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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

7 alturas em que deves ignorar o teu telemóvel


Num mundo que parece estar online 24 horas, é cada vez mais difícil largar os nossos telemóveis que, hoje em dia, por fazerem tudo, são cada vez mais viciantes.

No entanto, nem tudo é mau. Os telemóveis são ótimos dispositivos que nos permitem manter o contacto com aqueles que mais gostamos, que nos permitem ir à Internet, e até organizar as nossas tarefas ( através de agendas virtuais e to-do lists). Porém, existem alturas e lugares certos para os usar, e alturas para os ignorar.


1. Quando comes: Já referi uma vez aqui no blog que, na minha família, os telemóveis são proibidos à mesa e, sinceramente, acho que devia ser assim em todas as casas. As refeições são um momento em que é suposto conviveres com a tua família/amigos, sem distrações.

2. Enquanto lês: Uma das coisas que mais gosto de fazer nos tempos livres é ler e, de cada vez que o faço, ponho o telemóvel em silêncio e mantenho-o longe de mim, para não ser interrompida. O nosso momento de leitura é suposto ser um momento calmo, sossegado, e tal não é possível se estivermos a ver SMS de 5 em 5 minutos.

3. No carro: Estamos em 2017, mas há pessoas que ainda acham que é correto conduzir ao mesmo tempo que falam ao telemóvel. É que é das coisas mais perigosas que se pode fazer! Além de comprometermos a nossa própria segurança, estamos a comprometer a segurança e a pôr em risco a vida de todas as pessoas que estão na estrada connosco.

4. Enquanto passeias ou andas pela rua: Já alguma vez andaste por uma rua e apercebeste que 90% das pessoas andava enquanto ia a fazer algo no telemóvel? É algo que, infelizmente, acontece com cada vez mais frequência. Além de essas pessoas se esbarrarem contra outras e contras postes e tudo e mais alguma coisa, estão a perder a beleza das coisas que as rodeiam, da vista, dos detalhes,...

5. Na casa de banho: Há pessoas que devem achar que 5 minutos na casa de banho é aborrecido, por isso toca a levar o telemóvel para lá! Nunca fiz isto, porque acho que é das coisas mais nojentas que se pode fazer, as casas de banho estão sempre cheias de bactérias!

6. Num encontro: Eu não sou uma especialista em namoros nem nunca fui a um encontro, mas já ouvi histórias de saídas que acabaram mal porque uma das pessoas não largava o telemóvel por nada deste mundo! Meus caros amigos, se marcam um encontro com alguém, é para dar atenção a essa pessoa, não é para ter um encontro com o vosso telemóvel!

7. Antes de ir dormir: Tal como já referi aqui, quando vamos para a cama dormir, devemos manter-nos longe de todas as tecnologias, principalmente do telemóvel. A maior parte das pessoas tem a tentação de ir dar uma última olhadela ao Facebook antes de dormir, mas não é correto, porque o cérebro vai confundir a luz dos ecrãs com a luz do dia, logo vai pensar que não hora de dormir. Por isso, o ideal é desligares todas as tecnologias 30 minutos antes de dormires, para teres uma melhor noite de sono.


E vocês? Quais é que acham que são as alturas em que devemos largar o telemóvel?
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

10 razões pelas quais os livros YA também são bons para adultos


Os livros YA ou Young-Adult Fiction são livros que se destinam a jovens entre os 12 e os 18 anos. No entanto, é cada vez maior o número de adultos a ler este género literário.

Alguns desses adultos sentem-se embaraçados por lerem algo que, supostamente, já não é para a faixa etária deles, e outros chegam mesmo a evitar este género de livros, apesar de terem mesmo interesse na história. Contudo, eu acho que não há nada de errado em ler-se livros YA em adultos, aliás, até há muitas vantagens nisso.


1. Linguagem acessível: Os livros YA são, por norma, livros com uma linguagem simples, acessível, pelo que são mais fáceis de ler.

