, por diversas razões. A Margot é bem menos irritante, a Kitty é um pouco mais velha (o que faz com que ela seja ainda mais engraçada e não seja tão infantil), a dinâmica familiar é melhor (por exemplo, a Kitty revela as cartas por simpatia em vez de ser por vingança)... Houve coisas que me agradaram menos, como o facto de terem mudado algumas partes da história que ficaram um pouco confusas, e o facto de o Josh ter sido praticamente ignorado (não lhe deram mesmo atenção nenhuma, coitado do moço). No entanto, no geral, o filme ganha para mim.

A alteração que eu gostei mais foi, sem dúvida, o Peter Kavinsky do filme. Apaixonei-me completamente por ele! E vamos aqui a uma confissão que vai chocar muitos fãs da história: eu não gostei muito do Peter do livro. Eu estava a ler o livro e a pensar " é suposto eu gostar dele?". Ele não me conquistou, nadinha. Tanto que eu era #teamJosh até perceber que não era esse o rumo do enredo. Só nas últimas páginas é que eu começo a sentir algo pelo Peter. Eu li imensas reviews a dizer o quão adoraram o Peter literário, e eu simplesmente não me consigo identificar. Estas são as razões pelas quais eu gostei mais do Peter Kavinsky (dizer o nome dele é tão sexy) cinematográfico do que a sua versão literária. 

(Nota: Eu meti muitas imagens nesta publicação. Isto é para verem o meu grau de obsessão com o Peter. Ai, o que eu não dava para ser a Lara Jean...)

(Nota 2: Esta publicação é baseada apenas no primeiro livro. Esqueçam o resto da triologia, que não é para aqui chamada. Ok, agora vou parar com as notas antes que as considerem irritantes)


1. Nota-se logo desde o início que ele gosta da Lara Jean: Ok, isto se calhar pode ter a haver com o facto de o livro ser narrado na perspetiva da Lara Jean e ela não se aperceber disso. Mas a sensação com que eu fiquei é que o Peter não queria saber dela para nada no início. Já no filme, nota-se que há logo ali uma atração desde o início. Logo numa das primeiras cenas, nota-se que o Peter tem imensa vontade de elogiar as botas da Lara, mas não o faz por causa da namorada. E na cena do contrato, já repararam o quanto feliz ele estava por alinhar naquilo tudo? O Peter Kavinsky do filme sabia o que estava a fazer desde o início, trust me.


2. Ele é mais fofo: Acho que vou ter malta a odiar-me depois disto (se é que não me odeiam já só pelo título deste post), mas aqui vai na mesma. Eu achei o Peter do livro um bocado idiota. Sim, os comentários sarcásticos dele eram engraçados, mas houve alturas em que ele foi tão idiota que juro que se ele fosse uma pessoa real eu batia-lhe! Às vezes, respondia torto à Lara Jean, não lhe mandava muitos mensagens nem lhe respondia às dela, chegava sempre atrasado, cancelava planos à última da hora...Tal como já disse, eu só comecei a gostar mesmo do Peter do livro nos últimos capítulos. Já com o Peter do filme, eu apaixonei-me por ele desde o início. Ele está sempre a brincar e a dizer coisas fofas. Na cena da aula de Ed. Física, ele em vez de estar preocupado consigo próprio, a esclarecer que não comia a última fatia de pizza nem tinha doenças transmissíveis, recusou educamente "Agradeço-te mas nunca acontecerá" (e, de alguma forma misteriosa, consegue dizê-lo de forma amorosa!). A sensação que me dá é que o Peter do filme aproveita todas as oportunidades para mimar a Lara Jean de alguma forma  (ele nem sequer protesta por dar boleia à Kitty!) e o Peter literário só faz isso de vez em quando, quando se lembra. 


3. As cartas que ele lhe escreveu eram muito mais sentimentais: Os bilhetinhos que o Peter do livro mandava eram  praticamente falsos, só para enganar a Gen. O máximo de simpatia que havia eram coisas como "Bom Trabalho, Lara Jean" ou "Eu vou chegar a tempo amanhã". Já os bilhetinhos do filme eram muito mais amorosos, como " Hoje todos ficaram tão impressionados com a tua apresentação, especialmente eu. Eu adoro ter uma namorada falsa esperta", "É tão fixe como podemos falar de coisas sérias" e " Estavas tão bonita hoje". Ele não precisava de escrever estas coisas, ninguém as ia ver, porém ele escreveu na mesma. Isto sim, são mesmo cartas de amor!


4. A cena do jacuzzi é muito mais romântica: A cena do jacuzzi do filme, para mim, foi muito mais romântica. O Peter aqui mostrou-se muito mais seguro em relação aos seus sentimentos, disse mesmo "Eu queria que te sentasses ao meu lado..." em vez de dizer "É susposto sentares-te ao meu lado, o que é que as pessoas vão pensar?". Ele não disse um "Gosto de ti" direto, porém transmitiu-o de uma forma muito mais clara e convincente ao dizer "Se eu atravessei a cidade toda para arranjar aqueles iogurtes de que tanto gostas, isso significa que....". Meus amigos, ações falam mais alto que palavras (e melhor, ações sem ter medo de admiti-las depois)!



5. Ele não hesitou em defendê-la quando ela foi humilhada publicamente: Eu tenho em consideração que nesta parte da história alteraram um bocado no guião. Ainda assim, o Peter literário também podia ter defendido a Lara Jean com garra, mas não o fez. Já o Peter cinematográfico não hesitou em defendê-la e fazer ali uma cena no meio do corredor. Não foi apenas um "Ah, isso é mentira, não não fizemos sexo" pouco convicente, foi um "Toda a gente, oiçam, não têm nada a ver com isto, mas não aconteceu nada entre mim e a Lara Jean no jacuzzi. Se ouvir alguém a falar da cena do jacuzzi ou da Lara Jean, levam uma coça!" Tudo bem, ele fez-lo na mesma a mando dela, mas ao menos foi muito mais convincente.


5. O final é ainda melhor: Eu também gostei do final do livro, a Lara Jean a acabar como começar, a escrever uma carta que, desta vez, seria mesmo entregue. Mas fiquei um bocado com uma sensação de vazio e impaciente, porque só saberíamos a reação do Peter no "PS: I Still Love You", o próximo da saga. Já no filme, ainda temos oportunidade de ver isso, e adoro a comparação que a Lara Jean fez do encontro dela com o Peter com história que leu, o facto de também ter encontrado o seu amor num campo, só que este era um campo de Lacrosse.



Já viram ou leram "To All The Boys I Loved before? Preferem o Peter literário ou cinematográfico?

15.2.18

5 razões pelas quais as casas de Hogwarts são melhores que os signos

 5 razões pelas quais as casas de Hogwarts são melhores que os signos

Eu não gosto de horóscopos. Não acredito neles sequer e, sinceramente, nem sei como é que alguém ainda acredita neles. Se fossem verdade, todas as pessoas nascidas no mesmo dia/mês teriam vidas semelhantes. Por outro lado, acredito que as casas de Hogwarts a que pertencemos definem muito da nossa vida. Eu sei o que vão dizer " És tão viciada em Harry Potter que agora até comparas coisas ficcionais com coisas reais...." Desculpem, mas na minha opinião, se é para devanear, que seja com coisas mais reais, e os signos não têm nada de real.

Portanto, podíamos começar a meter as casas de Hogwarts nas revistas em vez do horóscopo, que é diferente conforme a revista. Algo do género, " Veja o que os Hufflepuffs devem fazer este mês para terem mais sucesso". Não? Pronto, ao menos leiam estas razões e depois não vos chateio mais.



1. São baseadas na tua personalidade: Os signos baseiam-se no dia e no mês do nascimento o que, basicamente, significa que dizem o tipo de personalidade que tens. Por outro lado, as casas de Hogwarts baseiam-se na tua personalidade para determinar a qual delas pertences. Tem muita mais lógica, não tem?


2. Não tens que saber o aniversário de alguém para determinares a sua casa: É bastante difícil saber o aniversário de todos os colegas ou celebridades que queres sortear (sou a única que faz isto?). Felizmente, não precisas de decorar aniversários para determinares a casa de uma pessoa, só precisas de conhecer minimamente a sua personalidade. Não é a mesma coisa do que ser a própria pessoa a responder ao questionário do Pottermore, mas sempre é melhor do que tentar adivinhar o seu signo.

