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24.9.20

Diferentes tipos de jogadores em "Among Us"

Diferentes tipos de jogadores em "Among Us"

Está na altura de nos sentarmos e termos uma Emergency Meeting sobre o jogo do momento, "Among Us". Este jogo já existia há cerca de dois anos mas só agora, de repente, é que ficou super famoso entre os youtubers gamers e, consequentemente, entre a população internáutica em geral. Se, como eu, passaram a última semana a jogar ou a ver vídeos no youtube sobre o mesmo (às vezes, são tão ou mais engraçados do que jogar), sabem do que estou a falar. Se não sabem, aqui fica um breve resumo antes de continuarmos.

"Among Us" é um jogo multiplayer online de dedução, que está disponível tanto para PC (numa versão paga) como para telemóvel (numa versão gratuita, a que eu uso). Toda a gente adora um misterioso assassinato, e é esta a premissa principal do jogo. Podem jogar online, em servidores públicos (com pessoas desconhecidas da Internet) ou em servidores privados (com amigos que, cuidado, podem passar depressa a ex-amigos), sendo que todos os servidores comportam, no máximo, 10 pessoas. 

As regras do jogo em si são simples. Existem dois tipos de jogadores: os Crewmates (colegas da nave) e o Impostor - ambos selecionados aleatoriamente. Os Crewmates têm como função completar várias missões e descobrir quem é o Impostor; já o Impostor tem como função sabotar as missões e matar todos os seus colegas a bordo. De vez em quando, são convocadas as chamadas Emergency Meetings, que têm sempre o seu quê de hilariante - é onde se discute quem matou determinada pessoa, comportamentos suspeitos, todas as pistas que levem a crer que determinada pessoa é o Impostor ou, por vezes, coisas completamente sem sentido, quando alguém convoca a reunião porque lhe apeteceu (já lá vamos a isso). "Among Us" possui, desta forma, um gameplay bastante simples, sendo que aquilo que o torna singular é a sua imprevisibilidade, dado que são os próprios jogadores que controlam tudo - desde jogar com democracia a votar numa pessoa só porque estão fartos de a aturar. E é mesmo sobre esta variedade de personalidades que vamos falar hoje, encontra-se lá cada pérola que quase que é possível fazer deles um estudo de caso de psicologia.


1. O líder da nave: Há sempre um jogador naturalmente mais comunicador do que os outros que, inevitavelmente, acaba por liderá-los a todos. Fica responsável pela investigação de todos os possíveis culpados, questiona toda a gente de forma irritante, e lembra-se de tudo o que é dito todo o tempo. 

2. O inspetor da Polícia: Parecido com o líder, todavia um pouco mais silencioso. Este jogador só fala quando tem provas irrefutáveis de que alguém é o Impostor. Está sempre na sala das câmaras, a analisar os movimentos dos outros, quem passou por que divisão, a procurar padrões, comportamentos creepy... Passado algumas rondas em que o inspetor acerta no Impostor, ele ganha a reputação de estar sempre certo e já ninguém questiona quando ele manda votar em x pessoa. Basta dizer "eu estava nas câmaras" e, se forem vocês o Impostor, é bom que o matem primeiro ou vão de vela num instante.

3. O jogador "Eu não sei o que se está a passar": Cada servidor tem sempre uma pessoa, sem falhar, que nunca sabe o que se está a passar, provavelmente porque está no multitasking - a comer, a ver vídeos no youtube, a jogar outra coisa qualquer - ou então é alguém no jogo que ainda está a aprender a jogar. Este é o tipo de jogador que faz os outros escreverem em capslock "ACORDA!" quando é único que falta votar, é aquele que passa pelos corpos e nunca reporta, que não faz missões como fantasma (a morte não é uma desculpa para não cumprir tarefas, how dare you!), entre outras atrocidades. Está ali só a empatar.