2. Leitura mais rápida: Não só pela linguagem acessível, mas também porque, usualmente, tratam-se de livros pequenos. É possível ler um livro YA num fim de semana, ou se fores um leitor/a compulsivo/a como eu, em apenas algumas horas.

3. Preços mais baixos: Um livro para adultos, aqueles com cerca de 700 páginas, custam, no mínimo, 17 euros, e podem até ultrapassar os 20 euros. Os livros juvenis custam entre 10 e 15 euros, e se comprares a versão inglesa de bolso, ainda mais barato é.

4. Vozes poderosas: Este tipo de livros é, usualmente, narrado na primeira pessoa, o que dá uma certa intensidade à história e às personagens.

5. Identificamo-nos mais como as personagens: Isto tem muito a ver com o facto de as histórias serem narradas na primeira pessoa, pelo que temos mais acesso aos pensamentos e sentimentos da personagem que está a narrar. No entanto, também temos mais acesso aos pensamentos e sentimentos de outras personagens, uma vez que neste género literário, por norma, estas informações estão mais claras e são transmitidas logo ao leitor desde o início, ao contrário dos livros para adultos em que, por vezes, os sentimentos, convicções e pensamentos das personagens são menos claros e estão mais escondidos.

6. Combinações de múltiplos géneros: Na ficção para adultos, existe uma divisão clara de géneros. Existem os romances, a fantasia, a ficção científica, livros de ação, o que implica que cada livro seja mais pobre, digamos, porque foca-se essencialmente num género. Os livros YA são uma mistura de todos estes géneros, o que torna a história mais rica e mais interessante.

7. Mais escape: Por norma, eu consigo abstrair-me por completo do mundo a ler, mas digamos que existem livros em que isso é mais possível do que em outros. Eu gosto muito da minha vida, mas não gosto de ler livros que relatem vidas muito parecidas com a minha. Existem muitos livros para adultos bons, mas depois existem outros que são quase uma cópia das nossas vidas banais. Com os livros YA, isso raramente acontece, uma vez que estes têm histórias mais poderosas, relatam mundos mais diferentes e, por conseguinte, estimulam mais a nossa imaginação e ajudam-nos a abstrair-nos da nossa vida diária.

8. As histórias fazem-nos crescer: Nos livros deste género literário, as personagens são na sua maioria adolescentes, que estão a crescer, a apaixonar-se pela primeira vez, a cometer erros, a confrontar-se com a realidade, basicamente tendo criar aquilo que vão ser enquanto adultos. Eu acho que é muito enriquecedor ler isto em adultos porque, por vezes, esquecemo-nos de algumas dessas lições que aprendemos quando éramos mais novos.

9. Mantêm os níveis de romance e sexo baixos: Eu não sei como é com vocês, mas eu não gosto de livros que descrevem ao pormenor tudo o que acontece durante o sexo e, infelizmente, é algo que se vê muito em livros de adultos. Gosto, obviamente, que haja algum nível de romance e sexo, mas nada que comece a roçar o vulgar ou grosseiro. Uma das coisas que eu gosto nos livros YA é a dose equilibrada que há de romance e sexo, e a maneira como a descrevem como algo mais romântico e menos vulgar.

10. Mantêm-nos jovens: Estou quase a sair da adolescência ( dizem que a adolescência acaba aos 19, e já não me falta muito para fazer 20), mas quero manter o meu espírito adolescente vivo pelo que, de vez em quando, lerei alguns livros deste género, e acho que todos os adultos deviam fazer o mesmo.



E vocês? Também lêem livros YA? Quais é que são, na vossa opinião, boas razões para os ler?
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domingo, 19 de fevereiro de 2017

5 maneiras simples de causar uma boa primeira impressão


Quando conheces alguém, quanto tempo demoras a formar uma impressão dessa pessoa? 5, 10, 15 minutos? A maior parte de nós forma uma impresão de alguém após 5 minutos de conversa, o que, digamos, não é muito tempo, o que justifica, por vezes, a enorme pressão que sentimos.