3. Só são 4 casas para decorar: Sejamos sinceros, quem é que daqui consegue dizer os signos todos, sem pensar muito? Ninguém, obviamente. Provavelmente, lembram-se dos mais conhecidos, como Touro ou Virgem, mas depois já precisam de puxar mais pela cabecinha para se lembrarem dos restantes. Com as casas de Hogwarts não há esse problema, só são 4.

4. Todas as casas tem o seu fundador: Ao contrário dos signos, em que apenas podemos dizer que x celebridade também é de determinado signo, as casas têm os seus próprios fundadores, que nos inspiram e são ótimos modelos a seguir.

5. Não tens que te preocupar com o alinhamento dos planetas: Ou com qualquer outra coisa que envolva planetas, sei lá como é que funciona isto do horóscopo. Bem, não tens maneira de te desculpabilizar  pelas tuas decisões estúpidas, começa a responsabilizar-te pelos teus próprios atos.



28.1.18

5 razões pelas quais os grupos de Facebook são bons para o teu blog

  5 razões pelas quais os grupos do Facebook são bons para o teu blog

Até a Ana do blog "Infinito Mais Um" ter criado o grupo " Lets blog about it", eu não sabia da existência de grupos de Facebook específicos para bloggers. Sabia, obviamente, que existiam grupos para a faculdade (como a minha turma tem), para a venda e compra de coisas, para gamers, mas não me ocorreu que também existissem para a malta da blogosfera (o que, pensando bem agora, foi um bocado estúpido, porque se existiam grupos para mil e uma coisas, também existiam uns para este fim).

Estes grupos têm-se revelado muito úteis para mim, pelas mais variadas razões. Têm contribuído imenso para o meu crescimento enquanto blogger e para o meu próprio blog. Se ainda não aderiste a nenhum, talvez os pontos seguintes te convençam a fazê-lo.


1. Para conheceres e estares em contacto com outros bloggers: Ser blogger não é uma tarefa solitária. Aquilo que dá mais dinâmica e vivacidade à blogosfera são as ligações que se criam entre as pessoas. Até podes ter um blog e não te relacionares com ninguém, mas tem muita mais piada e chegas muito mais longe quando tens outros bloggers que te apoiam. É possível conheceres outros visitando os seus blogs e iniciando uma conversa nos comentários, mas é muito mais fácil fazê-lo quando podes recorrer às redes sociais. Os grupos de facebook para bloggers são ótimos para conheceres novos bloggers, para conversares e, quem sabe, para criar novas amizades.

2. Para tirar dúvidas e/ou pedir ajuda: Naquelas em alturas em que o template do nosso blog nos está a dar problemas, em que estamos a ter dificuldades em usar códigos ou simplesmente gostávamos de aprender mais sobre temas muito úteis para o crescimento do nosso blog (como marketing digital), não recorremos, certamente, aos nossos familiares e amigos (a não ser que eles tenham conhecimentos informáticos). Muitas vezes, é aos nossos "colegas" que recorremos. Os grupos para bloggers são também uma excelente plataforma para esclarecermos as nossas dúvidas, para pedir ajuda e para partilharmos conhecimentos uns com os outros.

3. Para descobrir os novos blogs: De vez em quando, sinto necessidade de renovar a minha lista de leitura, e de descobrir novos blogs. Costumo ver os links dos bloggers que deixam comentários, e lá ia descobrindo uns cantinhos novos. Contudo, há tantos blogs giros por aí que uma pessoa desconhece e, por isso, gosto de ir mais fundo para descobrir mais pessoas criativas.  Por isso, muitas vezes, recorro a grupos de Facebook da malta do blogo onde, normalmente, têm sempre uma secção com os blogs de todos os membros, o que dá mesmo jeito para atualizar as leituras!

4. Para fazer colaborações ou parcerias: Aquilo que eu gosto mais nestes grupos é que têm muitos membros cheios de ideias e dispostos a fazer colaborações contigo ou a alinhar nas tuas ideias. Já foram muitas as vezes em que vi projetos a nascer porque alguém publicou um post a dizer " Tive esta ideia, quem alinha?", e eu própria já cheguei a fazer colaborações, como foi o caso deste post.

5. Para promover o teu blog: Se ainda não estás a usar o Facebook para fazer o teu blog crescer, não sabes o que estás a perder. Se te estás sempre a queixar que é difícil fazer com que as pessoas encontrem o teu blog e que não consegues conquistar novos seguidores, devias experimentar os grupos de Facebook. Desde que aderi a estes grupos, o meu número de seguidores e de visualizações aumentaram exponencialmente. Contudo, tem cuidado com a autopromoção. Há grupos que são exclusivamente para interação entres bloggers e que não permitem isso, mas existem outros que permitem que te autopromovas e que partilhes os teus posts.


E vocês? Já conheciam os grupos de Facebook para bloggers? Fazem parte de algum?

19.11.17

7 razões reais pelas quais nós queremos sempre as pessoas que não podemos ter

7 razões reais pelas quais nós queremos sempre as pessoas que não podemos ter

Há algo tão frustrante mas ao mesmo tempo tão entusiasmante nas pessoas que não podemos ter. Elas mexem com as nossas fantasias, com os nossos sentimentos, com coisas que nem sequer sabíamos que tínhamos...

Porque é que parecemos gostar sempre mais das pessoas que não podemos ter? Porque é queremos sempre as pessoas que já estão comprometidas, que são difíceis de conseguir, que moram muito longe, ou que não sentem o mesmo que nós sentimos por elas? Porque é que preferimos sempre as pessoas que estão inalcançáveis, em detrimento das que estão mesmo à nossa beira, e que estão mais disponíveis? As razões, na verdade, não são assim tão complexas, estão apenas escondidas  na maneira como a nossa mente funciona.


1. A realidade nunca é boa como a nossa imaginação: Todos nós queremos pessoas que não podemos ter porque, não importa o quão uma pessoa é incrível na realidade, ela é sempre melhor na nossa imaginação. Nós não imaginamos os defeitos da pessoa, os possíveis problemas que ela no arranjariam, as ( muitas) razões pelas quais não seríamos compatíveis com ela. Isto porque não temos a oportunidade de estar com essa pessoa. E como nunca vamos ter essa oportunidade, acabamos por viver com uma versão idealizada dela na nossa cabeça.

2. Tens uma razão pronta para justificares o facto de não estarem juntos ( e não é pessoal): Quando uma circunstância tangível te impede de estar com alguém, é como se te tirassem um peso de cima dos ombros. É uma tristeza nunca poderem estarem juntos, mas ao menos nunca te irás sentir feio(a), estranho(a), nem culpado(a) por não te teres dado bem com a sua família ou por não terem ultrapassado as diferenças.

3. A pressão do compromisso é inexistente: Não importa compatíveis duas pessoas são. Uma relação não funciona a não ser que estejam igualmente comprometidas. E, no que diz respeita a pessoas que não podemos ter, o nível de compromisso é sempre zero, porque existe uma razão específica pela qual não podemos estar com essa pessoa. E, por isso, a outra pessoa nunca te oferece menos do que aquilo que tu tens para oferecer. Nem tu nem essa pessoa estão a dar mais atenção, mais carinho ou mais tempo à outra. É refrescante não se terem de preocupar com compromissos uma vez na vida.

4. Cada oportunidade que tens para estar com essa pessoa é entusiasmante: Quando queremos pessoas que não podemos ter, nós nunca conseguimos estar com elas a 100%. Por isso, cada oportunidade que temos para estar elas é novidade, é entusiasmante e deixa o nosso coração aos pulos. Não temos tempo para nos acostumarmos aos seus hábitos ou para ficar frustrados com alguns destes hábitos. Cada oportunidade que passamos com uma pessoa que não podemos ter é um bónus e nós ficamos sempre felizes por a ver.

5. As nossas expetativas não são elevadas: Como sabemos que nunca podemos ter essa pessoa e que cada oportunidade com ela é um bónus, nós nunca temos tempo para criar expetativas. Não temos tempo para começar a esperar mais da pessoa do que aquilo que ela nos pode dar nem para imaginar planos futuros. E como não temos tempo para criar expetativas não nos chegamos a desiludir.

6. O teu desejo nunca é completamente satisfeito: Quando queres alguém que não podes a 100%, o teu desejo nunca é completamente satisfeito, mesmo quando consegues estar com essa pessoa, mesmo quando a consegues conhecer intimamente, mesmo quando tens 50% de probabilidade de conseguir ficar com ela, mas tu queres os 100%.

