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19.12.17

7 sinais de que te estás a tornar na tua mãe

7 sinais de que te estás a tornar na tua mãe

Passaste grande parte da tua vida a tentar provar que não és como a tua mãe. És muito mais à frente. Entretanto, abriste horizontes, conheceste novas pessoas, adotaste uma nova forma de pensar mas, de repente, começas a aperceber-te que te estás a tornar parecida com alguém... Com a tua querida mãe, pois claro!

O momento em que te apercebes que estás a ficar como a tua mãe é o suficiente para ires urgentemente ao médico. Mas calma, nem tudo é mau. Afinal, a tua mãe foi a mulher que te educou e te tornou naquilo que és hoje. Lembra-te que há algumas qualidades que podes herdar dela. Outras podes não herdar, isso já não é garantido. Reza é para não herdares os defeitos. Anyway, aqui estão 7 sinais que revelam que te estás a tornar na tua mãe.


1. Tornaste-te um bocadinho confortável de mais a tocar nas outras pessoas: Sabes que estás a tornar-te na tua mãe a partir do  momento em que começas a apertar as bochechas dos bebés dos vizinhos ou a limpar com cuspe algo que um conhecido ou amigo tem na cara. Alguns recuam perante os teus avanços, mas outros já desistiram, não vale a pena tentar parar-te. 

2. Qualquer problema tecnológico requer a atenção imediata de toda a gente: De cada vez uma app bloqueia ou não sabes que foto pôr no Instagram, começas a panicar e a chamar todas as pessoas da casa.

3. Começaste a carregar casa toda dentro da tua mala: O que significa que nunca encontras nada lá dentro.E então de cada vez que tens que o teu telemóvel toca, tens que começar uma busca enorme dele e tirar tudo o que está na tua carteira. Isto resulta, obviamente, em muitas chamadas perdidas, voicemails e mensagens por ler.

4. Não suportas a maneira como os mais  jovens se vestem: O teu roupeiro está a tornar-se mais sofisticado, por isso já não percebes as pessoas que não se vestem dessa forma. Tops com a barriga à mostra? Guardem-nos para a praia. Sweats? Usem isso em casa para estar no sofá. E nem pensem que vou gastar dinheiro com calças rotas.

5. Tens-te tornado mais assertiva acerca das tuas necessidades e a dos outros: Lembras-te dos sermões que a tua mãe dava às pessoas das centrais telefónicas sobre respeito e justiça? " Mas o senhor acha bem pagar-se 10 euros por este serviço? Quem é o seu patrão? Quero falar com ele." Pois, isso és tu agora.

6. Decidiste, de repente, que és a melhor casamenteira do mundo: Pensas que és melhor que o Tinder, mas na verdade só arranjas jantares constrangedores entre pessoas.

7. Independentemente do tempo, não deixas que ninguém saia de casa sem um casaco: Depois não digas que não vos avisei, não me apareçam constipados", gritas tu, enquanto eles se recusam a fazer o que estás a dizer.



E vocês? Estão a tornar-se nas vossas próprias mães?

3.11.17

5 alturas em que consegues ouvir a voz da tua mãe na tua cabeça

5 alturas em que consegues ouvir a voz da tua mãe na tua cabeça

Quando estou à beira da minha mãe, penso " fogo, quem me dera que não tivesses aqui, para eu poder fazer isto à minha maneira". Porém, quando estou sozinha e estou prestes a fazer algo que ela não concordaria, quase que consigo ouvi-la a dizer " Isso vai dar merda, depois não digas que não te avisei". Juro, a mulher deve-me ter posto um chip ou algo do género, para me poder controlar à distância, só pode!

Todos nós ansiamos sempre pelo momento em que a nossa mãe já não controla cada passo que damos. No entanto, quando começamos finalmente a ganhar mais liberdade ( ou quando vamos morar sozinhos), ouvimos persistentemente a voz dela da nossa cabeça. Parece que as nossas mães ainda nos controlam de alguma forma.


1. Quando está frio lá fora e sais sem casaco: Quase que ouves a tua mãe dizer " leva um casaco,  vais constipar". Eu acho que nenhuma mãe deixa os filhos sair de casa no inverno sem lhes dizer " "leva um casaco, olha que vai estar frio. Deve ser algum protocolo ou assim.

2. Quando pensas em fazer um teste sem estudar: " Sim, eu vou para o teste sem estudar, é tão boa ideia!", diz a mãe da tua cabeça, ironicamente.

3. Quando fazes algo estúpido porque os teus amigos te influenciaram a fazer isso: " Se os teus amigos te mandassem atirar-te da ponte, tu também te atiravas?", é aquele clássico que a tua mãe diria.

4. Quando precisas de marcar uma consulta no médico: Nada aterroriza mais os jovens adultos do que ter que marcar uma consulta no médico. O nosso primeiro instinto é ligar à mãe para marcar por nós, mas ela diria " POR AMOR DE DEUS, ganha-me juízo, já não és nenhum bebé!".