Já foram várias as situações da minha vida em que tive que formar uma boa impressão rapidamente. Começou nos primeiros dias de escola, nas turmas novas, entre professores, em jantares, mais recentemente em ambientes de estágio. Nem sempre é fácil, nem sempre toda a gente fica com uma boa impressão minha, principalmente por eu ser um pouco tímida mas, após muitos anos e algum treino, acho que agora as pessoas têm uma boa impressão minha a maior parte das vezes.

Causar uma boa impressão pode ser complicado, mas se parares para pensar e seguires estas dicas simples, certamente será mais fácil. Mas lembra-te, mesmo se isto não resultar, é sempre possível reverter uma má impressão ( é mais difícil, porque a primeira impressão marca, mas não é impossível).


1. Faz a tua pesquisa: A primeira pergunta que te deves fazer é " Quem é que queres impressionar?". Será um simples colega de escola, um potencial namorado/a, a mãe do teu namorado/a ou um chefe de trabalho? Fazer a tua pesquisa é mais fácil em situações informais, do que em situações formais, como uma entrevista de emprego, mas é importante que a faças, para evitar comportamentos inapropriados ou fora do contexto.

2. Prepara-te e pratica: É especialmente importante se fores uma pessoa tímida, com ansiedade  ou que sofre de Síndrome de Timidez Inicial. Pratica os tópicos que tu vais falar, a tua linguagem corporal e, se puderes, anedotas sobre a tua vida se for preciso animar a coisa. Mas cuidado, não caias na tentação de memorizar tudo, senão vais parecer um robô em vez de um humano!

3. Cuidado com a linguagem corporal: Tal como já falei uma vez aqui, a tua linguagem corporal pode dizer muito sobre ti. Se andas com as costas tortas e com a cabeça baixa, pode significar que estás inseguro/a. Por outro lado, se andas com a cabeça altiva, costas direitas e um sorriso na cara significa que estás confiante, e na hora de causar uma boa impressão, é esta mensagem corporal que queres transmitir.

4. Veste-te a rigor, conforme a ocasião: As aparências não são tudo, mas também contam, principalmente na hora de causar uma boa impressão. A primeira imagem que temos de uma pessoa, usualmente, é aquela que fica, e tu de certeza que não queres ser recordado/a como alguém com um aspeto desleixado ou feio. Por isso, veste a tua melhor roupa, mas conforme a ocasião, claro.

5. Sê tu mesmo/a: Apesar de toda a preparação e treino que possas ter que fazer na hora de conhecer alguém, no final do dia, o importante é que sejas tu mesmo/a. É possível manter uma boa postura e boas maneiras e, ao mesmo tempo, transmitir a nossa personalidade e essência. O truque é que haja um equilíbrio entre essas duas componentes.


E vocês? Que truques usam para causar uma boa impressão?
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sábado, 18 de fevereiro de 2017

7 lições sobre relações mãe-filha aprendidas em "Gilmore Girls"


( Este post contém spoilers. Se nunca viste a série, não leias este post).

Como sabem, há algum tempo comecei a ver "Gilmore Girls" ( falei do que achei após a primeira temporada aqui). Ainda não vi as temporadas todas ( vou para a sexta agora, por isso não me falem do que vai acontecer a partir daqui), mas até agora estou a adorar a série, por ser uma série leve, descomplicada, engraçada, ao mesmo tempo que aborda problemas familiares, amorosos e do dia a dia, com os quais todos nós nos identificamos.

Se há relação mãe-filha mais perfeita, é a relação entre Lorelai e Rory na série "Gilmore Girls". Elas não são apenas mãe e filha, mas também melhores amigas, companheiras, confidentes, fazendo-nos desejar uma relação assim.

Apesar de não ter filhos não fazer parte dos meus planos, se um dia quiser ter e tiver uma filha, aplicarei algumas das lições que aprendi com as duas protagonistas desta série.