7. O que tu não podes querer cria um desafio: E, sejamos honestos, quem é que não gosta de um desafio?

3.10.17

5 razões pelas quais eu devia ser britânica

 5 razões pelas quais eu devia ser britânica

Não me interpretem mal, eu adoro ser portuguesa e adoro Portugal. Achei importante começar o post a dizer isto, porque caso contrário ainda era exilada ahahah.

Posto este pequeno esclarecimento, eu, às vezes, penso que devia ter nascido britânica. Acho que ocorreu um erro qualquer, e me mandaram para o sítio errado. Chega a ser assustador a maneira como eu penso, ajo e até me pareço com uma britânica ( já me chegaram a confundir com uma, true story). Ok, a minha pronúncia britânica é horrível, mas esqueçamos esse pequeno pormenor. Apesar de adorar ser portuguesa, não me importaria nada de ser britânica, e aqui estão algumas razões pelas quais eu poderia facilmente ser uma.


1. Eu adoro chá: Ok, eu quando era criança não gostava, mas vamos fingir que isso não aconteceu ( eu era muito esquisita quando era criança, ainda sou na verdade ahahah, mas já fui mais). Eu agora adoro chá. No inverno, é a minha bebida de eleição. Mas o melhor chá que eu bebi foi em Londres. Eu não sei o que lhe metem dentro, mas lá o chá é mesmo tão bom, era mesmo divino!

2. Adoro a  Família Real: Na verdade, eu sou um pouco obcecada com a Família Real Britânica, mesmo! Eu sigo todos os passos deles, leio notícias deles, paro tudo quando os vejo na televisão ( by the way, acompanho o William e Kate desde que se casaram, ainda me lembro do dia de casamento deles, eu e mais umas amigas minhas a acompanhar em direto no computador enquanto estávamos na escola)... Há quem goste de ver futebo, outros gostam de ver novelas,eu cá gosto de ver e acompanhar tudo sobre a Família Real. Não os acompanho por querer ser como eles ( porque aquilo seria demasiado protocolo para mim e eu gosto de ser uma pessoa independente), mas divirto-me a vê-los.

3. Tenho a pele muito pálida: Tal como já confessei aqui, eu tenho uma pele mesmo muito pálida, quase como papel. Quando vou para o Algarve, eu faço contraste no meio de tanta gente morena ahahah. Aqui em Portugal pessoas como eu estão sempre a levar com comentários a toda a hora, do tipo " porque é que não te metes ao sol?". O único sítio onde eu não ouvia estas coisas foi em Londres. Lá era tudo tão ou mais branco do que eu. Inglaterra é o paraíso para pessoas com a pele pálida como eu!

4. Sou super pontual: Também já partilhei com vocês aqui que eu sou super pontual. Mesmo muito, o meu pai até costuma dizer que eu sou pior que um relógio britânico ahahahah. Aqui há demasiadas pessoas que se atrasam ( começando pelos meus amigos, se estão a ler isto comecem a chegar-me mais cedo senão cancelo tudo!). Em Inglaterra é tudo muito mais fixe, as pessoas levam todos os compromissos mesmo a sério, não se atrasam nem um minuto.

5. Eu sou extremamente bem educada:  Um amigo até me pode estar a irritar-me propositadamente   ao não sair da minha frente que, eu em vez de gritar " sai da frente!" vou dizer " se não te importares, podes desviar-te para o lado por favor? Obrigada". E por falar em "obrigada", eu estou sempre a dizer esta palavra, ou essa ou então "desculpa". Sou daquele tipo de pessoas que pede desculpa por esbarrarem contra mim, ou por me esbarrar contra objetos inanimados, isto só para perceber o grau da panca que tenho. É um vício terrível que eu tenho, não consigo evitar. Os meus amigos já começaram a fazer terapia de choque em mim, se eu disser " obrigada" ou "desculpa" mais uma vez, levo uma lambada deles.


Sou a única que sente que devia ser britânica?

12.9.17

10 razões pelas quais não deves enviar fotos de ti nu(a)

10 razões pelas quais não deves enviar fotos de ti nuo/a

Parece que agora anda muito na moda mandar fotos sem roupa aos namorados, amigos coloridos ou até a completos estranhos. Nem mesmo os escândalos que aconteceram com a Jennifer Lawrence, a Ariana Grande ou a Kristen Dunst param a malta jovem de mandar fotos destas. Eu sei, eu sei, não sou nenhuma antiquada que não compreende isto é uma forma de tornar as relações mais interessantes e de alimentar a paixão em relações à distância, mas sempre podiam usar antes sexting só por texto, corriam menos riscos. 

Se estes escândalos não são razão suficientes para pararem com isto, eu vou-vos dar mais razões. Aviso desde já que este post pode parecer um filme de terror, mas acho que há pessoas que precisam de uma boa dose de realidade. Porque muito que estejam apaixonados por uma pessoa e/ou queiram-na provocar, não vale a pena as consequências que isto pode ter.

( No título leram " nu(a)" porque sim, isto é algo que tanto pode prejudicar tanto homens como mulheres embora, infelizmente, as mulheres ainda fiquem mais prejudicadas com isto, devido às mentalidades da nossa sociedade).


1. A maior parte das relações amorosas não duram: Por mais que estejas apaixonado(a) pela tua cara metade agora e que sejam muito felizes juntos, existem sempre grandes probabilidades de vocês acabarem. E, muitas vezes, o fim de um relacionamento traz a necessidade de vingança, mesmo que isso não faça o género da pessoa. Sabes o que é que acontecem às fotos nuo(a) que tu enviaste? São publicadas na Internet. E uma vez publicadas na net ficam lá para sempre, mesmo depois de tu morreres.Toda a gente poderá ver, mesmo daqui a 20 ou 30 anos.

2. Nenhuns pais ou outros familiares querem ver fotos tuas assim reveladas: Se aparecessem fotos minhas assim na net, os meus pais deserdavam-me, para não falar que a minha família nunca mais iria querer falar comigo. Além disso, certas diferenças de gerações ( como é o caso dos teus avós) podem não permitir que eles compreendam porque raio havias tu de mandar uma foto sem roupa.

3. Os filhos que poderás ter verão essas fotos: Queres mesmo que os teus futuros filhos tenham que lidar com as tuas más decisões? Como é que achas que os filhos da Kim Kardashian se vão sentir quando crescerem?

4. Podes estar a comprometer a tua carreira: Ainda dentro do teu cenário das tuas fotos privadas serem reveladas, isso também pode afetar o teu futuro profissional. A não ser que queiras ser como a Kim Kardashian, não faças isto. Não ponhas em risco a tua carreira por uma pessoa que provavelmente não estará contigo passado alguns meses. Mesmo que ainda sejas estudante, uma foto destas pode dar cabo de qualquer carreira que sonhasses ter.

5. E não adianta enviar pelo Snapchat: Sim, as fotos no Snapchat só duram 24 horas, e podem mandar por privado a alguém, mas basta uma pessoa fazer screenshot para a foto que lhe mandaste se tornar permanente e poder ser vista por qualquer pessoa.

6. Mesmo que cortes a tua cabeça, as pessoas ainda te conseguem identificar: Não é assim tão difícil de o conseguirem, sobretudo com as tecnologias tuas de hoje em dia. Às vezes, basta procurar uma foto tua na praia e comparar para perceberem que és tu.

7. As fotos podem ser hackeadas do iCloud ou de outras " nuvens eletrónicas": Mesmo que o teu/tua ex não seja um(a) idiota para pôr as fotos na net, estas ainda podem ir parar lá na mesma. Isto porque, hoje em dia, grande parte das fotos que tu tiras ficam armazenadas na iCloud ou noutros serviços de armazenamento de dados, que podem ser hackeados a qualquer momento. Foi o que aconteceu com a Jennifer Lawrence.

8. Ninguém fica satisfeito/a com apenas uma foto: Já alguma vez conheceram algo gajo que tenha ficado satisfeito com uma foto da namorada nua? Eu não. O que significa que, quantas mais fotos, como as minhas amigas costumam dizer " mais merda vai dar".

9. Podes enviá-las por acidente a outra pessoa: Imagina mandar fotos dessas ao teu irmão ou à tua mãe. Imagino que te dê vontade de começar a planear o teu próprio funeral.