4. O "sempre Impostor": Eu não sei o que se passa com alguns servidores, se é algum bug ou assim, mas está sempre a calhar a mesma pessoa como Impostor. E quando digo sempre, é três, quatro ou até cinco vezes seguidas! A certa altura, já ninguém se dá o trabalho de procurar, mal começa uma nova ronda, toda a gente vai a correr para o botão de Emergência convocar uma reunião, com o único fim de votar logo no "Sempre Impostor".  Até o próprio se cansa!

5. O convocador de Emergency Meetings: Está sempre a convocar reuniões por razão nenhuma - "ahahahah, foi porque me apeteceu falar", "ups, dedos de manteiga" - e, normalmente, é o primeiro é ser votado fora (descobri isso por experiência própria, guilty).

6. O desconfiado: Culpa toda a gente que o segue por mais 2 segundos ou que demore mais tempo do que o "suposto" a executar uma tarefa (já não se pode ser lento?!). Também está sempre a convocar reuniões.

7. O Impostor amador: Mata 5 pessoas de uma vez, mata pessoas mesmo à frente de outras, mente mal e é logo descoberto nos primeiros minutos.

8. O Impostor pacifista: Anda apenas a vaguear por ali, não sabota missões e, sobretudo não mata ninguém, é o seu valor moral máximo! Ninguém desconfia dele e ele acaba por ganhar, afirmando orgulhosamente que fez um jogo limpo, sem sangue.

9. O Impostor pacifista com azar: Não faz nada, mas acaba por ser descoberto na mesma ao ser injustamente culpado por algo que outro Impostor fez (uma das razões pelas quais adoro rondas com 2 ou mais Impostores). 

10. O honesto: Criado por pais humildes e católicos, o honesto simplesmente não consegue mentir. Apanharam o honesto a sair de uma sala onde estava uma pessoa morta? Nem precisam de o pressionar muito que ele diz logo "Desculpem, fui eu, nem me vou dar ao trabalho de mentir". Fica muito aliviado quando finalmente é morto e já ninguém suspeita dele, ou quando é selecionado para Crewmate e não precisa de fingir. 


Que tipo de jogadores vocês são em "Among Us"? Que mais tipos é que conhecem?

22.12.19

5 youtubers simmers que vale a pena seguir

5 simmers youtubers que vale a pena seguir

Recentemente, deu-me as saudades de jogar Sims (um dos meus videojogos favoritos de sempre, como sabem) porém, como não tinha muito tempo para jogar (quem joga Sims sabe que isto é um vício, quando se recomeça não se consegue parar), decidi ver alguns trailers antigos do mesmo só mesmo pela nostalgia. Pelo caminho, e pelas recomendações do youtube, descobri alguns youtubers  simmers que me fizeram entrar numa comunidade de criadores de conteúdo que eu nem sabia que existiam. 

Portanto, yep, quando não estou a jogar Sims, estou a ver vídeos sobre Sims. Aqui estão alguns dos  youtubers simmers que vale a pena seguir.


1. Lilsimsie: Esta foi a primeira simmer youtuber que descobri e que segui imediatamente, porque o seu entusiasmo é absolutamente contagiante. É uma nerd de Teatro que fala à velocidade da luz (seriously, ela consegue falar mais depressa do que enfermeiros numa passagem de turno) e que é uma criadora meticulosa de edifícios lindos em "The Sims". O único ponto fraco dela é que ela só joga o Sims 4 e, aparentemente, nem sequer jogou muito as outras versões de "The Sims", o que me entristece um bocado, porque o Sims 4 não é, de todo, a minha versão favorita (não joguei nele mais de 3 horas e nunca o comprei sequer). Contudo, os comentários hilariantes que ela faz nos vídeos, alguns dos quais apenas com coisas aleatórias que vão acontecendo, fazem com que valha a pena segui-la.


2. Plumbella: Esta youtuber não fala à velocidade da luz, mas tem uma pronúncia estranha (meia rouca e para dentro) o que, por vezes, também a torna difícil de acompanhar, mas faz parte do seu encanto enquanto youtuber. Aquilo que me cativa mesmo nela é o facto de ter jogado todas as versões de The Sims e continuar a jogá-las, fazendo vídeos de todas de igual forma. A grande preciosidade dela é a rubrica "The Entire History of", em que ela recordar-nos da evolução de vários aspetos de jogo, como do Woohoo, a família Goth, a história da Morte, entre outros, e também nos revela algumas curiosidades. 