1. Nem todos podemos ter a relação de melhor amiga como Rory e Lorelai: A relação de melhor amigas entre Rory e Lorelai é uma relação muito bonita porém, em última análise, não é muito realista. Até o pode ser com mães e filhas que também só têm 16 anos de diferença mas, para a maior parte de nós, tal não é possível. Enormes diferenças de idade tornam quase impossível, por exemplo, mãe e filha fazerem maratona de uma mesma série ( normalmente, gerações diferentes têm gostos diferentes).

2. Mas isso não quer dizer que não possamos ser amigas da nossa mãe: Aquele história dos psicólogos que mãe é mãe e não é para ser amiga também não é verdade. Muitas mães têm terror que as filhas vejam-nas como melhores amigas, e percam o respeito por elas, porém eu vejo as coisas de outra forma. Se uma mãe for mãe em primeiro lugar, impor respeito, e ser amiga em segundo lugar, aí será uma relação equilibrada que não prejudicará a educação da filha.

3. Criar tempo para refeições familiares é importante: Nos dias de hoje, acho que isto se perdeu um bocado na maior parte das famílias. Os pais saem mais cedo para o trabalho e já não tomam o pequeno-almoço com os filhos, almoçam todos fora, uns chegam tarde para jantar... Na minha opinião, as refeições em família são momentos importantes, quase sagrados, porque, hoje em dia, são dos poucos momentos em que podemos estar todos juntos. Na série, Rory e Lorelai arranjavam sempre tempo para um donut antes da escola, uma pausa no dia para batatas fritas, ou um jantar de sexta-feira obrigatório.

4. Ajuda a tua filha a abraçar a mudança: Quando Rory trocou o seu sonho de Harvard pelo de Yale, Lorelai mudou as decorações de Havard do quarto dela, e pôs umas de Yale. Quando Rory se sentiu mal no primeiro dia fora de casa, no dormitório de Yale, Lorelai foi dormir com ela, levou snacks e arranjou-lhe amigos. Independentemente da situação, Lorelai ajudou sempre a filha a criar ferramentas de forma a que esta respondesse de maneira bem sucedida à mudança, e acho que todas as mães deviam ser assim.

5. Sê um bom exemplo para a tua filha, focando-te também nos teus próprios sonhos: Como Lorelai frequentou um curso de negócios e concretizou o sonho de abrir a sua própria pousada, a Rory também foi capaz de seguir os seus próprios sonhos.  Na minha opinião, nunca devemos abdicar dos nossos sonhos para educar um filho, pois estaremos a transmitir-lhe a ideia errada, e não estaremos a ser um bom exemplo.

6. Comunicação aberta é essencial ( mas haverá sempre coisas de que nunca irão falar): Lorelai e Rory, ao longo da série, falavam sempre sobre tudo uma com a outra. E quando a comunicação delas falhava, a relação perfeita que elas tinham sofria. A meu ver, se alguns pais tivessem uma comunicação mais aberta com os filhos, evitariam muitos dos sarilhos em que estes se meteriam. Claro que há coisas que poderemos nunca falar com a nossa mãe ou a nossa filha, como o rapaz mais giro da escola, mas isso é natural.

7. Sabe sempre onde está a tua filha: É uma regra de educação muito básica, mas é importante relembrar. Quando a vossa filha fugir para a casa da avó, reajam como Lorelai, entrem em pânico, e só sosseguem quando a encontrarem.


E vocês? Que lições aprenderam com estas duas protagonistas?

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

15 problemas que só raparigas com cabelo encaracolado é que percebem


Sempre tive cabelo encaracolado. Ao início odiava, tentava a todo o custo que este fosse liso mas, como é óbvio, nunca consegui isso. Durante anos tive este complexo com o meu cabelo, mas agora confesso que o adoro ( embora ainda gostasse de tê-lo liso de vez em quando).

No entanto, lá por adorar não quer dizer que não tenha trabalho com este. Porque, na verdade, tenho muito! As pessoas que têm cabelo liso dizem sempre às raparigas com cabelo encaracolado que adoravam ter caracóis, porém não sabem metade da trabalheira e dos problemas que passamos para manter os caracóis. E, garanto-vos, que estes 15 pontos são apenas uma amostra!