10. Podem ser usadas para te chantagear: Uma pessoa que tenha fotos comprometedoras de ti bem que as pode usar para te chantagear, e ser bem sucedido(a) nisso. Pode ameaçar publicá-las na net ou mandar aos teus familiares caso não faças o que ele/ela quer. Ficas numa posição vulnerável em que podes ser facilmente manipulado(a). Nunca te coloques nessa posição de livre vontade.


E vocês? Acham que se deve ou não mandar fotos assim? Porquê?

4.8.17

5 razões para partilhares as tuas histórias

 5 razões para partilhares as tuas histórias

Todos nós debatemo-nos com alguma coisa. Todos nós estamos a travar uma luta neste momento. Seja enfrentar o bullying, entrar na faculdade ou abraçar o desafio da maternidade, todos nós estamos a lutar por algo neste momento. O mais assustador de admitir no meio disto tudo é que não sabemos tudo nem nunca saberemos. Muitas vezes, temos simplesmente que arriscar e dar passos às cegas.

Numa sociedade que vive obcecada pela Internet, em que estamos constantemente a compararmo-nos uns aos outros, temos dificuldade em saber aquilo que devemos ou não partilhar. Muitas vezes, acabamos por não partilhar certas histórias nossas, com receio de sermos julgados, humilhados ou criticados. As redes sociais passam-nos a mensagem errada que só devemos partilhar as partes boas da nossa vida, e guardar as más para nós. Embora eu concorde que ninguém tem nada a ver com a nossa vida, e que temos que ter muito cuidado com aquilo que partilhamos, também não me parece que guardar todas as partes más para nós seja a melhor abordagem. Afinal, somos seres humanos, e não robôs.

Aquilo que a sociedade está a precisar é de uma boa dose de realidade. Precisamos de pessoas que nos mostrem as suas dificuldades, que nos mostrem como vivem, para poderem ser compreendidas e/ou ajudadas. Muitas vezes desvalorizamos as histórias, mas as palavras têm mais impacto do que aquilo que imaginamos.  Aqui estão algumas razões pelas quais devemos partilhar as nossas histórias.



1. Vai ajudar-te a ultrapassar situações que foram difíceis para ti: No caso de situações difíceis pelas quais tenhas passado, contar essas histórias vai ajudar-te a compreendê-las melhor, a deitar tudo cá para fora e a, portanto, ultrapassar essas situações. Guardar tudo dentro de nós pode conduzir a conflitos interiores,  alguns dos quais que só poderão ser resolvidos se os partilharmos com alguém.

2. Contar a tua história vai fazer com que não te sintas sozinho/a: As pessoas que passam por uma determinada crise, seja grande ou pequena, sentem-se sempre sozinhas. Sentimo-nos "desligados" dos outros, como se houvessem paredes a separar-nos. No entanto, quando começamos a partilhar as nossas histórias com os outros, essas paredes caem. Começamos a descobrir pessoas que realmente nos ouvem, que nos compreendem e que nos apoiam.  Lentamente, começamos a partilhar as partes mais imperfeitas da nossa vida, e os outros começam a fazer o mesmo. É assim que se criam as relações e a confiança, nos bons momentos, mas sobretudo nos maus momentos.

3. As pessoas vão-se identificar mais contigo: Isto é mesmo verdade, e vê-se muito na blogosfera. Ninguém se identifica com um blog em que parece que o blogger em questão tem uma vida perfeita, e que tudo é cor de rosa. As pessoas gostam de ler blogs de pessoas que, tal como elas, têm problemas reais, tem obstáculos a ultrapassar, que tem as suas qualidades e defeitos. É isso que faz com que as pessoas se identifiquem connosco.

4. Contar a tua história dá esperança aos outros: Já foram inúmeras as vezes que recebi comentários e mails de leitores a dizer que a história que partilhei os inspirou e, sobretudo, lhes deu esperança que conseguiriam também ultrapassar aquilo que estavam a passar. Não duvido que seja verdade, porque eu também já senti o mesmo quando li histórias de outras pessoas.

5. Permites que os outros também ganhem coragem de partilhar a sua história: Quando nós partilhamos as nossas histórias, abrimos um espaço para os outros também partilharem a sua. Adoro quando um post meu gera um debate sobre determinado tema, e permite que os meus leitores também partilhem as suas histórias. Quando partilhamos a nossa história, nunca existirá garantia de que as pessoas vão gostar dela. Muitas vezes, vamos sujeitar-nos a ser julgados e criticados. Mas quando as pessoas gostam da nossa história, identificam-se connosco, e partilham também as suas e, assim, ajudamo-nos mutuamente a compreender aquilo porque passámos.

18.7.17

10 razões para adorares as tuas mamas pequenas


Tenho mamas pequenas, mas não sinto vergonha por isso, na verdade, adoro-as. Uso a copa B, o que é menos do que grande parte das mulheres e, se antes me sentia envergonhada por isso, agora até acho que tem as suas vantagens.

Ao ler este post da Carolina, refleti um pouco sobre essas vantagens. Embora o texto fosse sobre adorarmo-nos a nós próprias, quer tenhamos mamas grandes ou pequenas ( o que apoio totalmente!), permitiu-me refletir sobre os aspetos positivos de termos mamas pequenas.


1. As pessoas olham-te sempre nos olhos:  Sem estar aqui a querer insultar ninguém, uma das coisas que me incomoda nas mulheres com o peito grande é que tu não consegues desviar o olhar das mamas delas. Nota-se sempre imenso! E isto acontece mesmo em nós, mulheres, então com os homens nem se fala! No entanto, quando tens mamas pequenas, a atenção das pessoas vai imediatamente para a tua cara e para aquilo que estás a dizer. Conseguimos captar a atenção das pessoas, porque elas estão a olhar diretamente para nós.

2. Não tens dores: As minhas amigas com um peito grande passam a vida a queixar-se da dor e desconforto que sentem. Sentem, frequentemente, dores nas costas, e sentem que estão constantemente a transportar um grande peso.

3. Podes escolher não usar soutien num look: Existem certos tops e vestidos que não ficam lá muito bem se estiveres a usar soutien. Ninguém gosta de estar a ver partes deste ou alças à mostra. Para raparigas com mamas grandes, andar sem soutien pode ser um grande drama, mas quem tem mamas pequenas não tem o menor problema em andar sem este, pelo que é uma grande vantagem na hora de usar peças de roupa mais arrojadas.

4. Podes dormir na posição que quiseres: Consegues dormir em qualquer posição, mesmo de barriga para baixo, sem sentir dor ou desconforto.

5. Fazer exercício físico não é um esforço a dobrar: Nenhum exercício físico, nem mesmo correr, é um sacrifício para ti, uma vez que as tuas mamas não têm tamanho suficiente para andarem aí aos saltos enquanto te movimentas.

6. Comprar lingerie e biquínis não é um desafio para ti: Ao contrário das mulheres com peito grande, comprar lingerie e/ou biquínis não é difícil para ti, uma vez que tudo te serve, e não tens que estar preocupada se te tapam ou suportam as mamas.

7. Tens uma melhor postura: Se tens mamas pequenas, é muito mais fácil manter uma postura apropriada. E uma postura apropriada é sempre bonita e elegante.

8. As mulheres não te pedem para estar a tocá-las o tempo todo: Se tens mamas grandes e entras num balneário cheio de mulheres, prepara-te para seres sujeita a um exame médico! As mulheres adoram apalpar as mamas daquelas que as têm maiores, e verem se são verdadeiras. Se tens mamas pequenas, não tens esse problema, ninguém duvida que estas são verdadeiras.

9. Não estás sujeita a olhares desconfortáveis na rua: " Não há nada para ver, continuem a andar idiotas xD".

10. És mais saudável: Sabias que tens menos probabilidade de ter cancro da mama se tiveres mamas pequenas? Isto deve-se ao facto bastante simples de que é muito mais fácil e rápido fazer o exame médico.


E vocês? Quais é que acham que são as vantagens de ter mamas pequenas?

11.7.17

10 razões pelas quais é fixe ser um Hufflepuff


Há uns tempos atrás, decidi embarcar na experiência do Sorting Hat ( " Chapéu Sorteador") do Pottermore, e descobrir em qual das equipas existentes no mundo do Harry Potter eu me encaixo ( Gryffindor, Hufflepuff, Ravenclaw ou Slytherin). Para minha desilusão, eu descobri que era uma Hufflepuff. 