5. Quando os teus amigos são maus para ti: Ouves a típica conversa dos amigos falsos que a tua mãe já teve contigo mil vezes. Até já sabes os argumentos de cor " Eu vejo logo quando um amigo não é bom para ti" e " Além disso, tu não precisas de amigos, eu sou a tua melhor amiga".


E vocês? também conseguem ouvir a voz da vossa mãe na vossa cabeça? O que é que costumam ouvir?

15.10.16

7 lições que a minha mãe me ensinou


Quando somos novos, nunca valorizamos como deve ser as coisas que a nossa mãe nos ensina. Que atire a primeira pedra quem nunca disse " A minha mãe é uma chata, está sempre a repreender-me e a tentar ensinar-me coisas...".

Quando começamos a crescer e a ter mais experiências de vida, começamos a valorizar mais aquilo que a nossa mãe nos ensinou e, finalmente, começamos a compreender os motivos das preocupações dela e o seu ponto de vista.

A relação da minha mãe nunca foi uma relação fácil, uma vez que existem muitas coisas nas quais discordamos, mas isso não significa que eu não a compreenda e não tenha aprendido lições com ela. Aprendi muitas lições, mas estas que eu vou referir hoje são as que guardarei para toda a vida.


1. Ter maneiras é muito importante: As primeiras coisas que a minha mãe me ensinou a dizer quando era pequena foi " Obrigada" , " Por favor" e " Boa tarde/Boa noite/Bom dia". São lições simples e básicas, mas que fazem toda a diferença nos dias de hoje, já que são muitas as pessoas com quem já me cruzei e que não fazem isto, infelizmente. Porém, lá por certas pessoas não o fazerem, não quer dizer que nós não o façamos, muito pelo contrário, devemos marcar a diferença e incentivar a mudança.

2. Respeita mesmo aqueles que não te respeitam: A minha mãe não é apologista do " só te dou respeito se tu também me deres". Devemos respeitar mesmo aqueles que não nos respeitam. Desrespeitar aqueles que nos desrespeitam seria "descer ao nível deles". Em vez disso, devemos ser nós a mostrar qual é o comportamento correto, respeitá-la para a pessoa perceber que, apesar de dela nos ter tratado mal, nós não a tratamos, o que a vai pôr a refletir sobre as suas ações. Claro que há pessoas, quem nem assim, pensam naquilo que fizeram, mas essas pessoas não merecem que percamos tempo a desrespeitá-las também, pois não?

3. Às vezes, as ações valem mais do que as palavras: Esta lição que a minha mãe me deu eu concordo, mas apenas em parte. Passo a explicar. Sou uma pessoa, como já devem ter reparado, que valoriza muito as palavras, não gostasse eu de escrever e sou da opinião que, por vezes, as palavras reconfortantes ou de apoio de uma pessoa fazem toda a diferença no nosso dia. Porém, percebo aquilo que a minha mãe me quer transmitir, apesar de eu não seguir isto à letra como ela segue. Quando eu era mais nova e eu fazia asneiras ( e mesmo agora) a minha mãe nunca aceitava as minhas desculpas, dizia sempre o típico " as desculpas não se pedem, evitam-se", e só me perdoava quando eu mostrasse que estava arrependida, o que era normalmente feito através de ações como arrumar o quarto, levar o lixo,.... Embora eu não seja assim tão extrema e valorize palavras como " desculpa", às vezes as ações valem mais do que palavras ditas à sorte, sem significado.

4. Faz sempre a cama antes de sair de casa: Isto é a metáfora da minha mãe para " arruma a casa". Também é no sentido literal (a minha mãe nunca sai de casa sem fazer a cama), mas significa essencialmente que devemos deixar sempre a casa minimamente arrumada, porque nunca sabemos se teremos visitas inesperadas, ou um imprevisto nos obriga a ausentarmo-nos alguns meses de casa e, de certo, não queremos regressar depois e estar tudo uma bagunça!

5. Estudar pode não garantir-te um emprego atualmente,mas aumenta as tuas oportunidades: Os meus pais ( sobretudo a minha mãe) sempre fizeram de tudo ao seu alcance para garantir que eu recebia uma boa educação, e agora só lhes posso agradecer. Apesar de os estudos não garantirem emprego atualmente, alargam muito as minhas oportunidades de conseguir um.

6. Amigos, amigos, negócios à parte: E isto vale para simples trabalhos escolares, para estágio, e para empregos. É muito importante termos amigos, mas também é importante saber separar as amizades da vida profissional, e saber estabelecer quais os limites do que é e não é aceitável fazer pelos amigos em ambiente de trabalho.

7. Não precisas de um homem para ser feliz: Lá porque a sociedade diz a todas as mulheres que, se não forem casadas, não são felizes, não quer dizer que seja verdade. Há muitas maneiras de se obter a felicidade, numa carreira, na família, em viagens, objetivos... A felicidade de uma mulher não depende do facto de ela ter ou não um casamento feliz. Se conseguirmos encontrar um homem de quem gostemos o suficiente para casar, muito bem, mas se não o conseguirmos não é o fim do mundo.


E vocês? Que lições aprenderam com a vossa mãe?