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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Sobre " ser alguém na vida"


Tenho constatado que cada vez mais há uma maior pressão na sociedade atual para se "ser alguém na vida".  Se chegares aos 30 anos e ainda não tiveres um bom emprego, uma boa casa, um bom carro e não estiveres casado/a ( ou vá, estiveres a viver com o teu namorado/a, sociedade de hoje já é um bocadinho mais permissiva nesse sentido), bem podes esquecer tudo porque falhaste na vida.

Mas não é só aos 30 anos que se tem de ser alguém na vida. Desde o momento que entras na escola, tens que ser sempre um aluno/a excelente e com boas notas. Tens de ser sempre um filho exemplar, obediente e não ser opinativo, porque isso pode parecer que não respeitas os teus pais nem a tua família. Aos 18 anos, tens que entrar obrigatoriamente na Universidade e, de preferência, no curso de Medicina, numa Engenharia qualquer ou em Economia/Gestão. Se não entras num destes cursos, é porque não tens notas ou então é porque és burro/a, vais acabar a trabalhar numa caixa do Pingo Doce. Se decides tirar um ano sabático ou um "Gap Year" para ter descobrires a ti próprio/a e descobrires a tua vocação estás é a enganar os outros, na verdade não tiveste foi notas para ingressar no Ensino Superior. O caminho que tens de seguir, é ir para a Universidade, depois ter um bom emprego, casar e ter filhos, e qualquer pessoa que se desvie desse caminho não deve ser boa da cabeça e, provavelmente, vai acabar sozinho/a e sem dinheiro.

Se fores mulher, tens pressão acrescida. Tens que ser magra e bonita, porque senão nenhum homem te quer ( a sério?). Tens que casar com um homem bom, de preferência da mesma etnia que tu, que tenha dinheiro suficiente para te proporcionar uma vida boa. Tens que lhe dar pelo menos um filho, porque senão ainda pensam que és infertil ou então uma cabra egoísta. Depois da gravidez, tens que emagrecer o mais depressa possível para mostrares aos outros o quão maravilhosa que és, que perdeste os 10 quilos da gravidez(?) em 2 semanas. Tens que ter sempre a casa arrumada, cozinhar maravilhosamente bem, tens que cuidar bem do teu filho, ao mesmo tempo que também tens um emprego a tempo inteiro com as suas exigências.

São estas e outras coisas estúpidas que uma pessoa tem que ouvir diariamente. Acho que é uma crueldade a sociedade pôr tanta pressão nos jovens e obrigá-los a seguir determinado caminho. Isto só vai fazer com que estes jovens tornem-se adultos frustrados,infelizes e revoltados com a vida . É mesmo isto que nós queremos para esta geração?

Na minha opinião, acho que é muito injusto exigirmos a um jovem de 18 anos que este saiba o que quer fazer para o resto da vida, apesar de este nem saber quem é enquanto pessoa , quanto mais saber realmente o que é a vida. A partir de Julho, vai começar outras vez toda a loucura das candidaturas, com muitos alunos sem saberem o que querem, as suas famílias a empurrarem-os para um curso que eles nem sequer gostam, e os pobres coitados não aguentam tanta pressão e acabam por ceder. Mais tarde, apercebem-se que não querem mesmo nada aquele curso, mas " ah e tal, já não vou para novo, já tenho 20 anos, já sou demasiado velho/a para começar outro curso". Jovens que tem a vida toda pela frente dizem isto.

Não há a "altura certa" para fazer as coisas. Não há uma idade específica para realizar determinado sonho. A sociedade em que vivemos faz-nos acreditar que sim, mas na verdade isso não passa de um mito. Apercebi-me disto, quando uma vez um professor meu de Farmacologia contou à nossa turma que só entrou na faculdade com 23 anos e acabou-a com 27 anos. Entretanto, tirou outro curso nos 4 anos seguintes. E agora é um excelente profissional. Fiquei mesmo inspirada pela história deste professor, que no fundo o que nos queria transmitir era que nunca é tarde para estudar, que só estuda quem quer e se não nos sentirmos bem num determinado curso, para sairmos.

 Fico zangada comigo própria quando, por vezes, me deixo levar por esta pressão do " ser alguém na vida". Ninguém deveria impor a ninguém aquilo que tem que fazer e quando tem que fazer. Cada um tem o direito de traçar o seu próprio caminho, e não existem caminhos certos ou errados, cada caminho leva apenas a experiências diferentes.