3. Deligracy: Confesso que, quando me cruzei com este canal, achei que tinha a ver com caligrafia, shame on me (em minha defesa, caligraphy e Deligracy são parecidos, achei que fosse algum trocadilho/junção com o nome dela). Mas não, é mais uma youtuber simmer muito hilariante. E com uma pronúncia muito limpa e a melhor da lista, até agora (eu não sei porquê, mas deu-me para comparar pronúncias nesta publicação, parece que sou muito picuinhas quando se tratam de vídeos de Sims). O grande ponto forte dela é que ela é uma excelente contadora de histórias. Um bom exemplo é a série "Sims Orphanage Challenge", em que ela cria uma grande casa de vampiros e crianças fantasmas, e pelo caminho descobre que dá para ter filhos fantasma, entre outras coisas aleatórias.


4. Call me Kevin: Este não é propriamente um criador de conteúdo especializado em Sims, ele joga um pouco tudo na verdade (e vale a pena espreitar os outros vídeos dele, by the way), mas também joga Sims e, se procuram uma abordagem de alguém que leva o jogo menos a sério e que, basicamente, só faz merda enquanto joga, encontraram o canal certo. Representa o lado psicopata de todos nós (porque, sejamos honestos, ninguém joga Sims direitinho o tempo todo, tem muita mais piada quando criamos o caos).


5. James Turner: Um dos aspetos mais encantadores do canal de James Turner é que ele não joga os mesmos desafios que toda a comunidade de Sims no Youtube parece seguir, ele cria os seus próprios desafios. Um dos desafios que ele inventou é bastante simples e, por isso mesmo, bastante engraçado. Consiste em criar uma casa, com a condição de não poder mover uma árvore do sítio. No minuto 2 e 30 segundos (penso eu), ele move de facto a árvore, embora ligeiramente, porque não estava bem alinhado  com a linha de construção (identifiquei-me muito com a TOC) e porque, como ele diz "o meu desafio, sou eu que faço as regras".



E vocês? Também vêm vídeos sobre Sims quando não estão a jogar? Quais os canais que conhecem?

12.7.18

10 lições de vida que aprendi com os videojogos

10 lições de vida que aprendi com os videojogos

Já estou a imaginar alguns leitores a perguntarem-se como é que algo tão trivial como os videojogos nos pode ensinar algo de útil. Com o domínio que os videojogos têm na vida das crianças e dos adolescentes, muitos são os céticos que afirmam que estes jogos só servem para "destruir neurónios" , para torná-os violentos ou para " insert here outra barbaridade qualquer". Como em tudo na vida, é preciso existir moderação e uma vigilância atenta por parte dos pais e dos educadores. Se existirem estas condições, os videojogos podem ser muito benéficos.

Durante toda a minha infância e adolescência, eu joguei todo o tipo de videojogos (em grande parte, por influência dos meus primos, que partilhavam comigo muitos jogos), e sinto que aprendi algumas coisas que acabaram por se revelar bastante úteis na minha vida.


1. Não sejas demasiado orgulhoso(a) para não jogar o tutorial: Quantas vezes avançámos o tutorial de um jogo, para depois estarmos a carregar nos botões à sorte e termos que voltar para trás para aprender? Era bom se só fizéssemos isto nos jogos mas, infelizmente, também fazemos isto na vida real. Sim, é intimidante admitirmos que não sabemos fazer algo e corrermos o risco de parecer  burros ou pouco profissionais mas, caso nos arrisquemos a tentar fazer as coisas sozinhos, o dano pode ser maior e podemos cometer erros mais graves. Portanto, pede ajuda, faz questões e não hesites em aceitar orientação. Assim, podes jogar o jogo como deve ser.