Ao início, não aceitei muito bem a situação. Ainda criei outra conta no site para fazer novamente o teste, mas não havia dúvidas, eu era mesmo uma Hufflepuff, uma equipa que é um pouco gozada no mundo do Harry Potter por, suspostamente, serem todos uns idiotas, tolinhos e burros. Obviamente, isto não corresponde à verdade. Segundo o próprio Chapéu Sorteador, nós somos os mais leais, amigáveis, e trabalhadores. Portanto, para quê ter vergonha disso? Agora orgulho-me muito da minha equipa, e só desejava que todo este mundo de magia fosse verdade, e que fosse possível ir para Hogwarts.


1. Somos os mais trabalhadores: E trabalhar muito, com persistência e dedicação, leva-nos sempre mais longe.

2. Somos muito amigáveis: Somos muito amigáveis, não criamos confusões, interagimos muito bem com outras pessoas, e damos segundas oportunidades às pessoas ( mesmo que, às vezes, estas não o mereçam). Contudo, assim que percebemos que não vale a pena interagir com uma pessoa, não nos vingamos desta nem a matamos com um feitiço mas, muito provavelmente, afastamo-nos dela e já não a deixámos copiar os trabalhos de casa.

3. Somos muito simpáticos: Às vezes, até demais. As pessoas não conseguem imaginar uma pessoa que seja muito simpática sem ter segundas intenções por trás, mas a verdade é que nós somos assim. Temos sempre um sorriso para dar a alguém, uma palavra amiga, e tentamos pensar sempre da forma mais positiva possível.

4. J.K Rowling diz que Hufflepuff é a sua equipa preferida: E que ficou muito orgulhosa quando a sua filha lhe disse que toda a gente devia pertencer a esta equipa.

5. A nossa sala comum é à beira da cozinha: Ou seja, temos acesso a comida 24 horas por dia e, como somos extremamente simpáticos, ninguém nos diz não.

6. Somos leais: Cumprimos sempre aquilo que prometemos, nunca abandonamos um amigo, e somos sempre leais até ao fim, com uma paciência que se pode comparar a de um santo.

7. Somos muito modestos: Talvez, por isso, é que a nossa equipa passe despercebida. Ao contrário das outras, não nos andámos para aí a gabar das nossas qualidades, limitámo-nos a ser leais, trabalhadores e, sobretudo, humildes, que é uma qualidade que falta a muitas pessoas nos dias que correm.

8. Newt Scamander era um Hufflepuff: Não é mesmo fixe que o autor de " Monstros Fantásticos e onde Encontrá-los" seja da nossa equipa?

9. A nossa equipa produziu poucos feiticeiros maus: A coisa mais malvada que algum Hufflepuff fez foi usar um pin a dizer " Harry Potter não presta", que o Cedric mandou tirar. Porque somos demasiado amigáveis para criar inimigos.

10. A nossa equipa é a mais acolhedora: Graças à generosidade e bondade da fundadora Helga Hufflepuff, somos famosos por aceitar toda as pessoas e recebê-las de braços abertos.

E vocês? Quais são as razões pelas quais é fixe pertencer à vossa equipa?

18.6.17

10 razões para escreveres posts em lista


Eu tornei-me muito conhecida na blogosfera pelas minhas listas e, quer acreditem ou não, foi de forma acidental. Comecei a escrever em listas porque me divertia imenso a fazê-las, é algo que sempre adorei fazer e, antes de criar um blog, já fazia listas de mil e uma coisas, por isso, porque não fazê-lo também no blog? Com o passar do tempo, fui-me apercebendo que eu não era a única a divertir-me com listas, os meus leitores também se divertiam imenso a lê-las. Assim, percebi que as listas eram muitos boas, não só para o meu blog, mas também para os outros blogs.

Por isso, hoje eu, a viciada em listas, venho aqui convencer outros blogs a fazerem o mesmo que eu. Porquê? Leiam as razões e descubram.


1. Todos nós estamos familiarizados com estas: Todos nós fazemos listas, uns mais do que outros, mas todos nós fazemos. Até os mais desorganizados fazem. Todos nós o fazemos para manter a vida em ordem. Fazemos listas de compras para o supermercado, listas de coisas que queremos levar na mala para as férias, lista das tarefas que temos de fazer para um trabalho... Por isso, quando fazes posts em lista, as pessoas facilmente se identificam com este tipo de organização.

2. São fáceis de ler: Tenho reparado que os meus posts em lista têm muitas mais visualizações do que os meus posts em "texto corrido". Talvez seja porque eu escrevo melhor listas do que textos ( aqui na blogosfera quase que já sou conhecida como a rapariga das listas xD), mas também pode ser porque este tipo de posts são muito mais fáceis de ler, uma vez que as ideias estão organizadas em tópicos. Também tenho constatado que algumas pessoas têm preguiça de ler posts com texto "corrido" ( o que acaba por ser mau, perdem muito bom conteúdo), por acharem que têm muitas linhas, e quando se lhes apresenta um post em lista, parece que este é mais pequeno, pelo que já  lêem.

3. São muito populares: Os posts em lista são muito populares, não só no meu blog, mas pela blogosfera inteira. A maior parte dos posts mais populares de blogs inclui posts em lista, que usualmente começam com algum número como " 10 razões para...".

4. São mais partilhados: Os posts deste género são muito mais partilhados. Alguma vez viste nas redes sociais a partilharem um post com a descrição " o 5 é tão eu!", e tu leste o post só para ver o que o 5 era? Tenho a certeza que já fizeste isso pelo menos uma vez.

5. São mais organizados e sucintas: Fazer listas é uma forma muito mais organizada e sucinta de partilhares as tuas ideias e pensamentos em relação a algo. Além de que ajuda os teus leitores a perceberem mais facilmente aonde tu queres chegar com as tuas ideias.

6. São mais memoráveis: Além de organizados, este género de posts também são mais memoráveis. Vêem o que eu estou a fazer com este post? Cada ponto tem uma frase que sumariza aquilo que eu vou dizer a seguir. Assim, as pessoas lembrar-se-ão facilmente do conteúdo de cada ponto.

7. Os teus leitores sabem aquilo que obtêm com o teu post: Muitos leitores não gostam de estar na expetativa de saber aquilo que vão ler ou adivinhar durante quanto tempo terão que ler o teu post. Gostam logo de saber aquilo que obtêm com o teu post ( como, por exemplo, dicas para estudar melhor) e quantos pontos tem, para saber durante quanto tempo estarão a ler.

8. As listas ajudam os leitores a escolher uma área de interesse: Que atire a primeira pedra quem nunca saltou pontos de uma lista minha, e leu apenas aqueles pontos que lhe interessava? Vá, podem admitir, eu própria já o fiz em outros blogs ( embora, normalmente, tenha sempre curiosidade de ler tudo). Isto acontece muito em posts de sugestões como " 5 livros que deves ler" e a um leitor, por exemplo, pode não lhe interessar livros de aventura, pelo que só vai ler os pontos que não incluem esses livros. Percebem onde quero chegar? As listas são os únicos posts em que é possível não ler tudo e, ainda assim, compreender aquilo que um blogger quer transmitir.

9. São bons para o SEO: Os posts deste tipo obtêm rankings muito melhores nos motores de busca do Google, pela organização, popularidade e maior possibilidade de partilha.

10. São desafiantes: Se tu escreves " x maneiras de obter y" vais pôr as pessoas, inevitavelmente, a pensar. "Será que são essas as únicas maneiras de obter isso?" ou "Não te escaparam outros pontos?" são algumas das coisas que poderão passar na cabeça dos teus leitores, e que podem iniciar um debate interessante nos comentários.


Bloggers aí desse lado? Também escrevem posts em lista? Quais é são as vantagens, para vocês, deste tipo de posts?

6.5.17

5 razões pelas quais as memórias são melhores que os bens materiais


Eu costumo dizer que, se ganhasse o Euromilhões, mais depressa gastaria o dinheiro em viagens, do que numa mansão ou em malas da Prada. Isto porque as viagens nos trazem memórias, experiências, enquanto que os bens materiais, na maior parte das vezes, não nos acrescentam nada, só ocupam espaço.

Ao contrário dos bens materiais, as memórias são algo que ficam sempre connosco, e que nos acompanham em todas as fases da nossa vida. Estas são as razões pelas quais eu valorizo mais as memórias.