1. Dias de chuva são do pior.

2. Quando estás no cinema ou no aula, e alguém diz que não consegue ver por causa do teu cabelo.

3. As pessoas perguntam-te porque é que não escovas o cabelo todos os dias, e tu apetece-te gritar " se eu escová-lo sem ser no banho, este fica palha!"

4. Quando tentas alisar o cabelo, mas acabas por parecer uma vassoura.

5. Acordar de manhã com cabelo encaracolado é como um Kinder Surpresa: nunca sabes o que vais ter.

6. O teu cabelo nunca fica igual duas vezes.

7. De alguma forma, acabas sempre com cabelo na tua cara, nos teus olhos e na tua boca.

8. Quando decides pôr o teu cabelo num totó, não há volta a dar, este fica sempre marcado.

9. Anyway, nunca ficas bem com totós, há sempre algum fio de cabelo solto que estraga tudo.

10. Tu e as tuas amigas que também têm cabelo encaracolado acabam sempre numa discussão sobre qual o melhor produto.

11. As pessoas estão sempre a querer brincar com o teu cabelo. É verdade! Se há coisa que aprendi, é que há quatro coisas aonde as pessoas querem mexer: barrigas de grávida, bochechas de bebés, mamas grandes e em caracóis no cabelo.

12. Capacetes são o teu pior inimigo.

13. Quando estás encostado a alguém, e essa pessoa queixa-se o que o teu cabelo lhes está a fazer comichão.

14. Tens medo de cortar o teu cabelo curto demais, e ele ficar todo "erguido", literalmente.

15. Encontrar um cabeleireiro que te corte o cabelo sem arruiná-lo é quase como encontrar uma agulha num palheiro ( felizmente, eu encontrei há já muito tempo a cabeleireira perfeita para mim!)


E vocês? Têm cabelo encaracolado? Também passam por algum destes problemas? Que problemas têm com o vosso cabelo?
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Como aproveitar melhor um roupeiro pequeno


Ter um roupeiro pequeno parece um pesadelo: quando o compramos, parece que não vai caber lá nada e que nunca mais nos vamos vestir como deve ser! O meu roupeiro não é sim tão pequeno, mas tive um momento de pânico assim quando o vi.

É possível ter um roupeiro pequeno sem sacrificar o estilo, basta saber aproveitá-lo corretamente. Há muitas maneiras de criar mais espaço neste e de organizá-lo melhor, e é mesmo disso que vou falar hoje.


1. Remove a roupa que já não te serve e/ou está estragada: Roupas como estas estão a ocupar espaço desnecessariamente no teu roupeiro. Se as peças não estiverem estragadas, doa a alguém que precise.

2. Removes todas as roupas que já não usas: Todos nós temos aquele vestido que só compramos para aquela ocasião especial e que não usamos mais. Ou uma camisola que compramos por impulso, e agora nem a usamos, porque a achamos feia demais. Qualquer que seja o motivo pelo qual não usas essas peças de roupa, o importante é que te livres delas para libertares espaço. Mais uma vez, se as peças estiverem em condições, doa-as.

3. Guarda as peças que não são desta estação: Uma das coisas que eu e a minha mãe temos por hábito fazer cá em casa é guardar roupa que não estamos a usar na presente estação. Se, por exemplo, estamos no verão, guardamos num roupeiro à parte todos os casacos e camisolas de lã do inverno. No início do inverno, vamos a esse roupeiro buscar as peças da estação e guardamos lá as de verão. Um processo simples que liberta imenso espaço nos nossos roupeiros.

4. Prefere a qualidade em vez da quantidade: Todos nós temos a tentação de comprar peças baratas e/ou em saldos, mas na maior parte das vezes, tirando uma ou duas peças baratos que por acaso saíram boas, valerá mesmo a pena? À exceção de camisolas ou vestidos mais fresquinhos, na maioria das vezes, prefiro investir em peças caras, mas que sei que me duraram anos como, por exemplo, umas boas calças de ganga, um bom casaco de inverno, ou camisolas de lá. Comprar poucos artigos de qualidade dará-te mais espaço, mas sem sacrificar o teu conforto ou estilo.