2. Se encontras obstáculos significa que estás no bom caminho: Quer estejas a jogar um jogo de arcada, em 3D ou multiplayer, quantos mais obstáculos e inimigos encontrares, mais próximo(a) estás no bom caminho. Isto também é verdadeiro na vida, e em mais maneiras do que as que imaginamos.

3. Explora o mapa: Isto pode ser interpretado literalmente, tanto nos videojogos como na vida real. Nos jogos, andar às voltas a explorar sítios random pode levar-nos a atingir resultados interessantes. Na vida real, temos um mundo demasiado bonito para ficarmos para sempre no mesmo lugar. Não te preocupes tanto com o destino final, e explora tudo o que está à tua volta. Gasta algum tempo a explorar, a conhecer sítios e culturas diferentes, e a ver aquilo que nunca viste. Talvez encontres algo interessante ou descubras algo novo sobre ti mesmo(a). Ou talvez não. De qualquer das formas, vale sempre a pena.

4. Aproveita o botão de pausa: Na vida real, nós não temos um botão de pausa como temos nas nossas consolas, que pare magicamente o tempo. Portanto, temos que ser nós a decidir quando é altura de parar um pouco. Nunca te esqueças de tirar momentos para descansares e relaxares. Se tu continuas a tentar fazer tudo sem nunca tirares um tempinho para parares um pouco, vais andar sempre exausto(a) e não vais conseguir apreciar a beleza que existe ao teu redor. E alguém perdeu imenso tempo a trabalhar nos gráficos para que estes ficassem perfeitos.

5. Hábitos (tarefas diárias): Muitos são os jogos que têm aquelas tarefas diárias, em que se cumprires determinadas ações ganhas recompensas como moedas. Na realidade, nem sempre ganhamos moedas por cumprirmos as nossas tarefas diárias, mas ganhamos muitas outras coisas. Eu gosto de pensar nas tarefas diárias dos jogos como um paralelismo dos hábitos que devemos criar no nosso quotidiano. O prazer instantâneo pode parecer gratificante mas vale a pena sacrificá-lo para construir rotinas e hábitos que irão melhorar a nossa vida.

6. Por vezes, os grandes amigos vêem dos sítios mais estranhos: Todos nós temos, pelo menos, um amigo que conhecemos num sítio estranho ou numa circunstância invulgar. Isso acontece imenso, tanto na vida real quer nos videojogos. Portanto, quer tenhas conhecido esse amigo num bar após lhe teres entornado uma bebida em cima ou o tenhas salvo de um grande monstro, aprecia-o e estima-o bem, porque são as melhores amizades.

7. Tens mais do que uma vida: Ok, talvez não tenhas 3 vidas como tens nos jogos, mas certamente tens mais que uma oportunidade em muitos aspetos da tua vida. Raramente algo é um Game Over, podes sempre dar a volta por cima.

8. Precisas de abordar um problema de vários ângulos: Chegas sempre a um ponto do jogo em que empancas e não sabes o que fazer. Nessas alturas, é fácil ficar irritado(a) e dá vontade de desistir de tudo. Porém, os jogadores experientes aprendem a controlar a sua raiva e a abordar os problemas de várias formas até descobrirem a solução. No nosso mundo, é a mesma coisa. Se algo não está a resultar, temos que parar para pensar em outras alternativas para lidar melhor com o problema.

9. Às vezes, os maiores problemas têm as soluções mais fáceis: Todos os gamers já tiveram, certamente, o seu momento WTF quando se depararam com um desafio que se revelou ser muito mais fácil do que aquilo que parecia.  Situações estranhas que nunca enfrentaste podem ser assustadoras no início. Mas quando finalmente as ultrapassas, até te ris do quão fáceis eram afinal.

10. Multiplayer torna as coisas mais divertidas: Jogar sozinho(a) é divertido, mas é praticamente impossível fazermos todas as missões sozinhos. Tudo se torna muito mais divertido quando tens pessoas ao teu lado para te apoiarem, te ajudarem e para partilhar momentos.