1. Os bens materiais são temporários, as memórias são para sempre: Tal como já disse, ao contrário dos bens materiais, as memórias são algo que guardamos sempre connosco. Os objetos podem durar até 10, 20 anos, se forem bem conservados porém, por algum motivo, nunca andarão sempre connosco, quanto mais não seja por serem difíceis de transportar. Já as nossas memórias andarão sempre connosco, armazenadas na nossa cabeça, a não ser que uma infeliz doença as retire.

2. As memórias criam janelas, enquanto os bens materiais tapam a vista: Já te irritaste quando querias ver o pôr de sol, mas um monte de prédios estava a tapar-te a vista? Pois, é mais ou menos isso que os objetos fazem. Quando acumulamos demasiados objetos, estes impedem-nos de ver aquilo que é realmente importante na nossa vida, no sentido literal e figurativo. Já as experiências que vivemos criam memórias que nos vão abrir novos horizontes, novas maneiras de pensar, e um novo olhar sobre o mundo.

3. As memórias são aquilo que nos moldam enquanto pessoas: À exceção de alguns objetos, como livros, os bens materiais não nos enriquecem enquanto pessoas nem contribuem para a formação da nossa personalidade ( o máximo que contribuem é em tornar-nos pessoas mais materialistas. Já as memórias são algo que nos molda enquanto pessoas), que contribuem para o nosso crescimento. Isto porque cada memória que temos contém erros que cometemos, aprendizagens e lições que fomos adquirindo ao longo da vida, e que nos serão muito úteis no futuro.

4. As memórias aproximam-nos de outras pessoas: As memórias são aquilo que nos liga a outras pessoas. Por exemplo, a memória de umas férias familiares felizes torna-te mais unido/a à tua família. As memórias têm o poder de ligar pessoas, de criar laços entre pessoas, laços que não se criariam com objetos. No caso dos objetos, por muito que dês boas prendas a uma pessoa, não irás criar uma boa relação com ela, se não partilhares experiências e memórias com ela.

5. As memórias tornam-nos mais felizes: Por muito que comprar um computador ou um telemóvel nos faça felizes, esta felicidade não irá durar porque, eventualmente, esse computador ou telemóvel deixará de ser atual. Já as memórias, principalmente as boas, nunca " passarão de moda", estarão sempre connosco para serem recordadas, e isso traz-nos mais felicidade do que qualquer coisa que possuamos.

24.4.17

10 razões pelas quais não estás a atingir os teus objetivos na universidade


A universidade é mesmo difícil. Já disse isto, mas gosto de salientar que o mais difícil não é entrar, mas sim sair ( não quero desvalorizar os estudantes do Secundário, sei que entrar no curso que querem é difícil mas, acreditem, é muito mais difícil acabá-lo). E no meio de tanto estudo, frequências e trabalhos, muitos alunos perdem-se pelo caminho e não atingem os seus objetivos.

Se estás nesta situação, em que sentes que não estás a atingir os teus objetivos, o melhor é parares e refletir naquilo que estás a fazer mal, nas razões que te estão a levar ao insucesso. Não fazes ideia do que pode estar na causa das tuas más notas? Aqui vão algumas razões que podem justificá-las.


1. Na verdade, não criaste objetivos: Uma das razões pelas quais não estás a atingir os teus objetivos na universidade é porque não criaste mesmo nenhum objetivo específico. Dizer " este ano quero ter boas notas", mas não fazer nada por isso, é mais um mero desejo do que um objetivo. Tens que criar um objetivo e elaborar um plano para o atingires.

2. Os teus objetivos não são realísticos: Os teus objetivos podem parecer muito bons, porém podem ser irrealistas e até impossíveis de alcançar. Nem todos os alunos têm as mesmas capacidades na universidade nem o mesmo tipo de inteligência ( há quem tenha inteligência mais lógica, outra mais virada para as letras...), portanto não podes exigir de ti algo que ultrapasse imenso as tuas capacidades. Todos nós temos potencial para aprender e melhorar as nossas capacidades, mas não nos podemos esforçar demasiado e querer ir mais além do que aquilo que conseguimos e que é humanamente possível. Criar metas demasiado inalcançáveis só vai gerar frustração e motivação.

3. Não estás mesmo empenhado/a: Todas as etapas escolares são difíceis à sua maneira mas, sejamos sinceros, a universidade é bastante difícil. Tirar um curso exige trabalho árduo, persistência, motivação e, sobretudo, muito empenho naquilo que se está a fazer. A não ser que queiras acabar o curso com uma média fraca, vais ter que trocar muitas vezes as saídas com amigos ou tardes no sofá a ver televisão por horas e horas de estudo.

4. Não estás a estudar, só estás a "estudar": Há uma grande diferença entre estudar e "estudar". Sim, é diferente. "Estudar" é passar 5 min de cabeça nos livros e o resto da tarde a ver o facebook, ver vídeos no youtube ou a falar por SMS. Se te encontras horas e horas a olhar para os teus apontamentos e não estás a fazer nenhum progresso, é melhor começares a pensar se estás a estudar a sério ou apenas a procrastinar.

5. Não estás a utilizar métodos de estudo corretos ( nem a adaptá-los): Na universidade, cada cadeira é diferente, e nem todas funcionam com o mesmo método de estudo, ao contrário daquilo que muitos estudantes pensam. Em algumas cadeiras só te safas a fazer resumos, outras tens que fazer esquemas, e outras é melhor só estudar pelos powerpoints e esquecer a elaboração de resumos ( porque a matéria é tanta que nem dá tempo para isso). Por exemplo, eu costumo estudar sempre por resumos, mas para Anatomia do ano passado e para Patologia Médica deste ano não estudei, só por  powerpoints, porque é tanta matéria que é impossível sequer estar ali a tentar resumir tudo, não dá mesmo tempo e, além disso, nem fazia sentido fazê-lo, porque a matéria que é para estudar está toda nos powerpoints. No entanto tive outra sub-cadeira ( sim, tive uma cadeira este ano dividida em várias sub-cadeira) em que me já foi possível fazer resumos, até porque tenho que ler muitos artigos e resumi-los. Isto tudo para dizer que tens que saber adaptar os teus métodos de estudo a cada cadeira, e ir percebendo aquilo que resulta ou não para cada uma destas.

6. Não estás a estudar atempadamente: Na universidade, cada professor pode dar, sem exageros, 4 powerpoints numa aula. Portanto, se tu não começares a estudar logo todos os dias desde o início, estarás em grandes sarilhos quando chegar a época de frequências! O melhor é não deixar acumular matéria.

7. Não estás a tirar tempo para descansares: Se as únicas coisas que fazes é ir às aulas e estudar, vais chegar a meio do semestre completamente esgotado/a. É importante que tires tempo para ti, para relaxares, sair com os teus amigos, enfim, aproveitar um pouco a vida, porque a vida não é só estudar, é muito mais que isso.

8. Não estás a começar os trabalhos cedo o suficiente: Na universidade, tens muitos trabalhos de grupo e individuais para apresentar ou entregar, com prazos rígidos. Os professores não toleram mesmo atrasos na entrega dos trabalhos! Se começas a fazer estes trabalhos tarde, é muito provável que te sintas mais stressado/a e que não faças um trabalho tão elaborado o que faz com que, consequentemente, tires pior nota. Começa a fazer os trabalhos mais cedo, cria até um prazo-limite antes do prazo oficial, para depois teres tempo de rever e fazer uns ajustes.

9. Estás a faltar a demasiadas aulas: Sou uma pessoa que defende que as aulas são muito importantes, que devemos ir às aulas, mas que há sempre aulas a que podemos e devemos até faltar, porque são muito seca ou porque o professor não explica muito bem. No entanto, se estiveres sempre a faltar às aulas, é impossível acompanhares a matéria que está a ser dada, o que dificulta o teu estudo e é meio caminho andado para teres insucesso escolar.

10. Não estás no curso certo: Por vezes, a causa de toda esta falta de trabalho e empenho é precisamente estares no curso errado. Se estiveres no curso errado, certamente que não gostarás da matéria, não tens paixão pelo curso nem pela futura profissão... Isto poderá ser uma causa da tua desmotivação, da tua falta de empenho e dedicação,... É importante lembrares-te do porquê de teres escolhido o teu curso, e se a paixão que existe ainda está lá e é só uma fase difícil que estás a atravessar, ou se descobriste que já não te identificas com o curso.


Quais são as razões que acham que levam muitos estudantes a ter insucesso na Universidade?