5. Adiciona prateleiras ou gavetas para acessórios: Poderás encontrar facilmente gavetas ou prateleiras no IKEA, que te irão dar mais espaço para roupa, sapatos e bijuteria, sem teres que gastar muito dinheiro.

6. Sê mais racional nas próximas compras: Antes de comprar algo novo, pensa se precisas mesmo dessa peça de roupa, se a irás usar, e se tens algo que conjugue com esta.

7. Relembra-te que com uma mesma peça de roupa podes criar vários looks : Frequentemente, temos a sensação de que não temos nada no roupeiro ( isto acontece principalmente nas mulheres). Porém, muitas vezes, temos essa sensação porque estamos a ver cada peça de roupa como um look diário, e não estamos a visualizar a quantidade de combinações que podemos fazer com apenas uma peça. Por exemplo, usar umas calças verdes em vez de ganga com uma camisa branca pode mudar o visual todo.


E vocês? Têm um roupeiro pequeno? Quais são os truques que usam para maximizar o espaço deste?
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

7 razões pelas quais ser solteiro/a no Dia dos Namorados pode ser bom


Quando o dia 14 de Fevereiro chega, as pessoas usualmente sentem pressão de sair com alguém, para mostrar que estão com alguém e que não estão sozinhas no dia do amor. Porém, aquilo que não sabem é que ser solteiro/a no Dia dos Namorados até é bom, por vezes até melhor do que estar num relacionamento. Não acreditam em mim? Então leiam estas razões.


1. A tua carteira não vai sofrer por amor: Quando estás num relacionamento amoroso com alguém, é muito provável que gastes mais dinheiro em prendas, surpresas e jantares, sobretudo nesta data especial. Porém, enquanto solteiro/a podes sentir-te agradecido/a por não teres que gastar todo esse dinheiro, sempre podes poupar para outras coisas.

2. Não precisas de stressar a planear uma grande surpresa para o teu namorado/a: Eu nunca fui a um encontro mas, pelo que vejo, se queremos que este seja perfeito, demoram muito tempo a planear, e pode ser stressante a quantidade de coisas em que temos de pensar.

3. Não tens que passar horas a pôr-te bonito/a para um encontro: Podes passar o dia de pijama se quiseres.

4. Não precisas de arranjar espaço na tua agenda para saídas:  As pessoas muito ocupadas, com mil e um trabalhos para fazer, e num relacionamento, sentem a pressão de adiar trabalho e arranjar um tempinho para a cara-metade. Se és solteiro/a, não precisas de sentir essa pressão, podes passar o dia a trabalhar, a estudar, ou a fazer um relatório que tenhas que entregar nessa semana.

5. Não vais ficar desapontado/a se o teu companheiro/a não for romântico: Toda a gente eleva demasiado as suas expectativas no Dia dos Namorados e, frequentemente, tentam forçar todo um ambiente romântico e afetuoso, flores, velas e chocolates mas, por vezes, acaba por parecer um ambiente um pouco forçado e estranho, o que leva a desilusões. As desilusões são parte da vida, obviamente, mas não tens que lidar com este tipo de desilusões se não tens namorado/a.

6. Não precisas de esperar que alguém te ofereça chocolates: Porque podes ir comprá-los sozinho/a, e a metade do preço, por causa das promoções que existem nesta altura do ano.

7. Podes fazer aquilo que quiseres: E aqui estão umas ideias da lista que fiz o ano passado. Quem disse que os solteiros também não se divertem neste dia?



Portanto, como vêem, não há desculpa para estar deprimido esta noite, por não terem planos.

E vocês? São solteiros? Porque é que acham que é fixe ser-se solteiro/a no Dia dos Namorados?
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