E vocês? Que lições é que aprenderam com os videojogos?

16.6.18

7 coisas doidas que todos nós já fizemos no jogo GTA

7 coisas doidas que todos nós já fizemos no jogo GTA

Vamos ser sinceros. 90% de nós já jogaram GTA antes dos 18 anos (incluíndo raparigas!), e provavelmente não foi para fazer coisa boa. O GTA é aquele tipo de jogo em que tudo o que ilegal e imoral é permitido, acabando por ser um sítio para nós, cidadãos exemplares, descarregarmos as nossas frustrações. Estamos irritados porque os nossos professores marcaram testes muito juntos? Bora matar pessoas no GTA. Estamos irritados por termos apanhado trânsito de manhã? Bora conduzir a uma velocidade louca num carro topo de gama, que provavelmente nunca iremos ver à frente na vida real.  As possibilidades são infinitas e, melhor de tudo, ninguém nos pode julgar. Podemos libertar os demónios que existem em nós. Todos nós já fizemos, provavelmente, estas 7 coisas doidas no jogo (e, pior de tudo, não nos arrependemos).


1. Provocar a polícia de propósito e iniciar uma perseguição com as cinco estrelas: Esta gente provavelmente tem famílias, e tu fazes isto só porque estás aborrecido(a)?! Sinceramente...

2. Matar uma pessoa por causa de uma luta que tu iniciaste desnecessariamente: Vais contra alguém sem querer, depois acabas por dar-lhe um murro, e depois tens que acabar a luta para não morreres.

3. Conduzir no passeio quando está uma multidão de gente: Atropelas toda a gente, e depois sais do carro para ir buscar o dinheiro.

4. Dar cabo de carros e incendiá-los, porque há demasiado trânsito: E é chato principalmente quando queres cumprir uma missão. Não seria fixe fazer isto na vida real, para chegar mais depressa ao trabalho?

5. Conduzir com segurança:  Quando tudo é permitido e nada é ilegal acabamos por nos aborrecer e, provavelmente, já nos deu na cabeça passar a conduzir com segurança, respeitando os limites de velocidade, parando quando o sinal passa de verde para vermelho, conduzindo com alguma distância entre os carros... Obviamente que, normalmente, isto só dura um minuto, até estarmos outra vez a derrubar carros.

6. Matar vendedores: Por amor de Deus, ele só te quer vender um cachorro quente!

7. Fazer de tudo menos cumprir as missões: Isto sou tão eu! Eu quase nunca cumpria as missões do GTA. Fazia todos os números acima, passava pela cidade, fazia de taxista, ia a um centro comercial... Mas cumprir missões, está quieto!


E vocês? Já jogaram GTA alguma vez? Quais foram as coisas mais estúpidas que já fizeram no jogo?

19.6.17

7 coisas da vida que podiam ser como no "The Sims"


Tal como já devem ter percebido aqui e aqui, o "The Sims" é um dos meus videojogos de sempre. Joguei tanto na minha infância, na casa da minha prima, e agora tenho " The Sims 2: Super Collection" no meu Mac ( que comprei em promoção, apenas por 15 euros, com quase todas as expansões). É um dos melhores jogos de simulação de sempre, em que podemos criar aquilo que quisermos.

Aquilo que também é muito giro neste jogo é que podemos ser aquilo que quisermos, e fazer coisas que, na realidade, seriam impossíveis. Há tanta coisa que seria um absurdo acontecer na realidade mas que, às vezes, até dava jeito. Estas são algumas dessas coisas.


1. Ficavas rico a escrever múltiplas vezes "motherlode": Eu acho que nunca joguei Sims sem usar este código ( mentira, joguei uma vez, mas rapidamente me aborreci). Se eu sou pobre na vida real, deixem-me ser, ao menos, rica no jogo, ok? Bem, às vezes, bem que dava jeito ter este código, principalmente quando queres comprar aqueles sapatos lindos mas caríssimos, ou quando queres viajar pelo mundo mas não tens dinheiro para isso.