22.4.17

5 razões pelas quais ser demasiado bondoso/a pode ser mau


A bondade é uma qualidade que todas as pessoas deveriam ter, e uma boa forma de viver, tornando este mundo melhor e mais positivo. Porém, ser bondoso/a nem sempre é vantajoso, também pode ser mau.

Por experiência própria, já me apercebi de certas situações em que ser bondoso/a pode ser prejudicial e, infelizmente já me magoei algumas vezes à conta de ser demasiado atenciosa. Contudo, é com os erros que se aprendem, mas há que saber os momentos em que devemos conter esta qualidade, para esta não se tornar um defeito.


1. Os outros podem aproveitar-se de ti: Infelizmente, já me aconteceu algumas vezes. Muitas vezes, as pessoas apercebem-se da tua natureza bondosa, e aproveitam-se desta. Sabes que estão a aproveitar-se de ti quando estão constantemente a aceitar tudo aquilo que ofereces, mas nunca dão nada em troca.

2. As pessoas podem desiludir-te: Ser bondoso/a e ter bom coração significa, normalmente, que tentamos ver sempre o melhor das pessoas. Por isso, estamos sempre a dar segundas oportunidades e o benefício da dúvida aos outros e, por vezes, certas pessoas não o merecem. Às vezes, descobrimos que certas pessoas não são tão boas como parecem, acabando por nos desapontar.

3. As outras pessoas podem não ser como tu: Por vezes, caímos no erro de achar que todas as pessoas são tão bondosas e atenciosas como nós, o que nem sempre é verdadeiro. Há pessoas que são até exatamente o oposto. Claro que sempre podemos tentar espalhar o bem e o positivismo, porém também temos que aceitar que há pessoas que nunca mudarão e, por vezes, o melhor que temos a fazer é afastarmo-nos.

4. Podes dar sem nunca receber nada em troca: Tal como já disse, há pessoas que se irão aproveitar de tudo aquilo que lhes ofereces, sem nunca te dar nada em troca. É certo que ser bondoso significa dar sem esperar nada em troca, mas isso não significa que não mereças ao menos um pouco de gratidão por parte da pessoa que ajudaste, e se ela não te dá isto, o melhor é repensares se vale mesmo a pena ser tão atencioso/a.

5. Podes esquecer-te de ti próprio/a: Às vezes, somos tão bondosos para os outros, que nos esquecemos de nós próprios. Passamos tanto tempo a ajudar os outros, que nos esquecemos de nós próprios. É importante não cairmos neste erros, e lembrarmo-nos de pensar um pouco em nós e cuidar de nós mesmos.

18.4.17

7 razões pelas quais comprar coisas não te vai fazer feliz


Muitas pessoas compram coisas porque acham que se vão sentir melhor com elas próprias, que vão ser mais felizes. Compram sapatos para se sentir mais confiantes ou um carro para impressionar alguém.

A verdade dura e crua é esta: Os objetos não nos fazem mais felizes. Até nos pode dar uma sensação de felicidade, mas essa sensação é temporária e, com o tempo, irá desvanecer. Comprar bens materiais nunca vai satisfazer-nos completamente nem nunca nos vai trazer felicidade. Às vezes, até trará exatamente o contrário, até nos trará frustração e mais preocupações.


1. Todas os objetos acabam: Todos os bens materiais são temporários por natureza. Eventualmente, o seu prazo acaba, estragam-se ou acabam. Parecem sempre muito bonitos nas lojas, mas mal chegam a casa, começam o seu processo de deterioração.

2. Há sempre algo mais novo e/ou mais atual: Novos modelos, novas funcionalidades, melhoramentos... O mercado está constantemente a mudar e a crescer, pelo que o objeto que possuis atualmente ,eventualmente, irá " passar de moda".

3. Cada compra traz uma preocupação extra às nossas vidas: Cada vez que compras um objeto, terás preocupado/a se este se estraga, se é perdido ou se é roubado. No caso de compras maiores, ficas preocupado/a com seguros, garantias,...

4. Os objetos requerem manutenção: Todos os bens que possuis exigem energia, tempo e foco nestes. Precisam de ser limpos, arrumados, reparados e organizados. E, como resultado, tiram-nos mais tempo e impedem-nos de concentrarmo-nos naquilo que é realmente importante.

5. As tuas coisas não te definem: Ter um carro melhor do que o do vizinho ou um roupeiro com mais roupa não te torna melhor que ninguém. Ter uma casa boa não faz de ti uma boa pessoa. As coisas que possuis não te definem. Portanto, só deves comprar aquilo que realmente precisas, não compres nada para fingir que és outro tipo de pessoa ou que tens determinado estilo de vida.

6. Não estás a impressionar ninguém: Muitas vezes, compramos muitas coisas caras para impressionarmos as pessoas, para mostrarmos que temos dinheiro, que vivemos bem e temos bom gosto. Contudo, na maior parte das vezes, as pessoas não querem saber, dão-te 5 minutos de atenção, e depois continuam concentradas nas suas vidas, porque , no final do dia, todos nós estamos concentrados em nós próprios.

7. Há sempre alguém que terá mais que tu: Também há pessoas que caem no erro de comprar muitas coisas, para mostrar que têm mais que os outros, como se isto fosse uma competição. No entanto, a verdade é que haverá sempre alguém neste mundo mais rico do que nós e com mais coisas, pelo que esta ânsia de ter mais que toda a gente é inútil.


Lê também: 7 questões que deves colocar a ti próprio/a antes de fazer uma grande compra.
  As desculpas que inventamos para comprar coisas que não precisamos.

25.3.17

7 razões pelas quais o teu professor não gosta de ti


Tal como já falei neste post, os professores são seres humanos como nós, pelo que é normal que gostem mais de uns alunos do que outros. Muitas vezes, alguns professores não gostam de nós sem motivo aparente, mas outras vezes têm as suas razões.

Como sou filha de um professor, sei melhor do que ninguém o que é que leva a que os professores não gostem de certos alunos. Algumas razões são mais óbvias, outras menos óbvias, pelo que nos cabe a nós, estudantes, percebermos quando há algo que estamos a fazer errado.


1. Não valorizas o tempo dele: Nós estudantes, passamos a vida a queixar-nos que não temos tempo para nada, que mal saímos, mal nos divertimos, só estudamos, temos um monte de trabalhos para fazer, e x professor ainda nos manda mais! No entanto, os professores também têm vidas ocupadas, têm que corrigir trabalhos, testes, ir a reuniões, preparar aulas, para além de toda uma vida pessoal e familiar que têm que gerir. Quando, por exemplo, fazemos questões que podemos facilmente pesquisar nos livros, estamos a fazer perder o tempo do nosso professor ( não estou a dizer para não tirares dúvidas, tira é dúvidas relevantes, e não coisas que só perguntas porque tens preguiça para pesquisar).

2. Não te interessas minimamente pela aula: Se passas todo o tempo a olhar para a janela em vez de ouvires o que o teu professor está a dizer, é muito provável que este depois não goste de ti. Os professores não gostam de estar a preparar aulas e a darem-se ao trabalho de falar se depois não são ouvidos. Por isso, se queres ter uma boa nota e manter uma boa relação com o teu professor, está atento/a na aula.

3. Estás sempre a fazer barulho na aula: Se estás sempre a conversar para o colega do lado, a fazer barulho e, no geral, a comportares-te mal, não só estás a prejudicar o teu próprio desempenho escolar, como o dos teus colegas, o ambiente da sala de aula, e a irritar o teu professor, que está a tentar dar uma aula no meio da confusão.

4. Estás focado/a nos objetivos errados: São muitos alunos que caem no erro de estudar só para tirar boas notas, e não pelo prazer e curiosidade de aprender mais. Isto já aconteceu a todos nós, em alguma disciplina ao longo dos anos, mas se temos oportunidade de aprender algo, para quê desperdiçá-la? Os professores, na maior parte das vezes, conseguem ver quais os alunos que só estudam para tirar boas notas, e é desmotivante ensinar esse tipo de alunos.

5. Estás sempre a interromper a aula para fazer perguntas: Tirar dúvidas é bom, é sinal que estudas, que tens vontade de aprender, que estás interessado/a na matéria. No entanto, se estás sempre a interromper a aula para tirar dúvidas, muitas vezes irrelevantes, não só estás a perturbar o funcionamento da mesma e a prejudicar os teus colegas, como estás a irritar o teu professor.