Não deveríamos ter que viver com esta pressão de "ser alguém da vida". Devíamos ter o direito de viver a nossa vida, um dia de cada vez, sem imposições nem pressões. Sem nos termos que sentir um fracasso por não estarmos a acompanhar a lista de " jovens milionários antes dos 30". Deveríamos aprender a viver no presente, a concentrarmo-nos nas experiências e aprendizagens do dia a dia, e não nos potenciais títulos e prémios que podemos obter. Parece que vivemos todos numa corrida maluca atrás de um troféu que na verdade não existe, não passa de uma ilusão.
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28 comentários:

  1. Sabes que ainda hoje refleti sobre isto mesmo? Atualmente quase que querem que sejamos uns robots programados para aquilo que a sociedade acha que deve ser feito.
    Se pensarmos bem, quem nos garante que é aquela área que gostamos? Podemos prosseguir estudos na mesma e depois ser uma autêntica desilusão. Não suporto ouvir, no meu caso, que, por ter sido sempre boa aluna, deveria ter ido para ciências e tecnologias no secundário (?). Nem os meus pais me impingiram tal coisa, simplesmente deram-me a liberdade para escolher o que pretendia seguir e nunca se opuseram. Além disto, já tive pessoas que me atiraram à cara que só tiro boas notas porque simplesmente passo a vida toda agarrada aos livros (outra barbaridade que soltam! Não sou uma nerd, muito pelo contrário).
    E quanto à história do casar, ter filhos e boa vida... isso então é que dá pano para mangas... ou te casas e tens filhos e qualidade de vida ou então somos uns fracassados. E, claro, este conceito também tem os seus quês!
    Enfim, tanto querem moldar a juventude (à qual eu pertenço) que no fundo só estão é a formar uma geração de gente frustrada e com pouco livre-arbítrio.

    http://cidadadomundodesconhecido.blogspot.pt/

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    1. Mesmo! É isso mesmo que eu sinto, que temos que ser como os robots, perfeitos a toda a hora!
      Eu não quero ter filhos e não acho que isso seja sinónimo de fracasso. A sociedade pelos visto acha isso, mas eu não vou ter filhos só para parecer bem, a vida é minha, eu faço aquilo que quero e mereço ser feliz.
      Concordo contigo. Estamos a formar uma geração de robots em vez de pessoas com liberdade e felizes.

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  2. Concordo contigo! Essa pressão não ajuda em nada, só atrapalha. O que importa é ser feliz à nossa maneira, e não seguir todos os passos que a sociedade nos quer impôr.
    Eu ouço muito que deveria ter esperado para terminar o meu curso e só depois ter filhos, mas e se eu não quiser? E se eu preferir assim? Por outro lado, tenho um professor fantástico que me apoiou bastante e disse que ainda tenho tempo de terminar o curso, o que importa é eu ser feliz.
    Realmente não há uma idade certa para começar os estudos. Aqui no Brasil, vejo pessoas com 40 anos a começar um curso, e não é assim tão incomum. Existe uma liberdade muito maior, o que é um aspeto muito positivo.
    Enfim, não podemos agradar a todos, então vamos agradar a nós mesmos que é melhor :)
    Beijinhos

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    1. A tua história é um grande exemplo para muitos :). Se tu querias ter filhos e tinhas condições para tal, mesmo estando a tirar um curso, acho que fizeste muito bem :). O que os outros acham não interessa.
      A sério? Por acaso não sabia, são um país mais à frente do que o nosso nesse sentido.
      Ora nem mais :).

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  3. Ainda hoje me senti assim,pois penso que quero ser alguém na vida, que não quero fracassar e ainda tenho 3 anos pela frente para escolher o meu curso universitário e já ando a pensar para depois não ficar mal e para saber o que tenho que fazer para poder "ser alguém". A sociedade não é fácil e já desde cedo que nos obriga a tentar ser perfeitos e a tirar boas notas mas depois tudo complica, porque ficamos confusos e não sabemos o que escolher,pois podemos ir para tudo...Algo que já decidi é que não quero ter nada haver com medicina... o problema é descobrir outros cursos que me apelem.
    Beijinhos
    Cantinho da tequis
    Facebook Cantinho da tequis

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    1. Não precisas de estar a sentir essa pressão de ser "alguém na vida" :), pelo menos se for a correspondente ao conceito da sociedade. O conceito de sucesso depende muito de pessoa para pessoa e, na minha opinião, ainda é bastante cedo para tu o saberes :). Tens o secundário todo pela frente para descobrir a tua vocação e, se ainda assim não descobrires, podes tirar um curso e a seguir tirar outro. É como eu disse no post, não uma "idade certa" para as coisas, as coisas acontecem quando tiverem que acontecer.
      Acima de tudo, certifica-te que todas as decisões importantes da tua vida vêm da tua cabeça e não por pressão dos outros :).

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  4. Esta semana tenho levado "bofetadas da vida" em relação a este assunto. Estou a caminho dos 25, e já me vai pesando na consciência ainda não saber o que quero da minha vida. E quando me refiro a bofetadas, é ver pessoas que andaram comigo à escola, já casadas e com filhos. Não tenho nada contra, até fico feliz estarem encaminhados, mas depois olho para mim e penso: "Será que já deveria estar assim tão à frente também?"