2. Arranjavas um namorado facilmente: Nos Sims, clicas em falar 5 vezes, abraçar mais umas 5, depois fazer flirt outras 5 e, pumba, aqui tens um namorado. Na vida real, conheces o gajo durante meses, saem, riem, falam ao telefone durante horas, e ainda assim és friendzoned.

3. Era fácil fazer amigos: Ainda mais fácil que arranjar namorado! Clicam em conversar e contar piadas para aí umas 10 vezes, e já fizeram logo um amigo. Se fosse assim na vida real, eu seria extremamente popular.

4. Era muito fácil subir numa carreira: Ah, queres ser médico/a? Nos Sims, jogas ali um pouco de xadrez e já está. Na vida real, estudas arduamente durante 12 anos e, ainda assim, nem entrar em Medicina consegues.

5. Educar putos era canja: Como educar uma criança nos Sims? Em bebé, ensinas o puto a andar, a falar e a fazer chichi no penico. Em criança, mandas-o para a escola e certificas-te que faz os trabalhos de casa. Não há maneira nenhuma da criança se tornar num adolescente rebelde se fizeres isto tudo. Na realidade, fazes isto tudo e muito mais, e ainda assim ganhas um adolescente rebelde que bebe até cair e tem um piercing no nariz.

6. Mudavas de roupa num instante: No inverno, dá-me tanta preguiça despir a roupa e vestir o pijama, com tanto frio. Dava jeito poder girar e estar logo vestida, como no " The Sims".

7. Podias morrer quando quisesses: Porque ou bebias uma poção ou negociavas com a Morte.


E vocês? Já jogaram " The Sims"? Quais são as coisas do jogo que gostavam de ter/fazer na vida real?

(Foto: Quirky Cookery)

20.1.17

10 coisas irritantes no jogo "Super Mario 64"


Como já falei aqui, o " Super Mario 64" foi um dos jogos que marcou a minha infância ( estou a falar da versão que se jogava na antiga consola Nintendo 64, não a da Nintendo DS).  Foi o primeiro contacto que eu tive com os jogos do Super Mario, que me traz muitas recordações de tardes a divertir-me com os meus primos.

No entanto, existiam coisas que irritavam uma pessoa neste jogo, às vezes até mesmo frustrantes. Todos os que já jogaram "Super Mario 64" certamente reconhecerão estas situações.


1. A escada que nunca acaba: Nunca se podia subir estas escadas a não ser que tivéssemos pelo menos 70 estrelas. Porém, isso não nos impedia de tentar. Quando era criança, achava mesmo que se podia subir estas escadas, e tive meia hora a tentar subi-las antes de perceber que eram infintas ahahahah ( true story). Mas, vamos admitir, mesmo sabendo que não dava para subir estas escadas, não nos desistíamos, e tentámos de mil e uma maneiras possíveis e imaginárias subi-las.



2. Quando o Super Mario decidia que era hora da sesta: Meu, eu estou aqui a tentar planear qual vai ser a nossa próxima estratégia, e tu vais dormir?



3. Rodar a cauda do Bowser: Não era muito difícil pegar nela, o difícil mesmo era rodá-la até à exaustão. A minha prima deu cabo do joystick da consola assim ahahahah.



4. Os ângulos da câmara: No início do jogo, o Latiku ou lá como este bicho irritante se chama promete que a câmara dele tem bons ângulos, mas na verdade não tem. Os ângulos de câmara do jogo são uma merda. Se um inimigo nos aparece por trás das costas, nós morremos, porque não vemos nada!


5. Mário cansado: Isto acontece muito quando o Mário está com os níveis de saúde baixos e quase a falecer, basicamente. Espevita-te moço, temos níveis para passar!


6. Uma divisão única e exclusivamente dedicadas a UM quadro: A princesa Peach deve ser muito rica para ter divisões unicamente dedicadas a quadros, principalmente esta, que só tem um quadro, com escadas e tudo! Maldita monarquia!