6. Tens sempre desculpas para tudo: "Não fiz os trabalhos de casa porque eram demasiado extensos". " Não tive tempo de acabar o relatório". " Não trabalhei bem no grupo porque não me dou bem com os elementos". Os professores odeiam o tipo de alunos que estão sempre a usar desculpas como estas. Obviamente que todos temos os nossos imprevistos, mas se estamos a estudar numa escola/faculdade, assumimos automaticamente a responsabilidade de estudar, cumprir os nossos deveres e todos os trabalhos que nos mandem fazer. Se não consegues cumprir as tuas responsabilidades agora, não as irás conseguir cumprir de certeza no mundo do trabalho em adulto, um mundo muito mais exigente e rigoroso.

7. Não respeitas o teu professor: Ter uma boa educação é importante em todo lado, e a escola não é exceção. Podes até não gostar de determinado professor, mas manter uma relação cordial e de respeito com ele é o mínimo dos mínimos que podes fazer, e isto aplica-se a toda a gente ao longo da tua vida.


E vocês? O que é que acham que leva os professores a não gostarem de determinados alunos?


26.2.17

5 razões pelas quais não deves criar um blog


Calma, não estou a dizer para as pessoas pararem de criar blogs (aliás, não parem, a blogosfera precisa sempre de novos membros para ser mais dinâmica). Não quero ser desencorajadora. Estou apenas a dizer que a blogosfera pode não ser para todos.

Já não é novidade para ninguém que a blogosfera está a mudar. Se antes um blog era um espaço em que se apenas partilhavam devaneios do dia a dia para amigos e familiares, agora é um espaço cada vez mais profissional e com conteúdos mais elaborados ( embora eu seja da opinião que não deve ser demasiado profissional, deve ter a essência da personalidade do blogger).

No entanto, ainda existem pessoas que acham que criar um blog é fácil, que é só escrever algo às três pancadas e publicar, que é algo que toda a gente pode fazer. Eu já costumo dizer,criar um blog é fácil, o difícil é mantê-lo.

Nem toda a gente tem capacidades e/ou predisposição para ser um/a blogger. E aqui estão algumas razões.


1. Estás a fazer isto por causa das ofertas: Cremes, relógios, roupa, maquilhagem... Parece maravilhoso, não é? No entanto, nem todos os bloggers chegam a esse nível de receber coisas grátis, é preciso ter um certo grau de popularidade e um certo número de leitores antes das marcas os contactarem. Além disso, mesmo que tenhas a sorte de receber coisas grátis, terás que escrever um post ou falar sobre estas nas redes sociais. Isto porque o principal objetivo das marcas é terem o seu produto publicitado.

2. Não sabes/não consegues escrever: O design do teu blog pode ser espetacular, podes ser fantástico/a nas redes sociais, podes colocar fotos lindas nos teus posts, mas se não souberes escrever como deve ser, não vale a pena teres um blog. Só para teres noção, este post foi lido 3 vezes antes de ser publicado, para me certificar que todas as frases fazem sentido e não há erros gramaticais. Se és daquelas pessoas que está sempre " a dar pontapés" na gramática e, pior, não consegues escrever nada de interessante, a blogosfera não é para ti.

3. Não és consistente: Se só publicas de mês a mês, ter um blog não é para ti. Ao teres um blog, vais criar um grupo de seguidores fiéis, mas que irão deixar de te seguir se não publicares de maneira consistente. Ninguém gosta de seguir um blog em que têm que adivinhar quando sai o próximo post. As pessoas gostam de seguir blogs que sabem que publicam regularmente, que sabem que todos os dias ou de x em x dias terão algo novo para ler.

4. Não queres ter muito trabalho: Tal como já disse, ter um blog não é só escrever algo à toa e publicar. Exige muito trabalho, muitas horas a certificarmo-nos que o design do blog está perfeito, outras tantas horas a escrever, a editar e a publicar posts, a encontrar as imagens ideais para os nossos posts,... E isto é apenas uma amostra do trabalho dos bloggers. Existem ainda redes sociais para atualizar, parcerias,... 

5. Não gostas de partilhar: A blogosfera gira à volta da partilha. Partilha sobre viagens que fizeste, os restaurantes a que foste, os filmes que tu viste, a tua opinião... Se és daquele tipo de pessoas que gosta de guardar segredos ou que não gosta de se expor, talvez ser blogger não seja para ti.


E vocês? Quais é que acham que são as razões pelas quais as pessoas não devem criar blogs?

Lê também: 6 qualidades que um blogger deve ter.

3.2.17

7 razões para parares de dizer " não tenho tempo"


" Eu não tenho tempo". Uma das desculpas esfarrapadas e aborrecidas que mais ouvimos e, sobretudo, que mais dizemos. E pior de tudo, que nos faz sentir culpados e nos faz desperdiçar a nossa vida.

Dizer esta frase faz com que saiamos com amigos ou com a família, que faltemos a festas de aniversário, que adiemos consultas médicas,... É certo que hoje em dia vivemos uma vida com horários rígidos e mil e uma tarefas para cumprir, mas será que estamos a saber geri-lo? Uma das primeiras coisas que devemos fazer para saber isso é deixar de dizer "não tenho tempo", e aqui estão umas boas razões.


1. A tua vida "ocupada" não é assim tão ocupada: Eu não sei da vida de toda a gente, e tenho a certeza que algumas pessoas têm um horário muito mais apertado do que outras, mas grande parte das pessoas que diz " não tenho tempo" ou procrastina muito e não se sabe organizar, ou então está a tentar safar-se de alguma situação ( por exemplo, não ir aqueles jantares chatos de trabalho). Quantas vezes deixaste de fazer um trabalho importante para ver mais um episódio de uma série? Todos nós já o fizemos.

2. A procrastinação é o teu maior inimigo: Tal como já referi acima, umas das grandes razões pelais quais tu achas que não tens tempo é porque procrastinas muito. É muito mais fácil deixar para amanhã aquilo que podemos fazer hoje.  Muitas vezes achamos que estamos com muitas coisas para fazer e sem tempo para as fazer porque, na verdade, passamos demasiado tempo a procrastinar e, quando damos conta, já acumulámos mil e uma tarefas.

3. Não é a tua prioridade: Não te apetece sair numa sexta feira à noite? Não te apetece ir aquele jantar de trabalho aborrecido? Não te apetece ir às compras com amigas? Tudo bem, todos nós temos as nossas prioridades e os nossos gostos, mas não é preciso encher toda a gente com essa desculpa do " não tenho tempo". Além de estares sempre a mentir, as pessoas vão acabar por perceber e deixar de confiar e/ou acreditar em ti.

4. É apenas uma desculpa: Ao dizer muitas vezes " não tenho tempo", acabas por tirar o significado todo à frase, e passa apenas a ser uma desculpa esfarrapada. Se não queres ser conhecido/a pela pessoa que está sempre a inventar desculpas e, sobretudo, queres atingir os teus objetivos, larga esta frase de vez.

5. Faz-te sentir culpado/a:  Quantas vezes disseste a um amigo que não podias sair ou aos teus pais que não podias ir almoçar com eles, e depois acabaste por te sentir culpado/a? Nós desperdiçamos tantos momentos preciosos com os nossos amigos, familiares e namorado/a, e quando damos conta, o tempo passou e já não podemos voltar a trás. A vida é curta, por isso temos que aproveitar todas as oportunidades que temos para conviver com quem mais amamos.

6. Impede-te de estar presente: Estar sempre a dizer " não tenho tempo" coloca-te, involuntariamente, num nível de stress e preocupação com os teus afazeres. E, ao recusares momentos de lazer e de convívio, a única coisa que passas a ter na tua cabeça é a lista enorme de tarefas que tens de cumprir, e isso impede-te de te apreciar os momentos e pequenos prazeres do presente.

7. É uma escolha: Quando reclamas sobre o quanto tens de estudar para as frequências da faculdade ou o trabalho que tens no teu emprego, não é como se alguém te tivesse obrigado a ir para lá. Quando foste para a escola, fizeste a escolha de estudares. Quando entraste para a Universidade, escolheste o teu curso, à partida ( e digo, à partida, porque há situações em que os pais obrigam os filhos a escolher o curso). Escolheste ter esse emprego ( ou dois empregos). No final do dia, a vida é tua e tu fazes com ela aquilo que quiseres. Tu é que sabes, melhor do que ninguém, se aquilo que estás a fazer vale a pena, ou se preferias estar a fazer outra coisa qualquer.



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