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    1. Se casar e ter filhos, não for o teu sonho, não tens que sentir essa pressão :). Se for, com 25 anos ainda tens muito tempo.
      A maior parte das pessoas sente essa pressão, mas a vida não é uma corrida, por isso cada pessoa pode fazer as mesmas coisas em alturas diferentes, uns podem ter filhos aos 25 e outros só aos 30, e isso não é necessariamente mau.

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  5. tens tanta razão no que dizes ! eu ouvi muitas criticas quando decidi fazer um "gap year". Não acho justo que as pessoas não possam tomar decisões diferentes dos padrões da sociedade..

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    1. Não têm nada que criticar, foi uma decisão tua e é a tua vida. Além disso, fazer um "gap year" pode ser uma experiência muito enriquecidora, eu gostava de ter feito ( talvez faça no final da faculdade).

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  6. Parabéns! É só o que tenho a dizer. Belo texto!
    Concordo plenamente com tudo. A sociedade hoje em dia coloca-nos imensa pressão e se fazes algo diferente ou escolhes uma vida não dita "normal" todos te vão olhar de lado de forma a repreender-te.
    Como se sucesso, felicidade e "ser alguém na vida" tive para todos o mesmo significado.

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    1. Oh, obrigada :).
      Pois, colocam-nos mesmo imensa pressão!
      Mesmo, a felicidade e o sucesso são conceitos que variam de pessoa para pessoa.

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  7. Essa pressão da sociedade sempre existiu, e não vai deixar de existir de um dia para o outro. Se agora é com cursos na área das engenharias, antes seria advocacia, por exemplo. Mas não acho que esteja assim tão generalizado (ou então sou eu que não vejo), e depende um pouco da geração. Em especial os pais, quando indicam ou pressionam para se seguir determinado caminho, na realidade apenas querem o que eles consideram que é o melhor para nós. Pode não parecer, mas qualquer pai só quer que os seus filhos sejam felizes. Mas por vezes não é fácil compreender decisões que seriam diferentes das nossas.

    Acredito sinceramente que estamos neste mundo para sermos felizes. A pressão que existe, nem dou por ela. Não me incomoda, porque simplesmente ignoro e, na realidade, nunca a senti na pele. O importante é que cada um faça as suas escolhas porque é o melhor para si, sejam elas quais forem. E sejam muito felizes!

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    1. Lá isso é verdade, mas acho que agora está cada vez pior.
      Eu sei que os pais no fundo só querem o melhor para nós, mas por vezes o que eles acham que é melhor para nós não é realmente o que é melhor para nós, não sei se me fiz entender.

      Eu também acredito nisso, embora seja difícil para muitos alcançar essa felicidade.

      Eu sinto muita pressão, sempre senti por ser boa aluna, por parte de professores, explicadores, pais e até alguns colegas.

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  8. Olá Cherry!
    Aqui no Brasil existem essas questões também, mas parece que a população tem se libertado de muita coisa. Com relação às mulheres é exatamente igual, mas está acontecendo uma onda feminista e de empoderamento feminino e tem mudado essa concepção. Com relação aos cursos isso também acontece, mas com menos frequência. Aqui muitas pessoas de mais idade estão na universidade, um exemplo é o meu: tenho 34 anos e vou me formar em agosto, e na minha turma só existem uma pessoa abaixo do s 25 anos se formando.
    A pressão ainda existe, mas já começamos a contornar isso!
    Bjus
    Fabi
    www.fabianacorrea.com

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    1. Ainda bem que aí já não há essa ideia de que a universidade é para os jovens de 18 anos :). Fazia falta uma mudança assim aqui em Portugal.

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  9. Esta publicação diz tudo e mais alguma coisa! Parece que a sociedade ainda não compreendeu que, após estes anos todos, cada um de nós tem o direito de escolher aquilo que quer fazer da vida por, pura e simplesmente, a vida pertencer a cada um de nós enquanto pessoas individuais. Muito gostam os indivíduos que nos rodeiam, afirmar que apenas certos cursos têm o poder de mudar o mundo, mas esquecem-se de que se não fosse pelo conjunto que TODAS as áreas existentes, o planeta terra viveria de um desequilíbrio absurdo!
    Quanto aos planos de vida entre casar, ter filhos, uma casa a partir de determinada idade, é igualmente uma ideia absurda! É como dizes, não existe tempo certo para isso. As pessoas têm de fazer as coisas conforme os seus sentidos e conforme o tempo certo, na sua perspectiva. Enfim, dizem que não, mas o mundo está já tão dependente das programações cerebrais que já vêm de anos e anos, e por muito que se esforce, será impossível livrar-se desse maldito bicho!