7. O quadro da princesa Peach, que de mais perto é do Bowser, e depois caímos num buraco: Juro que da primeira vez que me estava a dirigir a este quadro, apanhei um susto de morte quando se abriu um buraco no chão e o Mário caiu! É por estas e por outras que eu tenho problemas em confiar nas pessoas, estou sempre a ser enganada!



8. O filho da mãe deste coelho: Eu nunca na vida o consegui apanhar. Aquele filho da mãe não parava de saltar! Só o meu primo é que o conseguiu apanhar.



9. Quando venceste a corrida com o penguin, mas usaste o atalho: E o estúpido do penguin chama-te batoteiro/a.



10. Trabalhas tanto para conseguires as 120 estrelas, para poderes ir para o topo do castelo: E, no final, revela-se uma desilusão, porque a única coisa que ganhas é montes de vidas e tens que aturar o chato do Yoshi ( que depois se vai embora sabe-se lá para onde...).




Mas, no geral, foi um grande jogo que marcou a minha infância.

E vocês? Jogaram este jogo? Quais eram as coisas que vos irritavam?

15.11.16

5 videojogos que marcaram a minha infância


Ultimamente, tenho andado muito nostálgica, tenho andado com a sensação de que já nada era como antes, que antigamente era tudo muito melhor... Sim, eu sei, já pareço uma velha a falar, e acreditam que quando eu passo por jovens de 12 anos na rua, já penso " miúdos, que chatos..." ? É verdade! Estou mesmo a ficar velha e a pensar como uma!

Anyway, uma das coisas que sinto saudades na minha infância são os videojogos dos anos 90 e de 2000 a 2004 ( porque sim, as raparigas também gostam de videojogos). Hoje em dia, os jogos já não são o que eram, gira tudo à volta de aplicações de jogos nos telemóveis, cujos gráficos não são nada de espetacular ( porque dá muito trabalho meter jogos 3D em telemóveis e tablets) e cujo os níveis não oferecem grande dificuldade. Existem, aplicações de jogos muito divertidas e algumas até incríveis, mas não é o mesmo do que aqueles que eu vou referir a seguir. Provavelmente, isto deve ser o meu lado nostálgico a falar, mas é esta a minha opinião.

Adiante, hoje vou falar-vos de 5 videojogos que marcaram a minha infância.


1. Super Mario 64: Não, não estou a falar da versão da nintendo DS. Eu e os meus primos chegámos a jogar mesmo a primeira versão do Super Mario 64, na Nintendo 64, uma das primeiras consolas de jogos da Nintendo. Ainda hoje a temos, aquilo é uma raridade! Um dos primeiros jogos que eu joguei na minha infância foi o clássico Super Mario, e o primeiro contacto que tive com este foi nesta consola. Posteriormente, é que comecei a jogar Super Mario Bros na minha Gameboy. Na minha opinião, este foi um dos melhores jogos criados até hoje.




2. Mario Kart: Este foi, provavelmente, dos poucos jogos de corridas que eu joguei em criança. A única razão pela qual eu jogava este era porque dava para atirar bananas, bombas ou sabe-se lá mais o quê aos adversários ( cá entre nós, se eu não atirasse coisas aos outros, perdia sempre ahahahah). Era estúpido e maluco, e era exatamente isso o que o tornava divertido.



3. Banjo Kazooie: Tenho a impressão que este jogo não é tão conhecido como o "Super Mario 64", mas é do mesmo género. Em vez de colecionar estrelas para abrir-se portas, colecionam-se peças de puzzle para abrir novos mundos. É mesmo muito parecido com o Super Mario em termos de jogabilidade, também tem que se passar vários desafios, matar coisas pelo caminho, matar um grande "monstro no final" ( neste caso, era uma bruxa). Gostei particularmente deste jogo da minha infância, porque tinha mundos mais encantados, músicas espetaculares, uma história e personagens engraçadas e, como devem calcular, isso atrai mais uma menina do que o jogo do Super Mario, que é assim uma personagem mais para o "macho", cujo jogo tinha uma história menos clara e centrava-se mais na ação. Não estou aqui a insultar o grande clássico que o jogo foi, porque eu própria joguei e adorei, só estou a dizer que o "Banjo Kazooie" era um jogo com o qual as raparigas se identificavam mais.




4. Snake: Ok, eu sei que isto não é um videojogo, é mais um jogo que existia em todos os telemóveis, mas não pude deixar de o referir, porque esteve muito presente na minha infância. Eu nunca tive o famoso Nokia 3310, mas a minha mãe teve-o, por isso eu passava-a a vida a pedir-lho emprestado para poder jogar "Snake" e a minha cobrinha ter a maior cauda possível.





5. The Sims 2: Como já devem ter percebido, sou tão viciada no jogo " The Sims", que até já fiz um post sobre este. A primeira vez que joguei este jogo foi com o "The Sims 2", na verdade nunca joguei o primeiro de todos. Acho o jogo " The Sims" um dos melhores jogos de simulação de sempre, e o 2 é a melhor versão do jogo, dentro das que já existem, talvez por ter sido o primeiro que joguei, me dar muita nostalgia e me despertar muitas memórias da minha infância com os meus primos ( por exemplo, eu e a minha prima tínhamos uma horário em que dizia em que horas é que cada uma jogava, só para verem o grau do nosso vício ahahahah). Tenho tantas saudades deste jogo que estou a pensar comprar " The Sims 2: The Ultimate Collection", que existe na AppStore do Macbook Air, com o jogo base e todas as expansões, por apenas 30 euros ( quando era criança, só o jogo base custava 60 euros, fora as expansões, que custavam 30 euros cada).



E vocês? Jogaram alguns deste jogos na vossa infância?

27.7.16

11 coisas estranhas que todos nós já fizemos nos Sims


O jogo " The Sims" é, muito provavelmente, um dos melhores jogos de simulação de todos os tempos. É dos poucos jogos em que podíamos passar horas e horas a jogar, sem nunca nos fartarmos.

Os Sims são os jogo de imitação da vida real, mas se o jogarmos muito direitinho, o mais provável em que nos cansemos de o jogar depressa. Por isso, a maioria de nós já fez algumas destas coisas estranhas para o tornar mais divertido.


1. Encurralar um sim numa divisão e tirar as portas: E deixá-lo a morrer à fome, de cansaço, e a fazer xixi no chão. Ele era irritante, tive que o fazer mesmo, sorry.

2. Encurralá-lo na cozinha, pô-lo a cozinhar, deixar algo no forno e causar um incêndio: Encurralá-lo numa divisão sem nada demora muito tempo, assim morre mais rápido.

3. Afogar o teu sim: Tirando a escada na piscina ( acho que no Sims 3 isso já não é possível, eles sobem pela beira da piscina, tem que se pôr uma parede à volta).

4. Usar códigos para pôr a tua família milionária: Usando o motherlode. Se não posso ser rica na vida real, sou rica no jogo.

5. Eliminar a assistente social: Os teus sims não são os melhores pais do mundo, ok, mas isso não dá direito à assistente social de levar os filhos, que crueldade! Obrigada ao moveObjects on  por tornar isto possível.

6. Conhecer uma pessoa, namorar com ela, casar, e ter um filho: Tudo isto em apenas uma hora!

7. Criar um sim exatamente igual a ti: Demorou horas, mas valeu cada minuto!

8. Criar a tua família inteira e a vossa casa: A minha mãe incendiou a cozinha no jogo, e o meu pai avariou a televisão, o que eu me ri.

9. Fazer com o teu sim traia o seu marido/mulher: Às vezes, o casamento é uma seca... Tem que se acrescentar alguma  adrenalina à vida.

10. Demorar anos a construir a mansão perfeita: Mas depois de a teres construído, fartas-te e desligas o jogo.

11. Usar a mesma roupa e maquilhagem durante toda a vida adulta de um sim: Só escolhes a roupa e maquilhagem uma vez, por isso escolhe com sabedoria.


Quais são as coisas estranhas que costumam fazer quando jogam Sims?