    A Vida de Lyne

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    1. Concordo com tudo o que disseste.
      Se fôssemos todos iguais, o mundo teria um desequilíbrio terrível, haveriam médicos a mais, e poucos professores, poucos cabeleireiros,poucos psicólogos,...

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  10. Penso muito sobre isto. Felizmente não tenho pais que me imponham certas coisas, se bem que sei que seria condenada por outras pessoas que conheço se por acaso acharem que o que faço com a minha vida não é o tipicamente correto. Já os meus pais deixam-me criar as minhas próprias opiniões e decidir por mim própria. É claro que quando lhes exponho o que penso ou aquilo que estou a ponderar fazer eles dão a opinião deles, independentemente de me ser agradável de ouvir ou não, mas não me "abandonam" por completo nessa tarefa, porque sabem que dessa forma estariam a limitar-me. Esse é outro dos problemas, para além da falta de livre-arbítrio e da frustração de uma vida inteira, que acho que este tipo de atitudes que referiste provoca na nossa geração, ou seja, o facto de os jovens não se sentirem preparados para decidir algo e tomar uma decisão consciente, por mínima que seja, porque tiveram sempre quem o fizesse por eles. Acho que isso ainda vai aumentar mais a sua frustração. Dificilmente sabemos o que queremos para toda a nossa vida com 18 anos apenas. Tomamos a decisão que achamos melhor, ponderando tudo o que está em questão (ou pelo menos deviamos) e não devemos ser condenados por mais nos tarde nos apercebermos que erramos. Devemos, sim, tentar corrigi o erro. Não importa se a tia x e se a vizinha y vão achar que fomos uns fracassados e espalhar isso por toda a gente que conhecem, mesmo que essas pessoas nem nos conheçam a nós. É claro que custa, porque isto está demasiado enraizado na nossa sociedade, mas trata-se do nosso projeto de vida e somos nós quem decide o que quer para o futuro, sendo que também somos nós quem tem que lutar para tentar atingir esse objetivo!
    R: Achei muito engraçado o facto de a tua prima te ter referido o protetor solar pouco tempo antes de eu fazer o post e teres decidido comprá-lo. Espero que gostes dele. A proteção solar é cada vez mais urgente.
    Beijinhos!

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    1. Ainda bem que os teus pais são assim e te compreendem, porque há muitos pais por este país e mundo fora que obrigam os filhos a entrarem em curso que não querem, e depois estes jovens ficam toda a vida frustrados.
      Exatamente, nunca é tarde de mais para começar de novo e corrigirmos os nossos erros :).
      É, foi mesmo engraçada essa coincidência, eu já ia comprar, mas depois de ler esse teu post ainda fiquei mais decidida :).

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  11. Concordo msm mto!!! :) http://stoppsadream.blogs.sapo.pt/

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  12. Realmente agora há muita dessa pressão, e eu "aceito-a" porque realmente quero ter um bom emprego, e quero acabar rápido a faculdade, mas acho muito mal por pressão em quem não quer ir para uma engenharia, ou quem não vai logo para a faculdade... Aliás, nenhuma dessas coisas invalida que as pessoas venham a ser alguém. Cada vez mais as pessoas têm vontade de se "revoltar" por causa dessa pressão, que não devia ser tão grande, pois cada um sabe de si

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    1. Quando é pela profissão que gostamos, por vezes temos que aceitá-la ( embora não concordemos), mas não concordo com a pressão de os pais querem que os filhos sejam todos médicos ou engenheiros,...
      Acho que cada um deve fazer o que quer e ninguém tem nada a ver com isso.

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  13. Bom Dia:)
    Tudo Bem?
    Adoro o post:) Obrigada:)
    Bom Fim De Semana:)
    Bjs Open Kloset
    Snapchat:OpenKloset
    Novo Post:http://openklosetfashion.blogspot.pt/2016/05/real-abadia-congress-spa-hotel.html
    Instagram:@openkloset

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  14. Concordo. O mais estranho é que os que mais criticam normalmente são aqueles que nunca conseguiram alcançar nada...

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  15. R: Sim, é mesmo Itália =) Mais precisamente Veneza. Já estive em Roma e adorei, vamos ver como será Veneza =)

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  16. Excelente texto! É verdade que em qualquer momento da nossa vida iremos sentir essa pressão para sermos isto ou fazermos aquilo. Para seguirmos um caminho que a sociedade e os outros nos querem impor. Se esse caminho for de encontro aos nossos objectivos tudo bem sem problema o pior é quando os caminhos são totalmente opostos! Acho que acima de tudo devemos seguir o caminho que nos faz felizes, independentemente dos outros gostarem ou não!
    beijinhos
    https://direitoporlinhastortas-id.blogspot.pt/

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    1. Obrigada :). Concordo com tudo o que disseste. O pior mesmo é quando as pessoas cedem à pressão da sociedade e seguem caminhos totalmente opostos dos seus sonhos.

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